Solidariedade
A Natureza revidou
As alterações climáticas vieram como um alerta vermelho piscante..
E a beleza estonteante de Santa Catarina se converte em lágrimas;
Desabrigados, refugiados, mortos... O cenário lembra uma guerra
E não era na Indonésia, nem no Afeganistão.
Gente de terras tupiniquins, que fala a mesma língua e pisa no mesmo solo
... e que não poderia supor que a desgraça fosse tão palpável e que, do dia para a noite, pudesse perder a própria identidade
Aí você olha pro controle remoto, pensa na cama quentinha, no cheirinho de comida vinda do fogão, aquele copo de água geladinha em cima da pia, carro novo na garagem... e seu ar falta por um instante.
Seu pensamento não consegue afastar essa idéia: ‘ E se fosse com minha família?’
No meio do caos, aparece a esperança para iluminar as atitudes de uma nação.
E o povo brasileiro se reúne com a mais pura intenção de ajudar ao próximo
Como uma criança que vê seu irmão caído no chão, e se abaixa, mesmo sem forças, para tentar levantá-la, a população faz verdadeiros mutirões para arrecadar fundos e enviar às vítimas da enchente que abalou Santa Catarina.
Comerciantes fazem rateio entre os clientes. Condomínios mobilizam moradores
Escolas enviam comunicados.
E assim, o país inteiro levanta do sofá pra tentar reerguer uma cidade.
A comoção nacional fez com que cada brasileiro tomasse uma atitude.
E transformasse a impotência em solidariedade, às vésperas do Natal
Aproveite que seu coração está sensível
... olhe pro lado ao invés de achar que o mundo gira em torno do seu umbigo
Talvez seja essa a lição que as catástrofes nos ensinem
Que é possível dar as mãos para tentar reverter uma situação
... sentir a dor do outro e fazer alguma coisa para ajudá-lo
... e ver como é comovente uma nação se unindo em prol de uma causa.
Só precisamos afastar a cegueira que nos impede de enxergar isso DIARIAMENTE,
E abraçarmos as causas... antes que seja tarde demais
(Autora: Cinthia Dalpino)
Farmapolis Cancelado!
Devido a situação que se encontra em Florianópolis. O Farmapolis foi cancelado!
Está confirmado o período entre 13 e 16 de maio de 2009 para a realização da 14ª edição do FARMAPOLIS. O evento, que estava marcado para começar amanhã, dia 26 de novembro, foi transferido por impossibilidade de sua realização a contento, pois Santa Catarina está em estado de calamidade pública, devida às enchentes que têm assolado principalmente a região do litoral, inclusive a cidade de Florianópolis. Este adiamento implica, conseqüentemente, na transferência para a mesma data de todos os eventos que acontecem concomitantes, entre os principais: XIV Encontro Estadual de Farmacêuticos e Bioquímicos; XII Congresso Catarinense de Farmacêuticos e Bioquímicos; VI Encontro de Farmacêuticos do Mercosul; IV Encontro de Farmacêuticos do SUS; III Seminário Estadual da Indústria; II Fórum Nacional de Educação Farmacêutica; I Encontro Nacional de Farmacêuticos Conselheiros de Saúde. Todas as inscrições já realizadas estão garantidas e novas inscrições serão abertas futuramente, no site www.farmapolis.org.br. Os organizadores do evento lamentam o ocorrido e se solidarizam com todos os atingidos pelas enchentes.
Autor: Ass. Com. CRF/SC
Um efeito colateral (Correio Braziliense - Brasília)
Jornalista: Karla Mendes
12/11/2008 - A crise financeira internacional já provoca aumento de preços de remédios. O valor máximo que pode ser cobrado continua o mesmo. É controlado pelo governo e o reajuste só ocorre em março. Porém, o consumidor que for comprar medicamentos este mês poderá pagar mais caro. As promoções em farmácias e drogarias começam a desaparecer, conseqüência do corte de descontos dos distribuidores, que estão tendo dificuldade para obter crédito e manter as mesmas condições de venda praticadas antes de crise.
A Drogaria Rosário já está mudando a tabela de preços. "Fomos surpreendidos no dia 1° com o corte de mais da metade das condições comerciais pelo três distribuidores ao mesmo tempo. Ele reduziram 40% a 50% do desconto em todos os medicamentos, mas os maiores efeitos são para aqueles de maior giro, que são os de uso contínuo, como os de controle da pressão arterial e diabetes", afirma Álvaro Júnior, diretor-executivo da Drogaria Rosário e vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Distrito Federal (Sincofarma-DF). Sem amparo do distribuidor, os preços no balcão das farmácias tiveram que ser alterados. "Os descontos que eram de 15% a 20% sobre o preço máximo de tabela, hoje caíram para 5% a 10%. Se antes davam 30%, hoje a média é de 20%. Estamos fazendo de tudo para não mexer no prazo. Se não, complica ainda mais", observa.
Turbulência
Na rede de drogarias Distrital, os descontos, que variavam de 25% a 30%, caíram para 6% a 15%, no máximo. "O problema é geral, pois os descontos dos distribuidores caíram drasticamente. O mercado está muito turbulento. Cada vez mais, teremos os preços dos remédios bem próximos aos da tabela. Não dá para manter os preços anteriores se houve redução dos descontos, sem falar nos custos elevados", ressalta Felipe de Faria, proprietário da Distrital e presidente Sincofarma-DF. A Rede da Economia reclama da redução de 15%, que antes recebia, para praticamente zero. "Os distribuidores reduziram os descontos e estamos passando esse sufoco. Tivemos que mudar tudo. Se não temos essa vantagem, não temos como concedê-la ao cliente", afirma Raimundo Nonato Alves, presidente da Rede da Economia.
Quem precisa tomar medicamentos diariamente já sente no bolso os efeitos da conta da farmácia. "O preço dos remédios subiu muito. O que tomo para os rins aumentou de R$ 48 para R$ 70", reclama o aposentado Eliezer Pinto Botelho. Com o benefício de R$ 415, a sorte é que ele consegue do governo os medicamentos para tratamento da diabetes. O aposentado Eurico Cruz Marques tem a mesma queixa. Como sofreu um acidente vascular cerebral, ele precisa usar diariamente medicamentos para aumentar a circulação do sangue e oxigenar o cérebro, além de um tranqüilizante para dormir. "Em setembro gastei uns R$ 90 e em outubro paguei R$ 100. Este mês ainda não comprei, mas não gostei dessa notícia de aumento não", comenta.
A aposentada Amália Alves dos Santos está preocupada com o fim das promoções nas farmácias. "Sempre fico de olho, com o objetivo de comprar mais de uma caixa e aproveitar o preço, pois se compramos remédio por um valor em um mês, no outro pagamos mais", diz. Ela gasta mais de R$ 80 com remédios para controle da pressão. "No posto de saúde, consigo o Captopril, mas não estava adiantando nada. Tive que passar para outro, que é caro. Mas se eu deixar de tomar, dá problema", observa.
Concorrência
Há farmácias que ainda não reduziram os descontos. Mas elas só não o fizeram porque ainda têm estoques com o preço antigo ou porque estão aguardando a estratégia das concorrentes para não perder clientes. A Magnafarma ainda não suspendeu o desconto de 5% no balcão e 10% com senha do gerente, mas o proprietário Adalberto Santana pondera que vai ser difícil segurar por muito tempo. "Tenho três concorrentes muito próximos, mas como vou dar desconto de 15%, 20%, se me dão no máximo 3% ?", questiona. Segundo Natanael Augusto, gerente-comercial da Drogaria Santa Marta, a rede ainda não alterou preços nem condições de pagamento por causa da concorrência de redes de fora, como a Drogasil. "Para concorrer, tem que manter o preço", afirma.
A Drogaria Nacional só repassou 1% a 2% para os preços dos remédios, apesar de os descontos dos distribuidores terem despencado de 9% a 11% para 4%. "Por enquanto, estamos absorvendo a diferença. Mas vai chegar uma hora que a gente vai ter que repassar", avisa. A Drogasil informou que não teve nenhuma mudança na relação com os fornecedores. Portanto, isso não teve impacto sobre os preços da loja. Mas fontes do mercado asseguram que a rede de farmácias já estuda mudanças na política de descontos.
Varejistas reclamam. Atacadistas se defendem
Edilson Rodrigues/CB/D. A Press - 31/1/06
Laboratórios Nacionais afirmam que vão segurar descontos e prazos
Há quem diga que estava havendo canibalismo no setor farmacêutico e que, uma hora, essa onda de descontos ia acabar. "O desconto que se oferecia era impraticável", ressalta Edison Tamascia, presidente da Federação Brasileira das Redes Associativas de Farmácias (Febrafar). "Os percentuais eram muito acima do normal. O que se vê agora é uma adequação no mercado como um todo, pois se a distribuidora está com problema de capital de giro, é natural que ocorram mudanças nas condições de venda para a farmácia", observa.
Luiz Fernando Buainain, presidente da Associação Brasileira do Atacado Farmacêutico (Abafarma), explica que o que está ocorrendo é uma adaptação dos patamares de desconto devido à dificuldade de acesso ao crédito e ao aumento dos custos operacionais dos distribuidores. "Se tenho custo operacional de 6%, como posso dar desconto de 8%?", questiona. "Os descontos da indústria já estão ruins e estamos trabalhando para recomposição das margens de lucro, que estão cada vez mais apertadas", diz. Os filiados à Abafarma comercializam, sobretudo, remédios de laboratórios multinacionais. O Correio entrou em contato com os distribuidores Profarma, Athos Farma, Panarello e Santa Cruz, mas as empresas não se pronunciaram.
Para medicamentos genéricos, nada muda por enquanto. Segundo Ivanilton Galindo, presidente da Associação Brasileira dos Distribuidores de Laboratórios Nacionais (Abradilan), há sinalização de alterações na política de descontos e prazos, mas nada mudou ainda. "As empresas ainda têm estoques altos para manter as condições atuais", afirma.
Na indústria farmacêutica, não houve grandes mudanças de descontos nem de prazos de pagamento para as distribuidoras, segundo as entidades que representam o setor. Walter Figueira, diretor-executivo da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), diz que se houve alguma alteração, foram casos pontuais. "Se alguém mexer nos descontos, outro vai cobrir. O consumidor compra remédios igual faz compra em supermercados, pesquisando em três, quatro estabelecimentos", observa.
Segundo Jorge Raimundo, presidente do Conselho Consultivo da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), as condições de de balcão estão mantidas. "O ciclo de venda de medicamentos é de quatro a cinco meses. A matéria-prima que comprei em abril agora é que está sendo colocada no mercado. Se tiver algum efeito, só no ano que vem", afirma. (KM)
A DESENVOLVA estará em SC no FARMAPOLIS

14ª edição do FARMAPOLIS
26 a 29 de novembro de 2008
Centro de Eventos da UFSC – Florianópolis/SC
QUINTA-FEIRA 27 DE NOVEMBRO
08h00 às 12h30
Sala Calêndula
MC10
ADMINISTRAÇÃO FARMACÊUTICA
Capacitar os participantes com conceitos atuais e práticos sobre Gestão de Farmácias e Drogarias. Treinamento abrangente, envolverá os principais assuntos concernentes ao desenvolvimento da Farmácia. O objetivo será ampliar competências empreendedoras e aperfeiçoar habilidades para a tomada de decisões e gestão de Farmácias e Drogarias.
Marcelo Cristian – Desenvolva Consultoria, Farmacêutico, pós graduado em Gestão de Negócios e Especialista no varejo farmacêutico - Campinas, SP.
Grandes redes seguem em expansão
As 24 maiores redes de farmácias do Brasil mantêm sua curva de evolução e registraram faturamento de R$ 7,2 bilhões de janeiro a setembro deste ano, segundo dados levantados pela Fundação Instituto de Administração/USP para a Abrafarma - Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias. O resultado já representa 90% da receita gerada em todo o ano passado.
O índice é 20,93% superior ao do mesmo período de 2007. "Todos os indicadores apresentaram crescimento homogêneo, o que reforça a preferência dos consumidores pelas grandes redes", analisa Sérgio Mena Barreto, presidente executivo da entidade.
A venda de genéricos chegou a R$ 773 milhões, acréscimo de 13,16%. Os medicamentos representaram R$ 5,4 bilhões, o equivalente a 20,15% do faturamento. Já os não medicamentos obtiveram aumento significativo de 23,22%. De janeiro a setembro de 2008 foram realizados 272 milhões de atendimentos, com mais de 731 milhões de unidades comercializadas. As vendas em domicílio registraram índice de 14,42%.
O Programa Farmácia Popular figura com destaque na iniciativa privada. Por meio de convênio das redes com o Ministério da Saúde, mais de 5,1 milhões de atendimentos foram realizados, aumento de 108,25% em relação a todo o ano de 2007, e 11,5 milhões de medicamentos dispensados no período.
(Redação - InvestNews)
[17:16] - 07/11/2008
Diminuição dos descontos
Isso é uma verdade pois a Distribuição, principal financiadora das operações está sem o crédito dos bancos e a indústria, possui a matéria prima cotada em dólar.
Apesar que o estoque de matéria prima é para 4 meses e caso o preço do dólar não diminua no próximo ano poderemos possuir o efeito desta crise quando a indústria necessitar de matéria prima.
Neste cenário que exige adaptação, com os descontos da distribuidora caindo em torno de 50% une-se as alterações na questão Tributária (ST e Nfiscal Eletronica). Também as exigências com a impressora fiscal, TEF, PAF,...
Com todas estas mudanças unindo ao cenário competitivo existente, é necessário uma mudança de postura para o enfrentamento ou a derrota.
Necessário ainda rever os planos e refletir sobre o futuro da empresa:
· Não será hora de mudar o sistema de Gestão da empresa para o foco Global (financeiro, contábil)?
· Mudar o foco da empresa para o foco da Gestão por lucratividade, encarando cada produto como único dentro da empresa e possuindo uma estratégia de venda do produto? Isto é, fazer conta de quanto deixa de lucro cada produto vendido. (Mudança diferente da atual onde é valorizado apenas o desconto oferecido na compra, não levando em conta o preço do produto e suas Margens de contribuição)
· Com isso, mudar a estratégia e remuneração da equipe comtemplando a lucratividade da empresa.
· Observar a concorrência mas não apenas os descontos praticados mas como é vista pelos clientes:
o Sua Layoutização
o Seus Projetos
o Sua imagem de preço
o Seu MKT agressivo e possível de ser feito
o O posicionamento dos funcionários em não oferecer ao cliente o mesmo conhecimento que muitas farmácias possuem em sua equipe
Em tempos de crise, existe a oportunidade. Basta mudarmos nossa conduta e buscarmos alternativas.
Desenvolva,
Marcelo Cristian
Desenvolva Consultoria
HSM
- O mundo está passando por uma profunda transformação;
- Os paradigmas do trabalho como nós conhecemos já começam a não servir mais;
- Pessoas são e serão o grande diferencial das organizações;
- Preciso me conhecer para saber como posso ajudar!
“Sem saber o que você pensa, sem conhecer suas crenças e valores, você não poderá escolher uma empresa com a qual se identifica, conseqüentemente, não terá autonomia para decidir nem para criticar seus processos, seus produtos e propor inovações. Você dependerá eternamente de alguém ou de um manual que te diga o que é certo e errado naquela empresa”. Covey
Como possuir uma equipe de alta performance:

1) Propósito
Missão, Visão, Valores, ...
O Funcionário precisa entender para onde a empresa quer ir e como ele pode ajudar! A empresa que não sabe para onde vai, qualquer caminho serve!!! E o funcionário, ao invés de seguir o caminho correto, proposto e de resultado vai acabar escolhendo um para seguir.
Escolher caminho em uma empresa? Acredito que só tenha um caminho o da alta performance, o do resultado, aquele que todos unidos focalizam o cliente e o que está proposto.
2) Métricas, Indicadores
O que faz uma equipe ser campeã? Quando uma equipe se torna campeã? Isso só acontece se houver indicadores, métricas, medidas que notificam: Chegaram no alvo. Estas, também auxiliam na melhoria dos processos, sistemas, métodos. Devemos ter em mente que só melhoramos algo se podemos medir!
3) Avaliação de Desempenho
Possuir a métrica é importante, mas precisamos utilizá-la e isso é feito com as ferramentas de avaliação. Essa deve ser individual, onde é avaliado a contribuição do indivíduo e também avaliações da equipe.
4) Líderança
Esta Lideraça é importante por fazer com que cada um entenda sua missão dentro da organização e que se torne um sócio oculto no negócio.
5) Realização Pessoal
A equipe precisa proporcionar realizações para seus participantes. Para isso acontecer, basta que conheçamos os objetivos de cada um dentro da equipe
6) Comemoração e Reconhecimento.
Comemore os feitos realizados e avaliados
Geração Y e o mercado de Trabalho

Veteranos Nascidos entre 1922 a 1943
Baby boomers Nascidos entre 1944 a 1960
Geração X Nascidos entre 1961 a 1980
Geração y Nascidos após 1980
Quero discutir neste artigo a respeito da nova geração de pessoas que tem composto o mercado de trabalho. Trata-se da geração Y, jovens nascidos após o ano de 1980 que necessitam de novas posturas da empresa frente a absorção deste talento, transformando em produtividade para a empresa.
Algumas empresas não tem se adaptado frente a esta geração que necessita de uma adaptação da empresa para o melhor aproveitamento. Para esta geração, a divisão clara de trabalho onde não existe interação com outros departamentos, ou mesmo a falta de autonomia é vista como um local antigo e ultrapassado.
Quem são estes jovens?
• Muito Inteligentes;
• Gostam da tecnologia (informática, celulares,...)
• Valorizam a interação;
• Querem exeperiências de aprendizado;
• Pensamento em banda larga, fazem mais de uma coisa ao mesmo tempo;
• Não gostam de ler, mas possuem excelente memória visual, treinados apenas neste sentido (visual)
• Dificuldades em falar e escrever bem o portugues (principalmente por ferramentas de orkut, MSN,...)
• Valorizam quem os valoriza
• Gostam de dar opiniões
Grandes empresas que possuem na composição de sua equipe esta geração tem feito adaptações em sua estrutura para aproveitar o máximo do talento de cada um destes jovens:
• Tempo para orientação;
• Feedback contínuo e pontual;
• Valorizar os elos do trabalho em equipe e as interações;
• Tenha em mente o conflito de gerações;
• Invista em muito treinamento, pois isto será de estímulos para eles;
• Crie projetos para assessorar:
o Mentorização;
o Reuniões;
Faça uma reflexão de como está sua empresa e de que maneira tem interagido com esta equipe.
Marcelo Cristian
Que nossos erros sejam por imcompetência e não por má fé!!
Algumas empresas onde existe a desconfiança e não se resolve o problema o clima não é motivador para uma alta performance. Há uma perseguição mascarada e a má fé existe!
Então, nem chegue a desconfiar de sua equipe. E se acontecer, saiba que a empresa não perdoa, mas o empresário precisa perdoar. Isso porque é do ser humano o perdão!!
Sucesso,
Marcelo Cristian
IDÉIAS PARA GERENTES
Algumas idéias e dicas que você mesmo pode colocar em prática na sua empresa, fazendo com que trabalho se torne sinônimo de prazer e realização pessoal:
Autorize seus gerentes a andarem com vales no bolso, para que eles possam dar um almoço de prêmio imediatamente a alguém que esteja fazendo algo extraordinário.
Mande cartas para a casa dos funcionários, dando-lhes parabéns pelos resultados. (Com certeza eles vão mostrar para toda a família!).
Deixe a pessoa tirar um dia, a tarde ou a sexta-feira de folga como prêmio;
Promova uma festa na sua empresa no mês dos aniversariantes e se puder individual
Dê um prêmio (dinheiro, medalhas, troféus, etc.) no aniversário de entrada da pessoa na sua empresa.
Promova almoços e jantares regulares entre os membros de equipes.
Faça vídeos de treinamento para novos funcionários usando funcionários antigos.
Pague a inscrição dos funcionários em seminários, eventos e palestras. Peça que eles façam uma apresentação depois para a equipe inteira.
Compre ingressos para o cinema, teatro ou jogos de futebol, e combinem de ir todos juntos.
Dê garrafas de vinho ou de champagne sempre que um objetivo for atingido.
Pague as passagens e estadia do funcionário, com direito a acompanhante, numa viagem para algum lugar no Brasil (dá para parcelar em até 10 vezes!).
Combine pequenas viagens para locais perto da sua cidade (cachoeiras, cavernas, parques, montanhas, etc.). Aproveite e faça um piquenique no local.
Combine com uma determinada loja e garanta 50% de desconto em tudo que seus funcionários quiserem comprar lá (pode valer para supermercado, colégio, lanchonete, restaurante, etc.).
Organize almoços em homenagem a um funcionário. Faça um discurso e peça que ele se levante, mesmo que brevemente, e fale também. Deixe bem claro porque ele (ou ela) mereceu esse almoço, porque está sendo o centro das atenções. Aproveite e dê um buquê de flores, uma placa ou outra lembrança que simbolize aquela conquista.
Pague as despesas dos funcionários nas academias de ginástica (ou monte uma academia de ginástica dentro da sua empresa).
Ajude seus funcionários a pagarem mensalidades de escolas de inglês ou de informática. Negocie pacotes em grupo com essas empresas, e repasse os benefícios aos funcionários.
Ao invés de você ir a um evento representando a empresa, mande outra pessoa no seu lugar. É uma excelente forma de mostrar na prática para aquela pessoa que ela realmente é importante para a empresa.
Mande fazer uma jaqueta esporte com o logotipo da sua empresa e só entregue para os melhores funcionários, seja de que área forem. (É como se fosse o “time da excelência”).
Compre um livro da lista dos best-sellers da atualidade e dê de presente (não é necessário estar ligado à área de atuação)
Compre um computador para a pessoa instalar na sua casa (também dá para pagar em suaves prestações mensais).
Leve todo mundo para andar de balão, avião ou planador. Outra opção mais radical é ir pular de bungee jump ou pára-quedas.
Alugue uma limusine com motorista por um final de semana e deixe seu melhor vendedor usar.
Descubra os cantores ou bandas favoritos de cada um e dê um CD de presente.
Ajude as pessoas com suas tarefas domésticas. A Andersen Consulting tem uma concierge paga somente para fazer esse tipo de trabalho. Ela cuida de problemas de encanamento na casa dos funcionários, manda roupas para a lavanderia, manda lavar seu carro, manda o carro na oficina, faz pequenas compras no supermercado... tudo para que os funcionários da Andersen possam se concentrar exclusivamente no trabalho, e não em pequenos problemas pessoais.
Mais algumas maneiras fáceis de aumentar o moral na sua empresa:
· Mande pedir algumas pizzas ou um sanduíche gigante para o almoço dos funcionários.
· Monte um mural onde todos possam colocar cartuns, piadas, novidades, etc.
· Guarde alguns cartuns e anexe junto com documentos importantes (os do Dilbert são excelentes para isso).
· Marque reuniões fora da empresa, só para variar.
· Organize um campeonato da “Gravata Mais Feia” ou “Meia Mais Engraçada”.
· Combine um dia em que todo mundo vá trabalhar com roupas listradas, de bolinhas ou de certa cor.
· Faça bolões com acontecimentos esportivos para ver quem vai ganhar.
· Passe um vídeo do Charlie Chaplin no horário do almoço.
· Tire fotos engraçadas das pessoas trabalhando e depois ponha no mural.
· Acostume-se a sorrir e dizer “Oi!” a todos que encontrar.
· Dê a todos a oportunidade de chegar uma hora atrasado ou sair uma hora mais cedo uma vez por semana.
Não leve tudo tão a sério. Lembre-se constantemente de que existem coisas muito mais sérias na nossa vida. Se o líder se divertir, com certeza o resto da equipe se divertirá também.
Raúl Candeloro (www.raulcandeloro.com.br), é palestrante e editor das revistas VendaMais® e Motivação®, além de autor dos livros Venda Mais, Correndo Pro Abraço e Criatividade em Vendas, e responsável pelo site VendaMais® (www.vendamais.com.br).
GERENTE É PODER?
“Estar no poder é como ser uma dama. Se tiver que lembrar às pessoas que você é, você não é”.
Margaret Thatcher
Estas foram as perguntas respondidas no Treinamento de Tributação no varejo ministrado pela Desenvolva!
- Em uma rede de mais ou menos 20 lojas. Hoje O cliente compra em um CNPJ, como será isso com a entrada da NF paulista, tudo o que ele der entrada em uma loja, vai ter que sair da mesma?
- Como o distribuidor compra por ex. o Viagra com 7% e vende com 12% para as farmácias?
Como é feito a ST sobre os genéricos? - Existem clientes que compram NF?
- Entender a ST?
- Como analisar uma NF?
- O que é Nota Fiscal eletrônica?
- O que é simples e super simples?
- O que é Lista Positiva/Neutra e Negativa?
- Como as farmácias obtem o lucro vendendo abaixo da NF
- Saber a diferença de EPP e LTDA?
- Porque as pequenas redes não trabalham com CNPJ serial?
- Qual o benefício do Repasse?
- O que éMeia Nota?
- Até quando o faturamento da Inter vai continuar?
- Qual a importância da compra para 7 dias? E aqueles que compram para 30/60/90?
- Porque a diferença do imposto ICMS entre estados?
- A NF será implantada em todo o país?
- Porque quanto maior o desconto maior o imposto?
- Como apresentar a lucratividade?
Preço não é tudo
É claro que não, nunca foi. Preço é importante mas não é o principal fator que leva um consumidor ou empresa a se decidir por um fornecedor, parceiro ou loja. Preço é um dos 4 itens básicos do marketing e ponto final. Tem que andar lado a lado com os outros itens, com o mesmo peso e importância.
Magazine Luiza, Casas Bahia, Carrefour, Wal-Mart são uma prova viva que o baixo clero não se importa realmente com preços.
FNAC, Nike, Sony, HP, Volkswan são uma prova viva que o médio clero não se importa realmente com preços.
Godiva, Saks, Dubai, Monte Carlo, são uma prova viva que o alto clero não se importa realmente com preços.
A TNS InterScience em parceria com a revista Consumidor Moderno fez uma pesquisa recente para avaliar o peso da questão preço na hora da decisão de compra.
Confira.
"O preço perdeu para o atendimento entre os fatores que o consumidor prioriza no momento da compra. O valor do produto é o primeiro item a ser analisado por 39% das pessoas entrevistadas, ao lado da qualidade, enquanto atendimento foi apontado por 51%, informou o site InfoMoney.
Os dados, coletados de 1.250 pessoas de cinco capitais do Brasil, mostraram que, na pesquisa de 2006, os atributos que apareciam como diferenciais eram o preço e a qualidade, já considerados essenciais. O preço se mantém entre 55% e 58% em todas as classes sociais, porém, com variação maior em Porto Alegre (64%).
De acordo com o estudo, em 2006, o preço foi indicado por apenas 16% dos consumidores, atrás de qualidade (17%). "O cliente busca atributos que influenciem direto no seu consumo e, por isso, os itens qualidade, atendimento e preço apresentaram considerável aumento em relação ao ano anterior", disse um dos realizadores do estudo Roberto Meir.
(O Roberto Meir é um desbravador de customer service no Brasil. O cara merece aplausos sempre!)
Quando o assunto é atendimento, o destaque fica com as cidades de Rio de Janeiro (67%) e São Paulo (61%). Em qualidade, os nordestinos (36%) se preocupam menos que os moradores de outras regiões do país, como os cariocas (71%).
A pesquisa ainda mostrou quais os itens apontados como diferenciais e agregadores de valor no momento da compra. No primeiro grupo, lidera o monitoramento da satisfação dos clientes, com 39% das respostas, enquanto, no segundo, a propaganda está em primeiro lugar, com proporção de 44%, seguida por responsabilidade social (42%) e ambiental (43%).
Ao contrário do que foi registrado no ano passado, quando as ações de responsabilidade socioambiental foram consideradas itens muito importantes para 51% dos consumidores, esse ano o índice caiu. A principal razão, para Meir, seria a comoditização do tema.
De acordo com a diretora de planejamento da TNS InterScience, Stella Kochen Susskind, o consumidor está se tornando mais consciente e isso vem crescendo inclusive em relação às empresas. Sobre a responsabilidade social, ela diz que, para o consumidor, "é o mínimo que a empresa tem de ter".
Se preço, propaganda, web site, qualidade, agilidade, consciência ambiental, atendimento compõem o "mínimo" que uma empresa deve oferecer, qual é o máximo que uma empresa deve oferecer?
10 Motivos para você contratar um consultor
1) Um bom consultor agrega conhecimento e experiência prática que, junto ao conhecimento acumulado pela empresa e suas próprias experiências, geram um resultado sinérgico que propicia o desenvolvimento contínuo dos negócios.
2) O dia-a-dia dos negócios é implacável e, por mais que se tente, os assuntos urgentes roubam a atenção dispensada aos assuntos importantes. O consultor funciona como um parceiro e guardião dos assuntos importantes, uma vez que ele não está consumido pelo cotidiano.
3) A velocidade com que o mundo se movimenta é estonteante. É muito difícil estar em linha com novas tendências e soluções. O consultor pode ser um elemento de oxigenção da empresa, trazendo novas tendências, idéias e soluções.
4) Quando estamos envolvidos diretamente com um problema, freqüentemente, somos ofuscados pela proximidade. A distância física e emocional do consultor é um colaborador importante no processo de construção de cenários mais límpidos e de soluções não-convencionais.
5) Com o mero ato de fazer perguntas em seu processo de interação com a empresa e a elaboração de seus diagnósticos, o consultor estimula as pessoas a repensarem como estão executando suas atividades.
6) A mudança é uma constante no mundo atual. Pois, então, o consultor é um agente de mudanças, que estimula as pessoas a repensarem como estão executando suas atividades.
7) O consultor é um especialista e tem como objetivo continuar aprofundando-se em sua área, o que aumenta a chance de sua empresa ter contato com o que há de novo em áreas de atuação específicas.
8) O consultor tem experiências com mercados diferentes dos seus e muitas vezes, os melhores "insights" e as melhores soluções estão em áreas muito diferentes das nossas.
9) Pela própria natureza de sua atividade, o consultor tem contatos com muitas pessoas diferentes e, não ocasionalmente, pessoas que podem ser úteis ou com interesses convergentes com seus negócios.
10) Muitos projetos são temporários. Nestes casos, contratar um gestor não é uma boa solução. Um consultor pode ser um catalisador e/ou acelerador de projetos importantes para o futuro da empresa.
COMO NOSSO OBJETIVO É ENTREGAR SEMPRE MAIS DO QUE O CLIENTE ESPERA, AÍ VAI UM MOTIVO EXTRA:
11) Em diversos momentos, a gestão de um negócio é uma atividade muito solitária profissionalmente. Dividir suas visões, impressões e alternativas, além de ouvir outros pontos de vista, pode ser uma maneira de se organizar, tomar decisões e aumentar as chances de sucesso.
