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Duas notícias, duas histórias diferente

por Marcelo Cristian

Porque um blog que propõe ser específico no mercado farmacêutico posta uma notícia do supermercado que fecha 6 lojas no interior Paulista.

Além de ser uma marca conhecida aqui em SP, chama atençao a quantidade de funcionários que podem ser demitidos (313) e que estas mudanças, necessárias para "redução das despesas operacionais de lojas
economicamente inviáveis"

Em contrapartida, no post abaixo desse, segue a reportagem da Revista ISTO É, onde noticia os planos da Pague Menos e seus investimentos em crescimento em faturamento e número de lojas. Também o comentário que nas lojas novas da Pague menos são mais clean e com sistema de ar condicionado.

Já fui abordado que não posso fazer estas comparações com uma Rede e o comentário é sempre o mesmo - " A Rede tem um volume de compra absurdo comparado com o nosso". O que não acredito, pois conheço associações que possuem um grande volume de compra e não crescem na mesma proporção...(mas este é para outro artigo).

Mas, quero instigar meus amigos leitores que estão sentindo-se incomodados com a situação que vivemos (Nota Fiscal eletrônica, Tributos, Sem Nota, concorrente...)

Observando o supermercado que fecha 6 lojas, o mesmo fará isso porque conhece os números de sua empresa e não quer de forma alguma permanecer com um negócio com chance de prejuízo. Lemos que as lojas são economicamente inviáveis, diferente de estão tendo prejuízos.

Quantos proprietários, agora que acordaram para os números de sua empresa após a Nota Fiscal eletrônica e estão preocupados?

Quantos empresários que não fazem conta e permanecem com lojas " economicamente inviáveis" só para dizer que tenho X farmácias. Alguns até pelo ego, mantém unidades que estão tendo prejuízos e sabem disso.

Amigos, leiam o artigo que comenta do crescimento da Rede Pague Menos, tudo projetado, calculado e sempre pensando naquele que dita as regras - "o mercado". Conheci algumas lojas da Pague Menos e digo a vocês que antes as mesmas eram desorganizadas, sem cuidado para o cliente, preocupando em preço, sem uma estratégia de preço.

Observem que o jogo tem que mudar, até para quem está no topo, isso para se adequar as mudanças do mercado!

Até quando falaremos da importancia da Gestão? Até quando falaremos que seu modelo de remuneração precisa ser alterado? Que a percepção do cliente é o que importa e que sua equipe e sua farmacia necessita estar a frente de todos os concorrentes na avaliação do cliente!

Sei que não é um post muito agradável para um final de ano, mas é exatamente isso que motivará você em 2009 - a construção de um novo modelo de gestão de sua empresa!

Muito Desenvolvimento e coragem!

Marcelo Cristian Desenvolva

desenvolvadeitado

Supermercados Gimenes fecha 6 lojas

Enviado por: "Nelson Alexandre" coop.ideias@terra.com.br nelsonalexandre2003
Dom, 28 de Dez de 2008 11:36 am

Supermercados Gimenes fecha 6 lojas no interior de São Paulo 26 de Dezembro
de 2008 | 13:21


Uma semana depois de protocolar o pedido de recuperação judicial, a Rede de
Supermercados Gimenes S.A., controlada desde 2006 em 80% pela G&G
Investimentos (Governança & Gestão Investimentos), liderada pelo ex-ministro
Antônio Kandir, confirmou hoje o fechamento de seis lojas no interior
paulista. Ao todo, 313 trabalhadores serão demitidos, mas a empresa estuda a
possibilidade de recolocar algumas dessas pessoas em outras lojas do grupo.
A empresa informou que os direitos trabalhistas dos dispensados serão
respeitados. "Esta ação faz parte do processo de reestruturação comandado
pela direção da Rede de Supermercados Gimenes, que visa equilibrar a saúde
financeira do Grupo, por meio da redução das despesas operacionais de lojas
economicamente inviáveis", informa uma nota distribuída à imprensa. A
empresa anunciou o fechamento de uma loja em Ribeirão Preto (com 55
demissões), duas em Franca (100 demissões), uma em Sertãozinho (onde surgiu
a empresa, com 40 pessoas dispensadas), uma em Araraquara (56 empregos a
menos) e uma em Bebedouro (outras 62 pessoas dispensadas). Nenhum diretor da
empresa se manifestou oficialmente. Todas as informações foram confirmadas
por meio de notas da assessoria de imprensa do grupo. A Rede de
Supermercados Gimenes S.A. já havia protocolado, no último dia 19, no Fórum
de Sertãozinho, o pedido de recuperação judicial para tentar manter sua
estabilidade econômica e se fortalecer no mercado em que atua. "O atual
cenário econômico, com grandes restrições de liquidez e a redução de linhas
de crédito, levou a empresa a tomar esta decisão como a melhor saída para
preservar as atividades operacionais, o patrimônio e os empregos", diz um
trecho da nota. Mas parte dos empregos foi cortada no anúncio de hoje.
Assim, um plano de recuperação será apresentado aos credores da empresa. O
grupo Gimenes existe há 51 anos e tinha 30 lojas distribuídas em 17 cidades
do interior paulista. Agora, possui 24 lojas. Nos últimos meses o grupo
negociava com a Rede Savegnago, também de Sertãozinho, a sua incorporação.
Mas a negociação não evoluiu e foi interrompida no início de dezembro. Os
grupos não se manifestaram. Em conseqüência, o Grupo Gimenes, controlado
pela G&G (fundo de investimentos, com recursos 100% nacional) adotou essas
medidas. Caso a Rede Savegnago incorporasse o Gimenes, o grupo ficaria entre
os dez maiores do País e o maior do interior paulista, com faturamento
estimado em cerca de R$ 1,5 bilhão. Pelos dados da Associação Brasileira de
Supermercados (Abras), o faturamento do Grupo Gimenes em 2007 foi de R$
509,3 milhões. A Rede Savegnago, fundada em 1976, ainda é uma empresa
familiar e o seu faturamento, em 2007, foi de R$ 600,1 milhões.

Pague Menos cresce mais (Istoé Dinheiro)

 

Jornalista:  ADRIANA MATTOS
A MAIOR REDE DE FARMÁCIAS do País é a cearense Pague Menos. Ela não só tem o maior número de lojas (deve fechar o ano com 301 pontos) como já conquistou o primeiro lugar em faturamento – R$ 1,6 bilhão previsto para 2008. Quem passou pelas lojas da rede nos últimos tempos não sofre mais com o infernal calor dos dias de verão e a disposição confusa dos produtos. Todas as unidades têm arcondicionado e os novos pontos já nascem com uma estrutura mais simples e “clean”.
Tudo ali tem a mão de Francisco Deusmar de Queirós, 61 anos, o homem que fundou a companhia duas décadas atrás, depois de ganhar seu primeiro US$ 1 milhão aos 34 anos, trabalhando em uma corretora de valores na década de 80. Deusmar montou a sétima maior companhia privada do Nordeste, onde possui 200 de suas 300 lojas. Mas, com essa estratégia de crescimento, a empresa acabou deixando em segundo plano o mercado de São Paulo. Agora, Deusmar tem dois projetos diretamente relacionados. Ele quer voltar a abrir unidades na capital paulista, quatro anos após interromper os investimentos na cidade, e ainda pretende ampliar a liderança da rede em cima das concorrentes como Drogaria São Paulo e a Pacheco, do Rio de Janeiro. Não será fácil. As demais redes também têm planos ambiciosos, alguns deles mais arrojados do que os da Pague Menos.
Na teoria, a meta de Deusmar tem os seus acertos. A empresa já montou boa parte de seu banco de terrenos para novas lojas em São Paulo. O investimento, de cerca de R$ 1 milhão por unidade, sairá do caixa da empresa. A intenção é abrir seis lojas em 2009 na capital, chegando a 27 no final do próximo ano.
Outros 30 pontos serão inaugurados em, no máximo, quatro anos. Se tudo sair como o planejado, a rede mantém o primeiro lugar e terá 320 unidades no final de 2009. Para continuar na liderança, só falta combinar com o adversário. As rivais crescem no mesmo ritmo. Elas têm recursos baratos, captados em processos de abertura de capital ou novas parcerias. A Droga Raia reforçou o caixa ao vender 30% de seu capital para os fundos Gávea Investimentos e Pragma Patrimônio. Foram abertos 48 pontos em 2007. Há outros 60 inaugurados ao longo de 2008. É claro que a rede, com R$ 1,1 bilhão de receita, ainda faz pouca sombra à rival cearense. Mas o volume de inaugurações da Raia em 2008 é mais que o dobro da Pague Menos. “Nós quintuplicamos nossos investimentos em 2007 e quadruplicaremos neste ano”, tem dito Antonio Carlos Pipponzi, acionista da Raia.
Outra ameaça à Pague Menos vem da Drogaria São Paulo. A empresa decidiu parar de crescer 10% ao ano em número de lojas e subiu a taxa para 30% em 2008. Se a concorrente nordestina inaugurou 20 pontos, a farmácia paulista abriu 50 lojas e vai engordar a receita em 30% – acima da taxa de 23% de alta da cearense. Com a crise de liquidez batendo na porta das empresas, quem tiver dinheiro em caixa pode fazer a diferença daqui para a frente. Hoje a Pague Menos rejeita parcerias ou sociedade para conseguir recurso barato. Mais do que isso: ela não vai aderir ao modelo das farmácias- butique, como a Onofre, ou mesmo dar um espaço maior nas lojas para os dermocosméticos, como fez a Drogaria São Paulo. “Não estamos interessados em vender sofisticação. Sabemos que a margem desses cosmésticos é maior, mas queremos volume”, diz Deusmar. “Além disso, nós temos dinheiro o bastante para crescer. Eu não vou aceitar sócios só para conseguir mais recursos.” E fim de papo, completa Deusmar.
_._,___

Retrospectiva

Abaixo você verá um pouco do que realizamos em 2008!

O que temos certeza é que cumprimos nossa missão! Mais de 25 palestras, 18 estados visitados este ano, milhas e milhas acumuladas!

Mais de 3000 pessoas ouviram nossos treinamentos.

 
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Desenvolva farmais

Estivemos este ano em dois Franqueados Farmais (Farmais do Chico) Leme com 9 lojas e também na Portofarma (Porto Ferreira).

Desenvolver a Liderança, criar uma nova maneira de visualizar o mercado, capacitar a equipe, treinar sobre Vendas, essa foi nossa Missão!

Desenvolva na FARMAIS

Treinar 900 farmacistas

Este foi o desafio cumprido na Rede Mais Econômica no RS.

Treinamento Equipe Rede Mais Econômica

Desenvolva no SHOPFARMA

Rio de Janeiro, Salvador, Campo Grande, Blumenau, Itabuna, São José do Rio Preto foram algumas das cidades que a Desenvolva através dos consultores Marcelo Cristian e Lima estiveram neste ano de 2008.

Este evento itinerante, organizado pela PHfarma através da Santa Cruz Distribuidora é muito importante para a capacitação e conhecimento.

Levar informação e bons negócios para todo Brasil em bons hotéis foi uma das estratégias.

Em relação as palestras, temas atuais como Nota Fiscal eletrônica, Liderança e equipe no varejo farmacêutico e discussões sobre as principais mudanças e tendencias do mercado foram os temas escolhidos para que a Desenvolve ministrasse.

Agradecemos a todos a oportunidade e aprendizado nestes eventos!

Equipe Desenvolva

Desenvolva na Guia da Farmácia

capa 15 dicas 

O Consultor Marcelo Cristian, participa da última edição do ano da Revista Guia da Farmácia.

Nesta edição, o tema treinamento e Desenvolvimento é uma das dicas para que sua empresa lucre mais!

3 TREINAMENTOS PERIÓDICOS
"Atualmente, a diferença não está no produto, mas nas pessoas. No entanto, não basta treinar. A idéia de que todo conhecimento é importante não oferece o resultado que se espera", destaca o farmacêutico Marcelo Cristian, treinador para o mercado farmacêutico da Desenvolva Consultoria e Treinamento. Ele complementa dizendo que o treinamento ideal deve ser prático, objetivo, ter qualidade, oferecer a linguagem da farmácia, ser aceito pela equipe e entendido como importante para o crescimento, além de ser focado em solução de problemas em resultados, agradável, constante e periódico.

Para alcançar bons resultados, algumas ações são necessárias:
Perceba se o treinamento está alinhado com as necessidades e estratégias da equipe.
Avalie o programa, a aplicabilidade dele para sua empresa e a experiência do treinador.
Faça um levantamento de todas as necessidades de novos conhecimentos de sua equipe.
Monte um projeto anual de treinamento para 2009.
Descubra treinadores dentro da sua empresa: farmacêuticos, entregadores, farmacistas que gostem mais de vender produtos de HPC que outros, perfumistas que possam repassar lançamentos e técnicas de vendas.
Entenda que é necessário ter periodicidade.
Lembre-se de que um treinamento bem planejado serve para corrigir rotas, comunicar estratégias, informar, capacitar, treinar e motivar a equipe.
Avalie o programa em todos os aspectos (local, apresentador, relevância do assunto, tempo,
material utilizado).

O especialista sugere alguns temas:
a) Conhecendo o cliente.
b) Abordando corretamente o cliente.
c) Comportamentos do profissional de sucesso.
d) Vendas agregadas na farmácia.
e) Técnicas de atendimento telefônico de qualidade.
f) Delivery de qualidade.
g) Merchandising e "layoutização".

 

Mais informações http://www.guiadafarmacia.com.br/edicoes/193/artigo117668-1.asp

Desenvolva na Pfizer

Ficamos felizes com a parceria Desenvolva e Pfizer. Mais felizes pelo feedback positivo que recebemos nos 3 eventos desenvolvidos junto a eles (merchandising e tributação para farmácias).

Desenvolva na Pfizer

DESENVOLVA na Farmazul

A Desenvolva esteve com um projeto de capacitação e treinamento na Farmazul. Com o objetivo de desenvolver esta empresa que cresce e precisa de profissionais Capacitados!

Desenvolva na Rede Farmazul

Desenvolva nas Óticas CAROL

Um projeto continuado com o objetivo de capacitar e transformar um grupo de lojas das óticas Carol.

Desenvolva no Projeto Óticas Carol

DESENVOLVA na GALDERMA

Com o objetivo de capacitar sobre o varejo, a Desenvolva esteve na Galderma!

Confira as fotos da Desenvolva na Convençao GALDERMA!

Desenvolva na Galderma

Desenvolva na ACIRC

Este ano, fomos os reponsáveis por ministrar treinamentos na ACIRC - Associação Comercial de Rio Claro. Temas como Liderança, Vendas e Equipes, foram abordados nestes eventos.

2009 tem mais!!

Liderança Acirc

Confira as fotos do Evento onde estive com JONH MAXWELL

SAO PAULO LIDERE

Marcelo em evento " Farmácia - insittuição de saúde"

 
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Marcelo assistindo a palestra do COVEY

 
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Marcelo esteve no HSM Management

 
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Estivemos na FEITEC

 
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Faça 2009!

 

Receita de Ano Novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.


Texto extraído do "Jornal do Brasil", Dezembro/1997.

Entrevista com Marcelo Cherto

Pesquisando sobre ampliar o Marketing para as Redes associativistas de Farmácias, encontrei uma entrevista com Marcelo Cherto. (http://marketingparafranquias.blogspot.com/)
5 x 1 Marcelo Cherto

Empresa: Grupo Cherto
Nome: Marcelo Cherto
Função: Presidente
No. de unidades: Matriz em São Paulo e escritórios regionais em Fortaleza, Buenos Aires e, em breve, também no Rio de Janeiro.


[DENIS] 1- Como você iniciou o trabalho com franquias e redes?
[MC]
Em 1977, cursando o Mestrado em Direito na New York University, nos EUA, descobri o Franchising e voltei para o Brasil, no final de 1978, decidido a me tornar o primeiro advogado brasileiro especializado em Franchising.
Redigi o meu primeiro contrato de franquia no final de 78 mesmo, mas, como havia pouquíssimas empresas concedendo franquias por aqui naquela época, tive que esperar alguns anos para poder ser contratado para redigir o segundo. E, no meio tempo, fui fazendo outras coisas, principalmente contratos que envolviam Marketing, Publicidade, Vendas e outros temas que me encantavam (até mais do que o próprio Direito).
Em 1985, com a aprovação do Estatuto da Micro-Empresa, percebi que estava chegando a hora do Franchising "explodir" em nosso mercado. Em 1986, o Plano Cruzado deu espaço para o brasileiro mostrar seu espírito empreendedor e realizar o sonho de ser dono do próprio negócio. Foi então que nasceu a organização de consultoria que hoje se chama Grupo Cherto. Em 1987, percebendo que, como consultor, eu não conseguiria o espaço (na mídia, juntos às universidades e junto a outros formadores de opinião), propús a um grupo que eu corrdenava, formado por profissionais que gostavam de tema e se reuniam uma vez ao mês para falar sobre Franchising, que formássemos a Associação Brasileira de Franchising, cujo Estatuto original eu redigi à mão, numa folha de papel almaço.

[DENIS] 2- Qual (is), em sua opinião são as principais diferenças entre trabalhar com marketing para franquias e redes e em trabalhar com o marketing tradicional ?
[MC]
A grande vantagem que uma rede de franquias dá ao franqueador está ligada à maior facilidade para orquestrar todos os integrantes da rede (que são os pontos de interação entre o consumidor-final e os produtos e serviços que a rede comercializa), assegurando que cada um desses pontos execute as ações que lhe cabem, no Plano de Marketing, exatamente como devem ser executadas, o que eleva brutalmente as chances de que cada consumidor-final tenha as experiências positivas que o franqueador gostaria que tivessem.
Tanto é assim que muitas organizações não-franqueadoras estão buscando emular, no seu relacionamento com os respectivos canais de vendas não-franquias (redes de Representantes Comerciais, Distribuidores, Revendas, Dealers, Assistências Técnicas e assim por diante), boa parte das características da relação franqueador-franqueados.
Nós, do Grupo Cherto, nos especializamos em aplicar as técnicas e ferramentas típicas das operações de franchising para otimiar o desempenho de canais que nada têm a ver com franquias. Hoje, mais da metade dos projetos em que nos envolvemos já são para empresas não-franqueadoras.
[DENIS] 3- Desde o momento que você começou no mundo de franquias e redes, o que acredita que mudou? (para pior e para melhor)
[MC]
O que mudou para melhor:
- maior profissionalismo, por parte dos franqueadores;
- maior consciência, por parte de quem investe numa franquia, de que não existe "mágica", nem "negócio que funcione sozinho";
- maior disponibilidade de informações a respeito do que é e como funciona o Franchising.
O que mudou para pior:
- a proliferação de consultores e consultorias "sem noção", que nivelam o mercado por baixo. Felizmente, muitos empresários já aprenderam (alguns, da forma mais dolorosa e custosa possível) que duas coisas podem receber o mesmo nome e, mesmo assim, serem bem diferentes. Afinal, tecnicamente, tanto um Lada 1992, como um Jaguar JK 2007, podem ser chamados de carros. Mas eles certamente não são "a mesma coisa".
Minha experiência de vida me ensinou que não há nada no mundo que não possa ser feito um pouco pior, com um pouco menos de qualidade, para ser vendido por um pouco menos de grana. E que, toda vez que alguém me diz que é capaz de me entregar "a mesma coisa" que outro pela metade do preço, é melhor eu sair de fininhho. Afinal, a meta de todo e qualquer empresário deve ser otimizar seus resultados e, para isso, vender o que tem para vender pelo máximo que puder. Se alguém vende "a mesma coisa" pela metade do preço, não é o caso de se perguntar por que será que o que faz?
[DENIS] 4- Qual a pergunta que hoje vc não sabe a resposta e te incomada não saber ?
[MC]
Como expandir o Grupo Cherto para os Estados Unidos?
[DENIS]5- Qual o maior desafio que você já teve na carreira e como solucionou?
[MC]
Meu maior desafio foi aprender a delegar funções que, até alguns anos atrás, eu gostava de achar que só eu saberia desempenhar com qualidade suficiente para assegurar a manutenção do "padrão Cherto de qualidade". Ler o livro do Michael Gerber ("O Mito do Empreendedor Revisitado") mudou minha vida e me ensinou que, da forma como eu agia, eu não era dono da minha empresa; era escravo dela. Percebi que, se quisesse crescer e transformar o Grupo Cherto numa organização global e que pudesse sobreviver a mim, teria que aprender a delegar. Teria que passar a pensar como empresário e não mais como "dono de um negócio" (são duas coisas muito diferentes). Não foi fácil, mas acabei descobrindo que, se souber escolher as pessoas certas para trabalhar na minha organização, elas farão as coisas não apenas tão bem quanto eu: as farão, muitas vezes, bem melhor do que eu.
[DENIS] 6- Como você vê a questão das fusões e aquisições que estão ocorrendo entre franqueadores.
[MC]
Vejo com muito bons olhos. Tanto que o Grupo Cherto se associou à Cypress Associates (uma "boutique de Fusões & Aquisições") para criar um serviço de apoio a empresas franqueadoras interessadas em adquirir ou se fundir com outras, ou mesmo em abrir seu capital, seja via IPO, seja via busca de um ou mais sócios investidores ou estratégicos.
A verdade é que o mercado brasileiro de Franchising clama há tempos por um processo de consolidação. Fuçando meus arquivos, descobri um artigo meu publicado em 1999 no qual eu dizia que o mercado estava prestes a testemunhar muitas fusões, incorporações, aquisições e associações de redes de franquias.
As estradas que levam à consolidação podem ser as mais diferentes. A fusão é apenas uma das formas de se chegar lá. Aliás, operações que podem ser tecnicamente consideradas fusões, só ocorreram duas, até agora: a do China in Box e Gendai, na qual a identidade de cada uma das marcas pertencentes às empresas que se fundiram foi preservada e, assim, cada rede seguirá existindo separada da outra (embora compartilhando de back-office e infraestrutura comum) e a da Quality Cleaners com a Qualittá Lavanderia, em decorrência da qual ambas as marcas deixaram de existir e foram substituídas por uma terceira, que é a combinação de ambas: a Quality Lavanderia.
Seja por fusão, seja por outra forma qualquer, a consolidação vai prosseguir. E se acelerar. Especialmente nos segmentos em que há muitos players, muita pulverização e ninguém detém uma fatia suficientemente grande que lhe assegure o domínio absoluto do mercado.
Nesses casos, escala passa a ter um peso brutal na sobrevivência do negócio de quem não pode apelar para a informalidade absoluta. E, em muitos casos, a única forma de obter escala pode estar em se aliar a outras organizações semelhantes – seja por fusão, aquisição, associação, parceria ou o que for – para aproveitar as sinergias e, assim, otimizar os resultados gerados pelos ativos tangíveis e intangíveis e pelas ações de todos os envolvidos.

Um diálogo bem interessante entre o consumidor e o anunciante

Hora de reavaliar

 

Final de ano é sempre bom para avaliar o que passou. Não como um pensamento saudosista ou mesmo de reclamação, mas, principalmente para estudar os acertos e os erros, planejando o próximo ano.

Esta reavaliação sempre precisa de um referencial para a comparação, caso contrário, os pensamentos se tornam perdidos, soltos e muitas vezes sem o resultado esperado. (Futuro)

Um desses referenciais, parâmetros é a análise dos números. Alguém já disse que os números denunciam tudo. Os números são frios, mas importantes para as decisões a serem tomadas. Algumas análises: Quais os indicadores que sua empresa alcançou? Qual foi o crescimento dos produtos comparados ao ano anterior? Grupos de produtos (medicamentos, não medicamentos, genéricos, HPC, como cresceram? Aí vc pode abrir para os departamentos cada indicador

RH(quantos treinamentos, contratações, demissoes, turnover, custo disso...)

Convênio (empresas conveniadas, empresas conveniadas X funcionários comprando,...)

Compras, estoque...

 

Com essas análises, faça um raio X preciso de sua empresa, diagnosticando como um médico e seus exames a saúde do paciente, no caso sua empresa e a vida da mesma!

Marcelo Cristian - Desenvolva Consultoria

Grandes Redes desconhecem crise e crescem em 2008

 

SÃO PAULO, 23 de dezembro de 2008 - As grandes redes de farmácias cresceram acima do esperado em 2008, apesar da crise mundial, iniciada no setor imobiliário dos Estados Unidos. Um conjunto de fatos contribuiu para esse avanço, como o genérico (cópia dos de referência) que impulsionou a venda de medicamentos e tornou muitos produtos acessíveis ao público de baixa renda.

O "Programa Aqui Tem Farmácia Popular" também foi responsável pelo acesso da população mais pobre a hipertensivos, remédios para diabetes e alguns anticoncepcionais; e permitiu o tratamento com medicamentos de uso contínuo.

A iniciativa - no qual o governo banca 90% do preço do medicamento e 10% é pago pelo cliente - também representa um ganho para as farmácias das grandes redes. "A boa performance vem do lucro em escala e da gestão adequada, fatores que são relevantes e responsáveis pelo sucesso deste tipo de negócio", revela Sérgio Mena Barreto, presidente da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

O País possui 55 mil farmácias. As grandes redes têm cinco mil lojas que representam 46% do mercado. Apenas a Abrafarma é composta por 25 redes, 36% do market share. Apesar da crise, segundo o executivo, as perspectivas para o segmento serão sempre positivas. "O medicamento é um bem essencial", justifica Mena Barreto.

Sem dados fechados, Barreto revela que houve uma alta de 20,89% nas vendas de suas associadas no período de janeiro a outubro de 2008, com faturamento superior a R$ 8,1 bilhões, ante mais de R$ 6,7 bilhões em igual período de 2007. Somente no caso dos medicamentos, as associadas faturaram, nesse período, R$ 6,1 bilhões, 19,96% superior aos R$ 5 bilhões registrados um ano antes.

As vendas de genéricos subiram 27,04% nos dez primeiros meses de 2008, ante igual período do ano anterior, totalizando faturamento de R$ 868,3 milhões. Já as vendas de medicamentos do Programa Farmácia Popular subiram 90,85% no mesmo período, para R$ 136,3 milhões, ante os R$ 71,4 milhões de janeiro a outubro de 2007.

As grandes redes associadas devem crescer 20% em 2008, em comparação a 2007, quando o faturamento total foi de R$ 7,72 bilhões, um aumento de 13,8% frente a 2006, segundo dados levantados pela Fundação Instituto de Administração/USP para a Abrafarma.

Apenas no ano passado, quando a entidade contava com 23 redes associadas, os medicamentos representaram R$ 5,78 bilhões ou 74,79% do faturamento anual. A venda de não-medicamentos também obteve aumento significativo de 13,39%, representando 25,21% do total das vendas nas redes de drogarias. (Silvana Orsini - InvestNews)

Noticías do Mercado

Parecer de Ivan Valente contra Emendas ao PL4385/94 é aprovado na CDC

Nesta quarta-feira, 10/10, a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou o parecer do deputado Ivan Valente, relator das Emendas nº 1 e 2 de plenário ao PL4385/94.

A presidente da Fenafar, Célia Chaves, acompanhou a reunião da Comissão. Após a leitura do relatório, ele foi aprovado por ampla maioria, com apenas 2 votos contrários.

"É a primeira comissão que apreciou o mérito das emendas e já obtivemos uma vitória. Esperamos que as outras comissões acompanhem o resultado na Comissão de Defesa do Consumidor. Também estamos com boa expectativa de que o parecer na Comissão de Saúde seja contrário às Emendas".

Leia, aqui, a íntegra do parecer do Deputado Ivan Valente aprovada na Comissão de Defesa do Consumidor.

Fonte: Fenafar

Farmácia, um estabelecimento de saúde

Data: 10/12/2008

Em reunião realizada ontem (09.12.08) no Gabinete da Presidência do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), na Câmara, o Deputado Federal Nelson Marquezelli (SP) prometeu estudar o Substitutivo do Deputado Ivan Valente ao Projeto de Lei nº 4385, de 1994, da Ex-Senadora Marluce Pinto. O Substitutivo muda o modelo de farmácias e as transforma em estabelecimentos de saúde. O Presidente do Conselho Federal de Farmácia, Jaldo de Souza Santos, acompanhado de representantes de outras entidades ligadas à saúde, participou da reunião, e solicitou do Deputado a votação do Substitutivo, ainda este ano.
O Presidente do CFF disse ao Deputado Marquezelli que o debate sobre o perfil da farmácia vem sendo realizado, na Câmara, há 14 anos, no contexto do Projeto da Ex-Senadora Marluce Pinto e o extrato desse debate foi compilado no Projeto de Lei assinado pelo Deputado Ivan Valente. Esse acordo tomou forma de um Substitutivo que recebe o apoio de todas os profissionais farmacêuticos do País.
O objetivo da reunião, segundo Souza Santos, foi o de explicar ao Deputado Marquezelli que a farmácia não é um estabelecimento comercial e que o medicamento não é um produto que pode ser vendido, indiscriminadamente. “A dispensação de medicamentos, mesmo os livre de prescrição, em comunidades ribeirinhas, cidades interioranas e de baixa densidade demográfica, ou em qualquer outro lugar, não pode vingar, pois o estabelecimento que oferece um produto de natureza especial - o medicamento – e, ainda, oferece um serviço de defesa da saúde dos indivíduos e da sociedade, não é simplesmente um comércio”, completou Jaldo de Souza Santos.
Ao citar os riscos da venda indiscriminada, Souza Santos destacou o número elevado de intoxicações causadas por medicamentos. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de 2006, no Brasil, cerca de 33.000 mil pessoas foram intoxicadas por medicamentos. “Entre as causas, estão o uso acidental, os erros na administração, os efeitos adversos, as interações entre medicamentos e a automedicação”, reforçou o Presidente do CFF.
Além de Dr. Jaldo, estiveram presentes à reunião representantes da Federação Interestadual dos Farmacêuticos (Feifar), do Ministério da Saúde, da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), do Conselho Nacional de Saúde(CNS), da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), e os Deputados Ivan Valente (PSOL/SP) e Alice Portugal (PCdoB/BA).

Fonte: CFF
Autor: Veruska Narikawa

Boa fase da Hypermarcas
Segundo o IMS, empresa é líder de vendas no setor de MIPs
De acordo com a Folha de São Paulo, a Hypermarcas passou as empresas farmacêuticas multinacionais e agora é a líder de vendas no setor de medicamentos isentos de prescrição médica, segundo a IMS Health do Brasil. A empresa, que entrou no setor em 2007, expandiu-se com a aquisição da DM Farmacêutica e da Farmasa - ela é dona de marcas como Doril, Engov e Estomazil.

Troco Amigo da Panvel
Clientes podem ajudar o hospital do Complexo Santa Casa
De acordo com a Pauta Social, os clientes da rede gaúcha de farmácias terão a opção de doar o troco de suas compras para a modernização do Hospital Santa Clara, em Porto Alegre, com reformas, compra de novos equipamentos e aumento do número de atendimentos. O cliente que optar pela doação do troco (qualquer quantia em dinheiro a partir de R$0,05) receberá um comprovante, para que possa futuramente cobrar as melhorias.

Artigo: Quanto vale uma reputação?

Guia da Farmácia

Ciro Mortella

09/12/2008

Reportagens recentes sobre o relacionamento da indústria farmacêutica com os profissionais da medicina, divulgadas em jornais e canais de TV, deixaram de lado um aspecto fundamental: a ética médica.
Profissão das mais respeitadas na sociedade, a medicina se baseia num longo e profundo aprendizado, num saber renovado e acumulado ao longo de toda a carreira e por uma ética que envolve inúmeros aspectos, entre eles a atuação clínica e o relacionamento com os pacientes.
A indústria farmacêutica produz e fornece um bem essencial para a prática médica – o medicamento – e usa os diversos canais de comunicação disponíveis para levar as informações sobre seus produtos para os profissionais habilitados a prescrevê-lo para a população.
O médico precisa das informações dos laboratórios para se atualizar sobre os medicamentos disponíveis, assim como precisa saber das novidades sobre práticas terapêuticas, tratamentos e princípios ativos. São informações que se complementam, sem as quais o médico não pode desempenhar sua função a contento, numa época marcada pela medicina baseada em evidências e a produção acelerada de novos conhecimentos.
Nesse contexto, a visita dos propagandistas dos laboratórios aos consultórios tem uma clara e legítima intenção: a de divulgar entre os médicos as características e as indicações dos medicamentos lançados periodicamente pelas empresas que representam.
No ramo farmacêutico, assim como na área da saúde em geral, a atualização profissional é decisiva. É ela que valida, tanto clínica quanto cientificamente, a escolha deste ou daquele medicamento. É nessa perspectiva que devem ser entendidos os convites dos laboratórios para que médicos profiram palestras ou participem de congressos e encontros de atualização.
Qual é o verdadeiro significado de certas afirmações reproduzidas na imprensa e na mídia eletrônica a respeito da “preocupação com o assédio dos laboratórios farmacêuticos sobre médicos”, ou “o marketing agressivo [que] transmite a imagem de que os novos remédios são mais eficazes e os únicos capazes de curar certas patologias”?
Que os médicos não têm formação nem informação suficientes para escolher as terapias mais adequadas aos seus clientes? Que os médicos abdicariam de sua ética profissional e de seus compromissos com os pacientes, em troca de amostras grátis e viagens?
A que profissionais essas afirmações se referem? Certamente, não aos médicos que levam a sério o Juramento de Hipócrates. Nem aos que, nas palavras de um renomado médico brasileiro, fazem da “medicina uma profissão respeitável”, por meio do “compromisso diário com os doentes (...) e com a promoção de medidas para melhorar a saúde das comunidades”.
O compromisso da indústria farmacêutica não difere daquele assumido pelos doutores. Ele se expressa nos bilhões de dólares investidos anualmente em pesquisa e desenvolvimento (P&D), dos quais resultaram centenas de princípios ativos promissores, atualmente em fase de testes clínicos, para o tratamento de graves enfermidades como aids, doenças materno-infantis, câncer, doenças cardiovasculares, doenças prevalentes entre as mulheres etc.
Médicos e laboratórios têm uma reputação e um importante relacionamento a zelar.
Se a saúde no país vive lá os seus problemas - que não cabe analisar nesse espaço - a medicina brasileira vai muito bem. Transformou-se em referência mundial, graças à qualificação e ao trabalho de profissionais e instituições. E ao apoio da indústria farmacêutica, que lhe fornece algumas das principais armas de seu arsenal terapêutico.
Ciro Mortella é presidente-executivo da Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Febrafarma

Confaz atende a pleito da Febrafarma e prorroga benefícios fiscais em operações com medicamentos

Atendendo a pleito da Febrafarma, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) prorrogou até 31 de julho de 2009 os convênios que isentam de ICMS as operações com medicamentos; as operações com fármacos e medicamentos destinados a órgãos da Administração Pública Direta e Indireta Federal, Estadual e Municipal e a suas fundações públicas; a comercialização de produtos destinados a órgãos ou entidades da administração pública; e a importação de bens destinados a ensino, pesquisa e serviços médico-hospitalares.
Foram prorrogados os seguintes Convênios, que expiravam em 31 de dezembro de 2008:
- Convênio ICMS 104/89, de 24 de outubro de 1989, que autoriza a concessão de isenção do ICMS na importação de bens destinados a ensino, pesquisa e serviços médico-hospitalares.
- Convênio 84/97, de 26 de setembro de 1997, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS na comercialização de produtos destinados a órgãos ou entidades da administração pública;
- Convênio ICMS 140/01, de 19 de dezembro de 2001, que concede isenção do ICMS nas operações com medicamentos;
- Convênio ICMS 87/02, de 28 de junho de 2002, que concede isenção do ICMS nas operações com fármacos e medicamentos destinados a órgãos da Administração Pública Direta e Indireta Federal, Estadual e Municipal e a suas fundações públicas.
Leia a íntegra dos Convênios prorrogados
No pedido de prorrogação feito ao órgão, a Febrafarma argumentou que o fim dos benefícios fiscais poderia acarretar ônus tributário e conseqüente repasse de custos aos preços, com prejuízos para a sociedade e principalmente para a população mais carente, além de aumentar os gastos do governo com medicamentos.

Brasília, 10 de dezembro de 2008 - 18h
Farmacopéia garante a produção nacional de medicamentos

A farmacopéia é um dos institutos de afirmação nacional. Essa é a opinião do diretor presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Raposo de Mello. “A farmacopéia significa a busca da melhoria da qualidade e desenvolvimento tecnológico na área farmacêutica e a garantia da qualidade dos produtos”, ressalta.
Mello participou, nessa quarta-feira (10), da abertura do I Simpósio Internacional

Técnico e Cientifico da Farmacopéia Brasileira, em Brasília. Diretores da Anvisa, representantes da Organização Mundial de Saúde (OMS) e de farmacopéias internacionais, como Europa e Estados Unidos, participam do encontro.
A diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito, também esteve na reunião. Ela revelou que, em breve, o Brasil terá parceria com o a Argentina para que a produção de medicamentos siga regras precisas no momento da fabricação. “Já temos admissibilidade de códigos como o alemão, britânico japonês e, em pouco tempo, o argentino. Desenvolveremos um procedimento comum e harmonizado”, assegurou.
De acordo com Cecília, desde 1999, a Agência assumiu a gestão do regulamento que é financiado pelo poder público e disponibilizado gratuitamente aos cidadãos. “Temos como prioridade, além de atender a população, estabelecer a cooperação técnica com universidades, reduzir custos e estimular a produção oficial de substâncias químicas”, argumenta.
Todo o cuidado com o código tem uma explicação: a Farmacopéia é um trabalho de segurança nacional. A opinião é do presidente da Farmacopéia Brasileira, Gérson Pianetti. “Na história, há dois momentos importantes. O primeiro é o nascimento, que irá completar um século em breve. O segundo é o atual, que é histórico. Vamos traçar nossas metas e a Anvisa comprou a idéia”, acentua.
O Simpósio termina nessa sexta-feira (12). Durante a reunião, serão apresentadas formas de desenvolvimento e processos de farmacopéias internacionais para uniformizar os regulamentos utilizados mundialmente.

Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa

Neo Química lança genérico do Luftal

Fonte: Portal Fator Brasil

Laboratório pretende ganhar espaço no mercado de antiflatulentos, que movimentou R$ 138 milhões nos últimos 12 meses.

Já está à venda nas farmácias de todo o Brasil o Dimeticona Neo Química, indicada em caso de incômodo por excesso de gases no aparelho gastrointestinal. Genérico do Luftal® (Bristol Myers Squibb), o medicamento é muito usado pelas mães para aliviar dores ou cólicas intestinais nas crianças.

O Dimeticona está disponível em frascos de 15 ml (gotas), com ótimo preço e rentabilidade garantida para o ponto de venda. É o que destaca o gerente de Produto do Neo Química, Carlos Júnior. “O nosso produto é competitivo e tem potencial para conquistar uma boa fatia desse mercado”, disse.

De acordo com dados do IMS/Health, o mercado desta apresentação no Brasil apresentou evolução de 5,65% nos últimos 12 meses, com 8,1 milhões de unidades vendidas. Em reais, o crescimento foi de 6,4%, movimentando R$ 67.5 milhões. Nesse cenário, os genéricos apresentaram evolução de 10,7% em unidades e 13,76% em reais.

Medicamento: Dimeticona Fornecedor: Neo Química Classe Terapêutica: Antifiséticos Princípio Ativo: dimeticona Medicamento de Referência: Luftal (Bristol Meyer Squib) Apresentação: Gotas 75mg/ml fr 15ml Número do Ministério da Saúde: 1.0465.0435.001-7 Indicação: No caso de excesso de gases no aparelho gastrintestinal constituindo incômodo, motivo de dores ou cólicas intestinais Contra-indicação: Não apresenta contra-indicação. SAC: 0800 97 99 900.

Neo Química - Há quase 50 anos no mercado, o Neo Química está hoje entre os três maiores laboratórios farmacêuticos em vendas unitárias no país. Mensalmente, são produzidos mais de 300 milhões de comprimidos por meio dos mais modernos recursos tecnológicos e científicos a preços acessíveis para a população. Com mais de 2000 funcionários, o Neo Química está dividido em seis unidades de negócios: Farma, MIP, Hospitalar, Medicamento Genérico, Exportação e Neolatina (propaganda médica) com sede no pólo industrial de Anápolis, Goiás. Está presente em todo país com centros de distribuição no CE, MG e SP e mais de 100 distribuidores parceiros. Desde 2003 exporta para vários países da América Latina e África, até 2010 ampliará a operação para a Ásia e Europa. A empresa possui certificados de Boas Práticas de Fabricação, emitidos pela Agência de Vigilância Sanitária – ANVISA, para todas as suas linhas de produção, os quais são também reconhecidos pela agência reguladora Argentina ANMAT.

Merck produzirá cópias de drogas biotecnológicas

Fonte: Valor Econômico – SP
A farmacêutica Merck disse que está adotando medidas para tornar-se líder na produção de cópias de medicamentos de biotecnologia e vendas nos mercados emergentes, diversificando suas pesquisas por meio de parcerias e novas tecnologias.
Num encontro anual com analistas, a Merck, chamada no Brasil de Merck Sharp & Dohme, tentou assegurar aos investidores que tem a estratégia certa para retomar o crescimento - depois de ter anunciado uma grande reestruturação e prever lucros menores e receita estagnada em 2009, por causa da concorrência dos genéricos, da recessão e outros problemas.
"A Merck já passou por momentos difíceis antes e se recuperou de uma forma que poucas outras companhias conseguiram", disse o presidente Richard T. Clark, referindo-se provavelmente ao desastre envolvendo a retirada do mercado mundial do antiinflamatório Vioxx, em setembro de 2004.
A administração da Merck está lançando uma nova divisão chamada Merck BioVentures, que vai produzir medicamentos novos e já em produção de cópias de medicamentos de biotecnologia. Esses medicamentos, embora já disponíveis na Europa, ainda não foram aprovados nos EUA - um assunto de muita discussão em 2009. O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, defende a possibilidade de produção de cópias deste tipo de medicamento.
A unidade vai utilizar novas tecnologias para acelerar o desenvolvimento de medicamentos, incluindo a glyco-engenharia, à qual a Merck teve acesso em 2006 por meio de uma aquisição, que possibilita a produção rápida de anticorpos e outras proteínas.
Peter Kim, presidente da Merck Research Laboratories, disse que a unidade vai investir US$ 1,5 bilhão em pesquisas até 2015, construir uma fábrica até 2012 e que pretende lançar seis ou mais produtos entre 2012 e 2017.
Clark prometeu que a companhia vai se recuperar depois de um ano de transição em 2009, prevendo que a Merck "será uma das vencedoras da indústria farmacêutica no futuro". A fabricante, que vem insistindo nos planos de conseguir aprovação das autoridades americanas para três novos medicamentos em 2009, possui sete outros em estágios finais de testes, e iniciará testes finais com seis outros.
A Merck disse que caminha para atingir a meta de US$ 2 bilhões em vendas nos mercados emergentes, incluindo China e Índia. A companhia está trabalhando para reforçar as vendas mundiais de produtos existentes, mesmo com eles agora enfrentando a concorrência dos genéricos.
Em sua última iniciativa de reestruturação, anunciada em outubro, a Merck disse que espera eliminar 7,2 mil empregos até 2011 e economizar US$ 4 bilhões até 2013. Mas essa medida vai custar cerca de US$ 1,4 bilhão somente em 2008.
Falta de novas moléculas explica diversificação
A era dos medicamentos blockbusters - uma pílula para milhões - tem ficado na memória do passado recente da grande indústria farmacêutica. A dificuldade cada vez maior das farmacêuticas encontrarem novas moléculas serve como explicação da busca pela Merck por novos negócios.
A biotecnologia é um dos campos potencialmente interessantes e mais lucrativos da indústria, mas exige milhões de investimentos. A escolha da Merck por investir em cópias de medicamentos de biotecnologia significa um atalho para chegar mais rapidamente aos lucros.
O assunto é controverso nos Estados Unidos, mas ganhou o apoio do presidente eleito Barack Obama durante sua campanha eleitoral. O Congresso dos EUA estudará o tema ao longo de 2009, podendo criar uma legislação específica.
Na Europa, esses medicamentos são conhecidos como biosimilares, embora muitos chamem, erroneamente, de biogenéricos. As drogas sintetizadas quimicamente costumam ser copiadas no instante em que a patente expira sem grandes estudos clínicos, apenas testes de equivalência.
No caso dos medicamentos biotecnológicos, as autoridades dos EUA avaliam que os métodos analíticos não podem detectar com exatidão as propriedades biológicas das drogas.
Não há uma substituição direta na medida em que suas substâncias interagem com as proteínas humanas e, portanto, são difíceis de replicação. "Quanto mais complexa a molécula maior o risco de reações adversas", diz o diretor da farmacêutica Roche no Brasil, João Carlos Ferreira.

Minipacote vai reduzir IR, IOF e IPI

Medidas em discussão no Ministério da Fazenda serão apresentadas amanhã por Mantega ao presidente Lula

O Ministério da Fazenda tem praticamente pronto um minipacote de bondades tributárias para anunciar nesta semana, com o objetivo de combater os efeitos da crise. Ele contempla a redução de três tributos: Imposto de Renda (IR), Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em setores como o de automóveis.

As medidas devem ser submetidas amanhã pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao crivo do presidente Lula. A questão das desonerações tributárias, inclusive da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de pagamento, também deve ser debatida em um encontro de Lula com duas dezenas de empresários. O encontro está agendado para amanhã de manhã, no Planalto.

O anúncio das medidas, porém, está sendo repensado, diante das incertezas quanto ao comportamento da arrecadação nos próximos meses. Na edição de ontem, o Estado adiantou que o recolhimento de receitas tributárias em novembro ficou 6% abaixo da meta estipulada pelo governo.

Os detalhes do minipacote são guardados a sete chaves e ainda estão em intensa discussão, mas há uma tendência a que desta vez as medidas beneficiem pessoas, principalmente de classe média. Integrantes da equipe econômica avaliam que as empresas já foram bem atendidas com medidas de desoneração tributária.

Isso não quer dizer, porém, que não haverá medidas pontuais para ajudar os setores mais prejudicados. Para estimular as vendas e evitar demissões na indústria automobilística, por exemplo, o governo estuda conceder uma redução temporária do IPI para automóveis. A alíquota é de 7% no caso dos carros populares, mas chega a 25% nos demais modelos.

Mantega gostaria de fazer a desoneração, mas a medida não é consenso na sua equipe. O temor é que as montadoras, ao invés de repassarem a desoneração para os consumidores, embolsem os recursos do imposto e elevem sua margem de lucro.

O setor pressiona o governo, pois avalia que a liberação de linhas de crédito pelo Banco do Brasil e Nossa Caixa não foi suficiente. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, reuniu-se ontem com Mantega.
A forma de dar um alívio tributário às pessoas físicas também é alvo de controvérsia. Segundo um técnico, há um grupo defendendo uma medida de caráter mais estrutural, que é a mudança na tabela de recolhimento do IR, com a criação de mais alíquotas. Outro grupo defende medidas mais pontuais, específicas para a crise.

Já esteve em análise, por exemplo, a possibilidade de cortar em 10% as alíquotas do IR da pessoa física. Essa medida, porém, já foi descartada porque beneficiaria mais os contribuintes de renda mais elevada do que o público que o governo quer atingir neste momento.
O consumo das pessoas físicas poderia ser estimulado também pela redução do IOF. No início do ano, quando a CPMF deixou de ser cobrada, o IOF nas operações de crédito, câmbio e seguro de pessoas físicas subiu de 1,5% ao ano para 3%. A reversão desse aumento ajudaria a baratear o crédito, uma das prioridades do governo. O governo contempla a hipótese de desfazer, ao menos em parte, os aumentos do IOF promovidos no início deste ano para compensar a perda da CPMF.
DÚVIDA
Reduzir os tributos num momento em que a economia está em desaceleração é uma operação arriscada, que divide opiniões no governo. Pode ser um tiro certeiro para evitar queda da atividade econômica. Nesse caso, o governo conseguiria elevar a arrecadação, mesmo com carga tributária menor.

É uma discussão semelhante à que foi travada com a perda da CPMF - alguns diziam que estimularia a produção e aumentaria a arrecadação. Passado um ano, as receitas dos demais tributos cresceram, mas ninguém prova que o fenômeno esteja ligado ao fim da CPMF. Sérgio Gobetti, Lu Aiko Otta, Fabio Graner E Adriana Fernandes

Enviado por: economes@terra.com.br

Pesquisa revela que preço perde para atendimento no momento da compra

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Info Money Pessoal

SÃO PAULO - O preço perde para o atendimento entre os fatores que o consumidor prioriza no momento da compra. Segundo pesquisa realizada pela TNS InterScience, em parceria com a revista Consumidor Moderno, 58% dos entrevistados disseram que atendimento é básico e imprescindível, enquanto 53% responderam ser o preço e 52%, a qualidade do produto ou serviço.

Para 95% dos entrevistados, um bom atendimento é mais importante que preço e qualidade. De acordo com um dos realizadores do estudo, Roberto Meir, esse índice não é uma surpresa. "Somos a pátria do atendimento e servimos de benchmark [padrão] para vários países. Além disso, o consumidor está cada dia mais consciente de seus direitos e cobra isso das empresas", explicou.

Os dados, coletados de 1.250 pessoas de cinco capitais do Brasil e divulgados nesta quarta-feira (10), mostraram que a importância do atendimento é maior na seqüência: São Paulo (68%), Porto Alegre (65%), Rio de Janeiro e Belo Horizonte (63%) e Recife (54%).

Importância do preço

De acordo com o estudo, em Recife, o primeiro atributo analisado no momento da compra é o preço, com 60% de indicação, enquanto em Porto Alegre é o atendimento (65%). Ainda quando o assunto é o bolso, cariocas e belo-horizontinos estão bem atentos, com 72% de menções à importância do quesito.

Diferencial e agregador de valor

Enquanto qualidade, atendimento e preço estão entre itens básicos e imprescindíveis no momento da compra, um diferencial apontado foi o monitoramento da satisfação dos clientes, com 26% de indicação. "Hoje, o consumidor está muito mais atento às empresas que se preocupam com suas necessidades e anseios e leva isso em consideração na hora da compra", disse a diretora de Negócios da TNS InterScience, Ivani Rossi.

Em relação aos itens considerados agregadores de valor, responsabilidade social esteve com 42% das indicações, sem muita modificação em relação ao ano passado, a não ser pelo fato de os cariocas se destacarem em primeiro lugar na preocupação com o assunto (44%), enquanto em 2007 eram os paulistas, que estão na segunda posição, com 42% das indicações.

Como agregador de valor, responsabilidade ambiental teve 40% de respostas, com destaque para os moradores do RJ (49%) e de SP (42%). Outro item citado como agregador foi a propaganda, com 42% das respostas. "Muitos acreditam que uma propaganda ética, séria e comprometida deva ser um valor intrínseco a qualquer pessoa e, por isso, muitos consumidores nem citam", disse Meir.

Farmacêuticas reduzem produção e pessoal Crise e concorrência em genéricos provocam fechamento de postos de trabalho


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A AstraZeneca vai eliminar 1,4 mil empregos. A medida faz parte da estratégia de corte de custos da companhia diante da crise e do crescimento da concorrência dos medicamentos genéricos. Segundo o laboratório, os cortes e o fechamento de fábricas na Espanha, Bélgica e Suécia até 2013 se somam à eliminação de 7,6 mil postos até 2010 e fazem parte do plano de economia de custos já anunciado anteriormente.
A Pfizer,a Merck, a Schering-Plough e a Wyeth também estão reduzindo suas folhas de pagamentos. A GlaxoSmithKline também informou seus planos para eliminar mais de 2 mil postos de trabalho.
As informações são do Saúde Business Web.

Falta de crédito já reduz venda de medicamentos ao varejo

(Gazeta Mercantil)

Jornalista: Anna Lúcia França

09/12/2008 - Em novembro, pela primeira em doze meses, o setor farmacêutico registrou um recuo nas vendas. Os números ainda não foram contabilizados completamente, mas já há uma retração no movimento, segundo o secretário-geral da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip), Sálvio Di Girólamo. "Pela primeira vez no ano o mercado decresceu em volume, como reflexo da crise de crédito", diz Girólamo.

Ele explica que os grandes atacadistas estão mais criteriosos na hora de conceder crédito ao varejo, especialmente aos pequenos negociantes. "Além disso, eles também estão reduzindo seus estoques". Como a indústria farmacêutica vende a crédito e o atacado repassa até o varejo, é possível que os consumidores já comecem a sentir no bolso a redução de crédito para os medicamentos. De acordo com o representante da indústria, é possível que haja ainda desabastecimento de algumas farmácias cujo crédito esteja comprometido.

A direção da indústria de medicamentos isentos de prescrição, os chamados MIPs - segmento que responde por cerca de 30% do mercado farmacêutico, com faturamento de R$ 7,5 bilhões ao ano - esteve reunida ontem com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, para reivindicar normas mais rigorosas em relação às cópias de embalagens de remédios e mudanças nas regras de preços para os medicamentos sem prescrição. "A falta de uma regra para cópias tem afastado muitos investimentos da indústria pela falta de segurança num mercado extremamente competitivo", diz Girólamo.

Segundo ele, quando uma empresa copia a outra a vítima tem de entrar com uma ação contra a outra que pode durar anos. Enquanto isso, os medicamentos são vendidos normalmente. "Queremos uma norma que atue mais rapidamente, retirando essas cópias do mercado porque neste segmento as margens são muito reduzidas e tempo faz diferença", acrescenta. Outra questão diz respeito à mudança de regras para precificação dos MIPs. "Controle de preços deve ser aplicado a oligopólios e não é o que acontece neste setor, onde temos mais de 60 mil marcas concorrendo em algumas categorias", acrescenta Girólamo. Ele explica que há ainda confusão de estabelecer preços para produtos indicados, por exemplo, para dor e febre. "Muitas vezes, o mesmo produto serve para as duas coisas, mas a forma de cálculo do preço é diferente", acrescenta.

Propaganda

Os MIPs ainda lutam bravamente contra as mudanças das regras das propagandas que devem limitar os anúncios, especialmente na TV e no rádio. Há mais de dois anos sendo discutida, a mudança de regras se arrasta até por falta de objetividade, segundo representantes do setor. "Quando se começou a discutir eram mais de 45 advertências que deveriam ser incluídas na propaganda, ou seja, quase 13 segundos num anúncio de 15 segundos, o que inviabiliza qualquer iniciativa", explica o diretor da divisão de MIPs da Nycomed, David Zimath. Segundo ele, o setor entende que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), quer intensificar o consumo responsável de remédios. "Mas não é na mídia que se vai explicar tudo. As explicações precisam estar na bula", afirma o representante da companhia que lidera o mercado de analgésicos com a Neosaldina.

  

Segundo Girólamo, a propaganda é essencial nesse segmento. "E os estudos mostram que o consumidor só fixa três informações, então é preciso reforçar a marca, a indicação do produto e abrimos mão da indicação de como consumir para incluir a advertência sobre a necessidade de se procurar um médico na persistência dos sintomas", explica. Qualquer coisa além disso, a indústria acredita que deva estar na bula. Por ser fundamental ao setor, eles investem cerca R$ 900 milhões só em publicidade ao ano. Por conta disso, o destaque, premiado ontem, em São Paulo, ficou para Hypermercas que em menos de um ano já se destaca na liderança dos MIPs, após aquisição da DM e da Farmasa, investindo R$ 230 milhões em marketing só este ano.

ABCFARMA - Farmameeting - Perspectivas 2009

 

Olá ,

Estou no evento Farmameeting

O endereço do evento é:
http://visaogrupo.com.br/farmameeting
 

RES: NOTICIAS DO SETOR 01-12

 

Fonte: Valor Econômico - 28/11/2008
Notícia publicada em: 28/11/2008 11:54:00
Jornalista: Lílian Cunha

"Empurroterapia" chega à Anvisa
A prática da "empurroterapia" nas farmácias - vendedores que oferecem medicamentos similares no lugar dos remédios de marca, ou dos genéricos, para ganhar comissão dos seus fabricantes - é antiga no país. Mas seu tamanho já incomoda os grandes laboratórios e as maiores redes do setor. De cada dez remédios vendidos no país, pelo menos quatro são similares, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Remédio similar é aquele que contém um ou mais princípios ativos iguais ao do medicamento de referência. O similar tem registro no Ministério da Saúde, mas, ao contrário dos genéricos, não possui comprovação técnica de que seja absorvidos em igual quantidade e na mesma velocidade pelo organismo.
O desconforto com a situação é tal que a Abimip (Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos isentos de prescrição), que reúne laboratórios de grande porte (como o da Hypermarcas e o Mantecorp), fez uma denúncia à Anvisa. "Alguns laboratórios pagam comissão para que farmacêuticos e balconistas empurrem certos medicamentos ao consumidor quando eles pedem o de marca ou até o genérico oficial", diz Sálvio Di Girólamo, secretário geral da entidade. Boa parte desses fabricantes, segundo ele, é da área de similares. "Temos um documento distribuído pelo laboratório Medquímica a uma rede de farmácias com a lista dos medicamentos que devem ser `empurrados` no caso de o consumidor pedir determinado genérico ou certo medicamento de marca", diz Girólamo. O laboratório, procurado várias vezes pelo Valor, não quis se pronunciar. A Abimip apresentou à Anvisa em abril passado uma proposta de norma para coibir esse sistema de bonificações. No dia 6 de novembro a agência instituiu um novo programa para especificar melhor suas áreas de regulamentação. "Pelo programa, a Anvisa assume que deve se preocupar com práticas de mercado o que para nós é um alívio", diz Girólamo.
A "empurroterapia" é uma prática irregular, diz a Anvisa. Pelas normas da agência, somente o farmacêutico - e não o balconista - pode indicar outro remédio além do prescrito pelo médico. "Na verdade, só pode indicar um genérico. Os similares não são substitutos permitidos", disse ao Valor Dirceu Raposo de Mello, diretor-presidente da Anvisa. "A `empurroterapia` é uma prática disseminada, uma briga comercial entre laboratórios que afeta questões sanitárias e em alguns momentos passa para o campo da ilegalidade". É por isso que a classe médica tem por hábito, na hora de receitar um remédio, prescrever o de marca ou o genérico, de acordo com o Conselho Federal de Medicina.
O que faz, então, o similar ser o preferido dos consumidores na farmácia? Geraldo Gadelha, superintendente de relacionamentos institucionais da rede de farmácias Pague Menosaponta uma possível razão. Muitos laboratórios de similares mandam vendedores para conversar na própria farmácia com o balconista ou o farmacêutico. "O representante do fabricante, nesse momento, faz um trato particular com o funcionário para que ele receba comissões ao indicar tal ou tal remédio", diz o executivo. "Na Pague Menos o empregado assina um termo de conduta de ética que proíbe acordos assim."
É por isso que a "empurroterapia" acontece com mais intensidade em drogarias e farmácias de bairros de classe média, média baixa, periferias e no interior do país, segundo a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias, que congrega as 23 maiores redes do país. "A Abrafarma é totalmente contra essa prática", diz o presidente-executivo da entidade, Sérgio Mena Barreto. "A maioria das grandes redes sequer trabalha com medicamentos similares para evitar problemas desse tipo."
As redes, segundo, Barreto, fazem suas compras em grande escala diretamente dos laboratórios, eliminando a figura do distribuidor ou do vendedor que vai de farmácia em farmácia, fator que diminui a margem para a proliferação da empurroterapia. Além disso, são alvos constantes da fiscalização. "Existem quase 60 mil farmácias e não há nem mil fiscais no país", diz Marcos Arede, diretor comercial da Drogaria Onofre. "Não há como fiscalizar todas. Por isso a Anvisa e as Covisas (as Coordenações de Vigilância Sanitária de cada estado ou município) se concentram nas redes", diz ele. Raposo, da Anvisa, concorda. É por isso, segundo ele, que a fiscalização da agência depende de denúncias. "O cidadão precisa denunciar a prática. Mas na maioria das vezes, ele sequer sabe que está participando de uma irregularidade."
O costume de "empurrar" um similar está tão disseminado que chega a limitar a expansão de grandes redes de farmácia, segundo Antonio Carlos Pipponzi, presidente da Droga Raia. "Não há como a gente colocar uma loja na periferia ou em bairros mais distantes porque não temos como competir de igual para igual com essas farmácias. Eles ganham comissões dos laboratórios e sonegam impostos. É uma competição matematicamente desleal

MEDICAMENTO: ANVISA PROÍBE REMÉDIOS COM CFC (Folha de S. Paulo)

A Anvisa determinou que medicamentos que contêm o gás CFC (clorofluorcarbono), como bombinhas para asma, não poderão ser produzidos ou importados a partir de 1º/1/2011. Eles deverão incluir em suas bulas e embalagens até 31/ 7/2009 o aviso: "Este produto contém substâncias que agridem a camada de ozônio e por isso será substituído. Procure seu médico para orientações". Uma alternativa ao CFC é o HFA (hidrofluoralcano), já utilizado em vários remédios.

Fonte: Folha de S. Paulo
Jornalista:
Indefinido

Farmacêuticas reduzem produção e pessoal
Crise e concorrência em genéricos provocam fechamento de postos de trabalho

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A AstraZeneca vai eliminar 1,4 mil empregos. A medida faz parte da estratégia de corte de custos da companhia diante da crise e do crescimento da concorrência dos medicamentos genéricos. Segundo o laboratório, os cortes e o fechamento de fábricas na Espanha, Bélgica e Suécia até 2013 se somam à eliminação de 7,6 mil postos até 2010 e fazem parte do plano de economia de custos já anunciado anteriormente.

A Pfizer,a Merck, a Schering-Plough e a Wyeth também estão reduzindo suas folhas de pagamentos. A GlaxoSmithKline também informou seus planos para eliminar mais de 2 mil postos de trabalho.

As informações são do Saúde Business Web.

Presidente da Abrafarma recebe título de líder empresarial
Setores farmacêutico e de biotecnologia dão o título à Sérgio Mena Barreto

Sérgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma é eleito pela segunda vez líder empresarial nacional dos setores farmacêutico e de biotecnologia. A votação foi organizada pelo Fórum de Líderes Empresariais.

Os membros do Fórum são eleitos por leitores da revista Líderes, entre eles empresários e executivos de todo o Brasil, em votação livre e sem pré-candidaturas. A iniciativa tem como objetivo reunir profissionais para discutir temas estruturais de relevância para o desenvolvimento do País. fonte gf

Cresce o número de crianças e adolescentes com diabetes
A doença cresce cerca de 3% ao ano como conseqüência do sedentarismo, obesidade e maus hábitos alimentares

O RBS informa que o Ministério da Saúde está preparando para 2009 uma pesquisa para identificar a população jovem com a doença, numa tentativa de averiguar os fatores de risco e atuar na prevenção deles.

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O diabetes traz complicações, disfunções e insuficiência de vários órgãos, especialmente olhos, rins, nervos, cérebro, coração e vasos sangüíneos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é essencial para que nosso corpo funcione bem e possa utilizar glicose como principal fonte de energia. fonte gf

Fonte: Gazeta do Povo - 28/11/2008
Notícia publicada em: 28/11/2008 12:29:00
Jornalista: Indefinido

Chance de cura é de 85%
A perspectiva da criança com câncer é de 85% de chance de cura, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Desde 1970, ocorre um aumento das taxas: em 1967, a possibilidade de cura da leucemia linfóide aguda, a mais comum, acontecia em 25% dos casos. Em 1997, já era mais de 80%.
A maioria das crianças também tem boa qualidade de vida após o tratamento adequado. Atualmente, as crianças com câncer só não têm um maior índice de anos de vida ganhos do que as mulheres com câncer de mama, segundo o Inca. Se a criança que teve câncer passar dez anos sem problemas graves de saúde, a chance de vida dela fica igual à população geral, observa o responsável pela oncologia pediátrica do Instituto do Tratamento de Câncer Infantil, Vicente Odone Filho.
A sobrevida média de cinco anos após o tratamento acontecia em 27% dos casos, em 1960. Em 1990 subiu para 70% e, para 2010, a previsão é uma sobrevida de 85%. O aperfeiçoamento no diagnóstico e o surgimento de novos tratamentos resultaram nesse aumento.
Existem hoje no mercado medicamentos como o Fasturtec, que ajuda a prevenir a insuficiência renal, complicação grave relacionada a dois tipos de tumores - Leucemia linfóide e Linfoma não-Hodgkin (leia mais no quadro). O medicamento converte altas taxas de ácido úrico concentradas nos rins, que comprometem o bom funcionamento do órgão, em um composto facilmente eliminado. De acordo com a fabricante, a Sanofi-Aventis, estudos mostraram que quatro horas após a ingestão do Fasturtec ocorre redução de 86% do ácido úrico, evitando a necessidade da diálise.

Fonte: Valor Econômico - 28/11/2008
Notícia publicada em: 28/11/2008 11:55:00
Jornalista: André Vieira

O plano para o Farmácia Popular
O Ministério da Saúde pretende ampliar a rede privada de varejo credenciada ao programa conhecido como Farmácia Popular para tentar levar medicamentos a uma parcela maior da população. A intenção do ministério é aumentar a extensão do programa de 5 mil farmácias para cerca de 20 mil estabelecimentos no país até 2011.
"Com esse número, achamos que é possível interferir na curva de acesso a medicamentos", afirmou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães, na semana passada.
A lista de medicamentos que fazem parte do programa aumentará em dezembro. Cinco novos remédios de uso contínuo para tratamentos de asma leve e osteoporose serão incluídos na lista, que tem agora nove remédios para hipertensão e diabetes além de cinco contraceptivos femininos. Segundo Guimarães, 800 mil hipertensos e 220 mil mulheres compram medicamentos por meio do programa.
Diferentemente do primeiro programa, pelo qual os laboratórios oficiais fornecem os remédios baratos para farmácias criadas pelo próprio governo em convênios com as prefeituras, a segunda fase do Farmácia Popular funciona no sistema de co-pagamento. O governo subs

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Festa de Final de ano, idéias e dicas

 

reveilon

         Gosto da idéia de confraternização, só me preocupa quando esta é a única oportunidade da empresa se reunir.

Algumas empresas a comunicação é tão ruim que mesmo essa única oportunidade é montada pelos próprios funcionários.

Algumas empresas, ainda enxergam esse encontro como se fosse uma despesa e não como um investimento. Outras, para piorar, vinculam a festa de confraternização com resultados...

Claro que quando a empresa não possui outras oportunidades de se reunir, esta também será encarada como desperdício.

Defendo a idéia de que esse último encontro do ano seja para valer a pena. Essa de apenas brindar um ano que passou sem o comprometimento para as mudanças para o ano que vem está por fora!

O que você pode fazer na confraternização:

  1. Utilize como uma ferramenta motivadora;
  2. A empresa precisa fazer parte da organização. \saiba o que está acontecendo;
  3. Faça uma retrospectiva sobre o que houve no mercado, descubra as coisas boas para falar. As ruins, ou melhor as que precisam ser melhoradas, deixe para quando você realizar a primeira reunião do ano, que trata do planejamento;
  4. Antecipe as coisas boas que acontecerão: reformas, troca de mobiliário, casamentos, programas de treinamento;
  5. Chame seus gerentes e passe orientações. Divertir-se é válido, mas como consultor tenho visto casos e mais casos de excelentes profissionais que geral resultados também gerando problemas em festas como essa! Bom senso e cabe ao líder enfatizar
  6. Crie um clima amistoso na festa;
  7. Seja diferente
  8. Faça um convite (impresso) para que todos estejam presentes;
  9. Vá conversar pessoalmente com funcionários que não queiram ir;
  10. Se você se planejou, utilize os brindes adquiridos durante o ano para presentear a equipe;
  11. Evite sorteios, Empresas vivem de resultados e nao de sorte!  Distribua os melhores presentes devido a MERITROCRACIA.

Brindes melhores pode ser utilizados como ferramentas

    • Melhor atendente
    • Melhor Vendedor
    • Profissional destaque
    • Crie suas premiações
    • Melhor Gerente
    • Gerente Destaque
    • Reconhecimento da Equipe
    • Reconhecimento dos Clientes. (Peça para os clientes votarem nos funcionários)

O que a Desenvolva já fez e você pode fazer em sua empresa.

  • Faça um concurso de Talentos (poesia, música, teatro)
  • Peçam para que tragam um kg de alimentos e depois levem todos a uma instituição;
  • Tire fotos, imprima e depois coloque no mural
  • Faça uma dinâmica dos SONHOS: A Desenvolva em eventos como esse faz e dá muito certo. PEça para escreverem seu sonho em um papel, coloque dentro de uma bexiga e enxa com gás hélio. Solte todos juntos para o céu.
  • Combine com 3 pessoas sobre como é trabalhar na sua empresa.

Marcelo Cristian Ribeiro

marcelo@desenvolvaconsultoria.com.br

Drogaria Onofre vai vender remédios e cosméticos na Casas Bahia

 

Parceria começa com 10 lojas da rede varejista e deve se expandir a 80 lojas até agosto de 2009, em um projeto que consumirá R$ 10 milhões e venderá medicamentos e cosméticos por boleto bancário

Época Negócios

A Drogaria Onofre e a Casas Bahia firmaram uma parceria inédita. A rede de farmácias vai vender medicamentos, produtos de perfumaria e cosméticos em 10 lojas da rede varejista a partir deste mês. A intenção é estender a parceria para mais 70 lojas da Casas Bahia até agosto de 2009.

A Onofre terá um espaço de nove metros quadrados dentro das lojas da Casas Bahia. Cada quiosque será equipado com computadores conectados à internet e cinco promotores auxiliarão os clientes em suas compras, que serão realizadas pelo canal Onofre em Casa, que entrega hoje 170 mil pedidos por mês e responde por 35% do faturamento da rede, que deve ser de R$ 800 milhões neste ano.

O diferencial do modelo é que os clientes da Casas Bahia terão crédito pré-aprovado e poderão pagar as compras com boleto bancário ou cartão de crédito, parcelando em até seis vezes. Para pagamentos à vista, a Drogaria Onofre oferecerá descontos.

O projeto, que tem sua comunicação assinada pela agência W/Brasil, consumiu investimentos totais de R$ 10 milhões.

A Onofre em Casa oferece cerca de 15 mil itens, entre medicamentos e cosméticos, com entrega em domicílio. A Drogaria Onofre tem 34 unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Vitória (ES). Com a parceria, vai ampliar esse número de forma mais rápida.

O que o Rogério Ceni pode ensinar para nossos funcionários

Rogerio_ceni

Independente do time que você torce, vale a pena ler este post. Afirmo que não sou São Paulino, mas aprendi a valorizar e tirar lições para o desenvolvimento.

O que esse goleiro, artilheiro do São Paulo que joga desde 1990 neste time pode nos ensinar.

1) Rogério CENI ama o SPFC: 

Só pode ser isso, pois com 18 anos jogando nesse time com vários títulos e enquadrado como um dos melhores jogadores do mundo o craque já deve ter recebido muitas propostas para trocar de empresa. E, não foi! Diz que ama esse clube.

"Isso aqui é o sentido da minha vida, o que há de mais essencial, junto com as minhas filhas. Para mim, não teríamos férias. Graças a Deus saímos campeões. E isso tira um peso das costas da gente e dá uma alegria muito grande"  - comemora o capitão são-paulino, em entrevista à Rádio Globo

Sobre a oferta:

" Não era da Espanha, nem da Itália. Era de outro país. Passei o assunto para o Juvenal e a minha saída ficou nas mãos dele. Estou muito feliz no São Paulo e nem penso em trocar de clube. Não me vejo vestindo outra camisa"  – comentou Ceni, jogador que mais vestiu a camisa do São Paulo na história (771 jogos) e maior goleiro artilheiro do mundo (78 gols). Lancepress

Será que nossos funcionários se sentem orgulhosos em trabalhar em nossas empresas? Será impossível ouvir de um funcionário que ele não se vê trabalhando em outra empresa.

2) Rogério Ceni pensa a longo prazo

Observe que por 7 anos ficou como reserva do Zetti.

Rogério Ceni. Para surpresas de todos, ele conseguiu achar rapidamente o seu espaço, mesmo com a responsabilidade de substituir Zetti, bicampeão da Libertadores e Mundial pelo clube.Imagine se ele fosse precipitado? Se não amadurecesse sua técnica? Se trocasse de time?

Destaco também que muitos jogadores almejam a fama e querem o reconhecimento da mídia! Ceni não se preocupa com isso1. Observe que ontem nem mesmo foi na comemorãção do SPFC.

3) É diferente

Um goleiro reconhecido mundialmente por suas habilidades é um fato que o diferencia, mas, um goleiro artilheiro? Especialista em bater falta próxima a área? Batedor oficial  de penaltys no time? Isso o torna diferente.

spfc-campeao05 Observe seus gols:

  • Total de gols marcados: 85
  • Gols de falta: 47
  • Gols de pênalti: 36
  • Gols em amistosos (não-oficiais): 2 (ambos de falta)

Dados atualizados até 20 de outubro de 2008.

O mais importante em ser diferente é o reconhecimento do outro em relaçao a isso e os benefícios que trazem. Observe a mensagem que a torcida lhe dá: " Todos tem goleiro, só nós temos Rogério CENI."

Quantos funcionários só fazem o que lhe pedem? Quantos profissionais não possuem interesse em aprender coisas novas? Treinamento? Anos e anos fazendo a mesma coisa na empresa e ainda querem ser promovidos. Sem esforço extra, sem nada que o diferencie. Seremos elogiados pelo extra e não por aqui que é nossa obrigação em fazer!

4) Ele treina para ter sorte e ser diferente

Essa informação não é oficial, mas penso que após os treinos onde Ceni treinava para ser goleiro, chamava o goleiro reserva e ficava após horário de treino estudando técnicas para fazer isso melhor!

Hoje, ele treina 1 hora e meia a mais para que ele seja diferente.

5) Líder

É lider de seu time, capitão não só no cargo mas nas responsabilidades. Mas para isso, precisou desenvolver as habilidades necessárias para ocupar esta responsabilidade:

algumas:

VISÃO DE JOGO, COMUNICAÇÃO, EXEMPLO, GOSTA DO QUE FAZ, NÃO ALMEJA E BUSCA A MÍDIA.

 

Marcelo Cristian

Desenvolva