Fiado é um mau negócio??/?

 

Como consultor de empresas, ao chegar na primeira Reunião com o cliente, naquela que serve para levantar as necessidades o primeiro ponto levantado é o fiado!

Fiado entende-se por crediário, aquelas contas administradas pela própria farmácia.

O que ouço muito é que o Fiado é ruim, que o dinheiro é jogado fora, alguns já até acabaram e outros querem acabar com o crediário e transformar as operações em a vista (entendam-se nesta modalidade também os cartões). Diz-se também que a perda é grande!

Quero discutir aqui alguns fatores que precisam ser avaliados antes de se posicionar e fazer observações sobre esta modalidade de negócio:

1. Em seu relatório qual a porcentagem de não recebimentos? Quantos % correspondem?

2. Sua empresa tem um projeto de crediário? Um processo para o crediário?

3. Contrato para os clientes que querem abrir cadastro?

4. Cartas, ligações com periodicidadade?

5. Existem critérios para abertura do cadastro

6. Como funciona as cobranças?

7. Em resumo, nos importamos em abrir? em cobrar?

8. Minha empresa sabe que o cliente do fiado é fiel? E o cliente da modalidade “a vista” busca preço e está sempre buscando isso, independente da farmácia?

9. Será que a farmácia sabe que existem clientes que não querem, por uma questão de cultura trabalhar com cartões e não migrariam para um formato de compras diferente do que está habituado. Um grande exemplo são as farmácias de bairro que possuem clientes que não querem trabalhar com cartões.

 

  1.  

Mãe e Filha!

Drogaria São Paulo incentiva hábitos saudáveis

 
Todas as unidades com espaço para terra e luz natural recebem recursos para o cultivo de legumes, verduras e temperos
A Drogaria São Paulo, líder no mercado de drogarias em São Paulo com 240 lojas, investe na qualidade de vida de seus funcionários incentivando o plantio de verduras, legumes e temperos em pequenas hortas instaladas nos fundos das lojas.
Todas as unidades da rede com luz natural, pedaço de terra, espaço para vasos ou canteiros e que tenham colaboradores interessados na atividade recebem apoio para cultivar hortas, com recurso para ferramentas, terra, adubo orgânico, mudas e sementes.
A manutenção de todo o plantio é feita pelos funcionários, desde o cultivo à colheita. Os mantimentos e temperos fresquinhos podem ser consumidos livremente por quem os cultivou ou serem levados para casa e compartilhados com a família e amigos.
Hoje, grande parte de suas lojas possuem canteiros de horta repletos de alimentos naturais, o que demonstra a expansão da conscientização de sustentabilidade e de hábitos saudáveis entre os funcionários. O ato de plantar desperta o sentimento de cooperação entre a equipe, distrai a mente e ajuda minimizar o estresse diário, além de produzir alimentos frescos, de qualidade e prontos para o consumo.
A Drogaria São Paulo acredita que investir em hábitos saudáveis e incentivar trabalhos orgânicos beneficia a população como um todo, pois os funcionários envolvidos automaticamente vão levar esses valores sustentáveis para filhos, familiares e amigos. Hortas caseiras e ações de sustentabilidade fazem bem para a mente, paladar e principalmente para o planeta.
Fonte: Drogaria São Paulo

Aumento das Vendas em Farmácias é puxado por Beleza e Perfumaria

 

Essa expansão está associada à diversificação do mix de produtos nos pontos de venda
A venda de não medicamentos é o que mais cresce nas farmácias brasileiras, segundo levantamento da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) feito no primeiro trimestre. A pesquisa também mostra que as vendas de produtos do segmento de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos cresceram 28,65% no período com faturamento de R$ 800 milhões.
O setor como um todo movimentou R$ 2,88 bilhões, valor 23,41% maior do que o faturamento registrado nos primeiros três meses de 2008. Desse total, a maior parte ainda vem da venda de medicamentos, que cresceu 21,49%, para R$ 2,074 bilhões.


As informações são do IG

Curso de Administração no FARMAPOLIS

Segundo Dia no Farmapolis

 

O segundo dia no evento Farmapolis começou com o curso “ Administração no Varejo Farmacêutico”. Por 4 horas, os farmacêuticos presentes puderam conhecer as tendencias do mercado varejista farmacêutico e as influencias que este tem sofrido.

As rotinas de uma farmácia foram discutidas nesta apresentação, oferecendo aos participantes o conhecimento sobre os departamentos de uma farmácia, como funcionam, interagem e geram resultados.

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Vejam o que falaram do curso ministrado pelo  Marcelo Cristian e Lima no Farmapolis:

“Gostei muito, abriu uma nova visão sobre o comércio de medicamentos”

“ O Curso de Administração Farmacêutica, foi extremamente importante para minha carreira profissional” Parabéns aos Consultores Marcelo Cristian”  -  Lima Cláudia Leite

“ Adorei o curso, foi muito importante para me ajudar na decisão de buscar aprimoramento na área de administração farmacêutica, já que apenas o curso de graduação não prepara para os desafios do trabalho.

As informações foram muito bem expostas, de maneira direta e os exemplos e histórias que foram passados ajudam na compreensão. Ana Isa Pedroso

DESENVOLVA NO FARMAPOLIS - Florianópolis

Tributação no Farmapolis

O consultor Lima e Marcelo Cristian por 4 horas discorreram na 14 edição do FarmapolDSC_4098is 2009 sobre o tema Tributação no Varejo Farmacêutico.

Foi discutindo com os congressistas sobre os impactos que a tributação tem causado e apresentando as soluções que o treinamento foi ministrado.

o ponto chave do treinamento comentado após o treinamento foi o fato que dos empresários não era exigido estes conhecimentos. Situação que mudou com as novas regulamentações realizadas no sitema tributário como a Substituição, Nota Fiscal eletrônica.

DSC_4037 Conhecer sobre o assunto é posicionar a empresa de forma estratégica diante das adversidades do mercado.

 

“Parabés ao palestrante bem focado e preocupado com o entendimento dos participantes” Cassiano Martins

“Estava ótimo!!! Não tem como fugir do conhecimento, principalmente quando se é proprietário de farmácia!

“ Achei muito bom, tirei muitas dúvidas, espero fazer outros cursos com vocês. Vocês são ótimos! Neusa coelho

“ Ótima Palestra, bastante esclarecedora. Ajudou muito principalmente a questão da ST” Liziane

 

 

 

Este curso pode ser levado para sua empresa, farmácia, associação. Entre em contato: contato@desenvolvaconsultoria.com.br

USP vê erro em 10% das receitas médicas

11/05/2009 - 07h45 LUCAS REIS
da Folha Ribeirão

A cena é comum: após a consulta no consultório ou hospital, o paciente chega à farmácia com a receita na mão, mas ninguém entende o que está escrito. O farmacêutico liga para o médico, que traduz a letra. Caso contrário, o paciente deixa a farmácia de mãos vazias.

Pesquisa da USP mostra que uma em cada dez receitas médicas prescritas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto traziam algum tipo de erro.

Ao todo, 3.456 prescrições médicas feitas entre outubro de 2006 e março de 2007 foram analisadas pela farmacêutica Alexandra Cruz Abramovicius, autora da dissertação de mestrado na USP.

Edson Silva/Folha Imagem
Farmacêutico mostra receitas médicas em farmácia da região central de Ribeirão Preto
Farmacêutico mostra receitas médicas em farmácia da região central de Ribeirão Preto

O resultado, de acordo com a autora, tem uma margem acima do tolerado, que varia de 2% a 5%. O estudo ainda detalha os tipos de incorreções. Das 313 receitas com erros, 20% tinham falhas de prescrição, ou seja, letra ilegível, uso de abreviaturas, falta de concentração do medicamento ou prescrição por nome comercial.

Outros 61,3% continham erros administrativos: falta de assinatura ou CRM do médico, erro no centro de custo de internação ou falta de assinatura.

"O maior problema das receitas erradas é que o paciente pode pegar o remédio errado, e isso é extremamente perigoso", disse Isac Jorge Filho, conselheiro do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo).

"Nem sempre é fácil para o farmacêutico falar com médico naquele momento. Há pacientes que aguardam muito tempo por uma consulta e, quando a consegue, pode acontecer esse problema da receita", disse o médico.

A maior parte dos erros pode ser atribuída à inexperiência --a maioria foi cometida pelos residentes, médicos recém-formados. Entre as especialidades, a clínica de dermatologia foi a que apresentou o maior percentual de erros: 9,6%.

Mudanças

Apesar da preocupação constatada em sua pesquisa, Alexandra disse que o cenário já começou a mudar.

"A pesquisa nos deu um norte para podermos agir. Foi feito um plano, com reuniões e treinamentos, estimulando o uso do sistema informatizado e todos os médicos o adotaram", informou a docente, que também é diretora de assistência farmacêutica do Hospital das Clínicas da cidade.

"Vamos repetir a pesquisa no meu doutorado para medir essas ações. Tenho certeza que a quantidade de erros será menor", afirmou.

O sistema informatizado foi desenvolvido para "travar" erros. "É uma ferramenta desenvolvida para detectar erros na prescrição do remédio, como erros de dosagem", disse a pesquisadora.

No ano passado, o Distrito Federal chegou a criar uma lei que determinava que todas as receitas deveriam ser digitadas em computador.

Outros Estados e municípios também criaram suas próprias leis, que se mostraram inócuas. "Não tem como obrigar a isso. Imagine um médico num posto de saúde da periferia sem computador", disse Jorge Filho.

Editoria de Arte/Folha Online

Nossa Agenda de Eventos

 

Os consultores da DESENVOLVA estarão no 14ª Farmapolis ministrando 2 cursos  Administração no varejo e Tributação na Farmácia

Ainda restam inscrições?

Local: Centro de Cultura e Eventos da UFSC

Promoção: Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Santa Catarina – SINDFAR/SC / Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina – CRF/SC

Informações: (48) 3222-4702 - ramal 21 / E-mail: farmapolis@farmapolis.org.br.

Site: http://www.farmapolis.org.br

Remédios combinações perigosas


Ana Paula Buchalla
abuchalla@abril.com.br

A principal causa de intoxicação entre os brasileiros, demonstra um levantamento do Sistema Nacional de Informações Toxicofarmacológicas, é o mau uso de remédios. Benzodiazepínicos, antigripais, antidepressivos e anti-inflamatórios lideram a lista dos medicamentos mal empregados.

Muitos remédios se tornam ineficazes ou perigosos quando associados a outros. Mas mesmo alimentos e fitoterápicos podem interagir de maneira nociva com remédios. A automedicação é um mau hábito cultivado por 60% dos brasileiros. "Para complicar, há uma desatenção generalizada por parte dos médicos com os problemas causados por certas combinações", diz o toxicologista Gilberto De Nucci. Eis as associações mais frequentes e arriscadas:

REMÉDIO + REMÉDIO

Combinação: CORTICOIDES E ANTI-INFLAMATÓRIOS
Nomes comerciais*: os corticoides Meticorten e Decadron e os anti-inflamatórios não esteroides Spidufen, Cataflam, Voltaren e Feldene
Efeitos: dores de estômago e maior risco de sangramento e formação de úlceras
Recomendações: especialmente quando o tratamento com corticoide dura mais de cinco dias, não se devem combinar os dois medicamentos

Combinação: ANTIÁCIDOS E ANTIBIÓTICOS
Nomes comerciais: Aldrox, Pepsamar e Mylanta Plus e antibióticos em geral
Efeitos: os antiácidos mais comuns diminuem a taxa de absorção do antibiótico. Até 70% do seu princípio ativo deixa de ser aproveitado
Recomendações: é um erro tomar um antiácido para combater a dor de estômago que o antibiótico possa provocar. É preciso esperar pelo menos uma hora depois da ingestão do antibiótico para tomar o antiácido

Combinação: REMÉDIOS PARA EMAGRECER E ANTIDEPRESSIVOS
Nomes comerciais: os antidepressivos cujo princípio ativo é a fluoxetina, Daforin, Deprax, Fluxene e Prozac, e os remédios à base de sibutramina Reductil, Plenty e Vazy
Efeitos: a fluoxetina inibe enzimas que metabolizam a sibutramina, potencializando seus efeitos colaterais. Ocorrem aumento da pressão arterial e taquicardia.
Recomendações: os dois medicamentos só devem ser tomados juntos com acompanhamento médico rigoroso. Dependendo do metabolismo de cada pessoa, até as doses pequenas podem interagir de forma perigosa

Combinação: INIBIDORES DE APETITE E ANSIOLÍTICOS
Nomes comerciais: os anorexígenos Inibex, Desobesi-M, Dualid e Hipofagin e os benzodiazepínicos Valium, Lorax e Lexotan
Efeitos: o paciente pode ter irritabilidade, confusão mental, alteração de batimentos cardíacos e tontura. Em casos graves, a combinação pode desencadear psicoses e esquizofrenia
Recomendações: a associação não deve ser feita em nenhuma hipótese. Só é cogitada pelos médicos em casos extremos de obesidade mórbida


REMÉDIO + ALIMENTOS

Combinação: BRONCODILATADORES E GORDURA
Nomes comerciais: Euphyllin e Bamifix
Efeitos: o princípio ativo dos broncodilatadores, ao ser absorvido no intestino, compete com a digestão da gordura dos alimentos – um dificulta a absorção do outro. Em menor quantidade, o remédio perde o efeito esperado e as crises respiratórias voltam muito antes do previsto
Recomendações: não se devem fazer refeições ricas em gordura duas horas antes nem duas horas depois de tomar o medicamento. É o tempo mínimo para que ele passe pelo intestino e caia na corrente sanguínea em quantidade suficiente

Combinação: ANTIBIÓTICOS DO GRUPO QUINOLONA E LATICÍNIOS
Nomes comerciais: Floxacin, Cipro, Trovan e Tavanic
Efeitos: o leite e seus derivados neutralizam a atividade do antibiótico
Recomendações: o alimento e o remédio não devem ser ingeridos juntos. Depois de consumir um laticínio, deve-se esperar cerca de três horas, tempo da digestão, antes de tomar um antibiótico. Os alimentos também só podem ser consumidos duas horas depois da ingestão do medicamento


REMÉDIO + BEBIDAS

Combinação: ANTIPARASITÁRIOS E ÁLCOOL
Nomes comerciais: Flagyl, Periodontil, Pletil e Facyl
Efeitos: a associação causa dores de cabeça, taquicardia, náuseas e sudorese. Em casos extremos, pode desencadear convulsões
Recomendações: os tratamentos contra parasitas são curtos – duram, em média, até três dias –, mas a interação pode acontecer mesmo com doses moderadas de álcool. Depois do tratamento, é preciso esperar 24 horas até que o medicamento seja eliminado do organismo

Combinação: PARACETAMOL E ÁLCOOL
Nomes comerciais: Tylenol, Acetofen e Dôrico
Efeitos: o álcool e o paracetamol, presente em analgésicos, são metabolizados no fígado e, em combinação, produzem um resultado altamente tóxico. Utilizada com frequência, a mistura pode lesionar o fígado. O uso concomitante e recorrente das duas substâncias pode ser fatal
Recomendações: não existe ideia mais equivocada do que tomar um comprimido de paracetamol para curar a dor de cabeça de uma ressaca. É recomendável esperar, no mínimo, seis horas para ingerir qualquer bebida alcoólica depois do analgésico

Combinação: ANSIOLÍTICOS E CAFEÍNA (presente sobretudo em café e nos chás verde, preto e branco)
Nomes comerciais:
Valium, Lorax e Lexotan
Efeitos: dependendo das doses de remédio e de cafeína ingeridas, os efeitos do ansiolítico são anulados. Em geral, o nível de stress do paciente aumenta ao perceber que o medicamento não faz efeito
Recomendações: deve-se esperar entre oito e doze horas para ingerir cafeína, mesmo em doses pequenas

Combinação: ANSIOLÍTICOS E ÁLCOOL
Nomes comerciais: Valium, Lorax e Lexotan
Efeitos: um potencializa a ação do outro se administrados conjuntamente. Há diminuição da frequência da respiração e pode ocorrer até mesmo parada respiratória
Recomendações: é preciso esperar doze horas até que o princípio ativo do tranquilizante tenha deixado o organismo para consumir bebidas alcoólicas. Ou aguardar doze horas depois de ingerir álcool para tomar o medicamento


REMÉDIO + FITOTERÁPICOS

Combinação: ANSIOLÍTICOS E VALERIANA
Nomes comerciais: Valium, Lorax e Lexotan
Efeitos: a valeriana, indicada como um ansiolítico natural, pode potencializar a ação de outros medicamentos de efeito calmante semelhante. Entre os perigos, letargia e queda de pressão arterial
Recomendações: na falta de informações conclusivas sobre os riscos, o melhor a fazer é evitar a associação

Combinação: GINKGO BILOBA E ÁCIDO ACETILSALICÍLICO
Nome comercial: Aspirina
Efeitos: no organismo, as ações anticoagulantes das substâncias se somam, aumentando o risco de sangramentos internos
Recomendações: só é seguro tomar ginkgo biloba depois de no mínimo dez dias do uso de Aspirina

* Marcas mais vendidas

SÃO PAULO VAI FECHANDO O CERCO CONTRA A SONEGAÇÃO

    07/05/2009 12:38
  FISCAL/TRIBUTÁRIO
 
Pelo acordo, fabricantes paulistas de medicamentos e autopeças que realizarem operações com empresas capixabas vão recolher antecipadamente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos cofres do Espírito Santo,

São Paulo e Espírito Santo fecharam acordo para combater a sonegação de impostos por meio do regime da substituição tributária. Pelo acordo, fabricantes paulistas de medicamentos e autopeças que realizarem operações com empresas capixabas vão recolher antecipadamente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos cofres do Espírito Santo. Estima-se uma receita extra de R$ 40 milhões por ano para aquele estado com a implantação desse regime tributário nesses dois setores.

Com esse, sobe para nove o número de convênios assinados por São Paulo com outros estados. Até o momento, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Ceará, Alagoas, Pernambuco e Paraná já firmaram acordos tributários com o fisco paulista, que aposta no procedimento como grande aliada no combate à sonegação. O último acordo foi assinado em março, com o Paraná. Neste caso, envolvendo os setores de cosméticos, perfumaria, higiene pessoal e colchões.

O primeiro foi firmado em abril de 2007 com o estado do Mato Grosso do Sul, que resultou na assinatura de quatro protocolos para a implantação da substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas, destilados e vinhos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, equipamentos de informática e rações. Na opinião do consultor tributário da Confirp Contabilidade, Welinton Mota, o regime da substituição tributária está se espalhando pelo País. "É uma ferramenta de arrecadação muito eficaz, quase infalível", classifica. Ele lembra que o mecanismo é usado há muito tempo, mas de forma restrita. Automóveis, cigarros e refrigerantes são alguns dos setores que já recolhem há décadas o ICMS de forma antecipada. A diferença é que, de dois anos para cá, o fisco paulista está incluindo novos produtos. Sobre os critérios, Mota acredita que, provavelmente, o fisco leve em conta o expressivo volume de vendas e o interesse comum entre eles contra a sonegação.

Fonte: DIÁRIO DO COMÉRCIO, por Sílvia Pimentel

São Paulo e Espírito Santo Celebram termo de cooperação e estreitam relações tributárias

SEFAZ-SP Notícias

São Paulo e Espírito Santo celebram Termo de Cooperação e estreitam relações tributárias
Os governadores de São Paulo, José Serra, e do Espírito Santo, Paulo Hartung, assinaram nesta terça-feira (5/5), em Vitória, Termo de Cooperação entre os dois estados, que estabelece bases gerais de ampla cooperação na troca de experiências de ações bem sucedidas nas duas unidades da federação, no intercâmbio de informações econômico-fiscais e na disponibilização de sistemas de administração tributária, de gestão e de controle do gasto público, além de pesquisa rural e transferência de tecnologia agropecuária e defesa sanitária animal e vegetal.Após a assinatura, no Palácio Anchieta, os secretários da Fazenda de São Paulo, Mauro Ricardo Costa, e do Espírito Santo, Roberto da Cunha Penedo, formalizaram os dois primeiros protocolos baseados no termo, tratando da implantação do mecanismo da substituição tributária do ICMS para operações de São Paulo para o Espírito Santo envolvendo produtos do setor farmacêutico, incluindo soros e vacinas, e do setor de autopeças.Pelo acordo, os fabricantes de São Paulo que venderem mercadorias a empresas comerciais do Espírito Santo recolherão antecipadamente o ICMS devido na comercialização dos produtos naquele estado em benefício do fisco capixaba, evitando a sonegação nas vendas do comércio varejista. Pelo regime da substituição tributária, a indústria recolhe antecipadamente todo o ICMS que seria pago nas etapas seguintes de comercialização até a venda ao consumidor final. O governo do Espírito Santo estima que o acordo com São Paulo nos dois setores irá gerar uma receita adicional do imposto da ordem de R$ 40 milhões por ano.A implantação da substituição tributária é uma das grandes aliadas do governo no combate à sonegação. Ao concentrar a arrecadação na origem, o Fisco facilita o acompanhamento do recolhimento do tributo e garante a justiça fiscal, evitando a concorrência desleal que algumas empresas praticam, quando não recolhem adequadamente o imposto.Acordo é o nono realizado por São PauloCom a celebração do termo de cooperação assinado pelo governo de São Paulo com o do Espírito Santo, sobe para nove o número de estados brasileiros com os quais a atual administração paulista já firmou convênios de interesses relacionados à administração tributária. Até agora, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Ceará, Alagoas, Pernambuco e Paraná já firmaram acordos tributários com São Paulo.Em abril de 2007, o governador José Serra celebrou primeiro acordo, com o estado do Mato Grosso do Sul. Na mesma data foram assinados os primeiros quatro protocolos para implantação do mecanismo de substituição tributária do ICMS para operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano ou veterinário; bebidas quentes (destilados e vinhos); produtos eletrodomésticos, eletroeletrônicos e equipamentos de informática; e rações para animais domésticos.Ainda em 2007, em novembro, São Paulo firmou o mesmo convênio com o Estado do Rio de Janeiro, também com a imediata assinatura de dois protocolos para implantação da substituição tributária em operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano e para operações com rações para animais domésticos.No mês seguinte foi a vez do Rio Grande do Sul, que além do termo de cooperação mútua assinou quatro protocolos para adoção da substituição tributária do ICMS para os setores de colchoaria; cosméticos e perfumaria; peças, componentes e acessórios para autopropulsados (automotor) e rações para animais domésticos.Em 2008, Mato Grosso e Ceará aderiram. No primeiro foram 7 protocolos para adoção do mecanismo de substituição tributária. No segundo, foram 11.Pernambuco e Alagoas, nos meses de novembro e dezembro de 2008, respectivamente, celebraram termos de cooperação com São Paulo. Enquanto Alagoas fechou acordos para operações com cosméticos, perfumaria e produtos de higiene pessoal, além de materiais de limpeza e colchões, o estado de Pernambuco, além de cosméticos perfumes e colchões, estabeleceu protocolos de substituição tributária com o estado de São Paulo para operações com eletrodomésticos, equipamentos de informática, produtos farmacêuticos, materiais de construção e de limpeza, rações animais, vinhos e sidras, aguardentes e outras bebidas quentes.Em março deste ano, foi a vez de São Paulo estabelecer o termo de cooperação com o Paraná. Após a assinatura do acordo, foram firmados os dois primeiros protocolos, tratando da implantação do mecanismo da substituição tributária do ICMS no setor de cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e toucador e também no setor de colchões.05/05/2009Assessoria de Comunicação da Secretaria da Fazenda

Medley recebe autonomia de Gestão da SANOFI

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A Sanofi-Aventis está fazendo valer a regra de administração de pensar globalmente e agir localmente. Com conclusão da aquisição da brasileira Medley na semana passada, a farmacêutica francesa decidiu deixar a fabricante de genéricos operando independente da estrutura da Sanofi. "Reconhecemos a expertise da Medley que terá toda a estrutura preservada", disse ontem o presidente da Sanofi-Aventis no Brasil, Heraldo Marchezini, em sua primeira conversa com jornalistas depois da aquisição da líder brasileira de genéricos.

Embora o grupo possa explorar o segmento com a própria marca, a Sanofi Genéricos, a intenção é fazer da Medley o principal veículo de atuação da Sanofi em genéricos no Brasil. Serão mantidas as marcas, as duas fábricas, as linha de produtos da Medley, agora controlada pelo grupo francês, que supervisionará suas operações. "O propósito da aquisição não é a redução de custos, mas a potencialização das oportunidades", disse o presidente da Medley, Jairo Yamamoto, que continua na função. Ao fortalecer a posição em genéricos, a Sanofi-Aventis avalia que poderá crescer acima da média do mercado, em torno de 9% a 10%. "A razão é a taxa de crescimento. O grupo passa a crescer acima dos 20%", disse Marchezini, destacando que a sobreposição de produtos é "mínima". O executivo afirmou que a compra vai a adequar a companhia realidade brasileira.

Enquanto antes mais de 80% dos medicamentos vendidos pela Sanofi eram de marcas sem patente, onde o crescimento de mercado é em torno de 3% ao ano, mais de 40% do faturamento das empresas combinadas passa a ser com a linha de genéricos, onde as taxas crescem acima de 20% por ano. A aquisição da Medley não só se encaixa no aumento da presença no mercado de genéricos, como também no fortalecimento da Sanofi-Aventis nos mercados emergentes. O Brasil passa a ser o maior mercado para a Sanofi entre os países emergentes. Além de genéricos, o grupo francês será líder no segmento de medicamentos vendidos tanto em prescrição como venda livre (OTC), superando o grupo brasileiro EMS e a suíça Novartis. As vendas brutas conjuntas do grupo Sanofi-Aventis no país somam R$ 3,21 bilhões, com quase 12% de participação no varejo farmacêutico. A empresa passa a ter 374 produtos. A Sanofi pagou R$ 1,5 bilhão para assumir os negócios da Medley. Nem toda a cifra irá para os antigos controladores, a família Negrão. As empresas não revelam os valores, mas dizem que parte dos recursos já foi usada para quitar dívidas em atraso. As fábricas já voltaram a operar normalmente, e a Medley já fala em contratar 100 pessoas - as vagas foram fechadas em razão das dificuldades enfrentadas pela companhia no fim do ano passado. O projeto de uma nova fábricas de hormônios da Medley, a ser construída em Brasília, foi mantido, embora o valor original de R$ 40 milhões do investimento será revisado. As parcerias de licenciamento de produtos firmadas pela Medley com outros laboratórios estão sendo renegociadas, e a expectativa é dar continuidade aos acordos com espanhola Isdin e a dinamarquesa Novo Nordisk.

Mas a molécula do medicamento contra impotência sexual Levitra, da Bayer, que era comercializada pela Medley sob o nome de Vivanza, será devolvida. A Medley continuará patrocinando atividades esportivas. O contrato de patrocínio da stock-car, por exemplo, já foi renovado.

Se você já pensou em processar o concorrente por oferecer desconto:

Será que algum Juiz no Brasil vai contra uma empresa que quer oferecer mais desconto que a outra? Fico imaginando aqui as reuniões do SIMPROFAR/MS discutido que iria entrar contra a PAGUE MENOS pelo desconto que ofereciam!

Não conheço as farmácias de Aquidauana, apesar de ter realizado alguns projetos lá, no entanto, cabe a pergunta? Como andam as farmácias lá? Estão preparadas? O diferencial entre elas é só o desconto? A gestão é perfeita? As lojas causam uma boa impressão no cliente? O atendimento a cliente e os serviços das farmácias reclamantes superam as exectativas? Se alguma destas perguntas conter uma negativa – Deverão repensar após a rejeição do Juiz em estratégias diferenciadas. E que sirvam para ´todos.

Marcelo Cristian - DESENVOLVA

Juiz rejeita ação contra farmácias que davam descontos
Quinta-feira, dia 07 de Maio de 2009 às 08:20hs


O juiz da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, Dorival Moreira dos Santos, considerou improcedente pedido formulado pelo Simprofar/MS (Sindicato do Comércio de Produtos Farmacêuticos) contra três estabelecimentos de Campo Grande: Empreendimentos Pague Menos S/A, Delta Comércio de Medicamentos Ltda e ainda Drogaria S.L. Ltda.

Na inicial, apresentada em junho de 2008, o sindicato alegava que as três estavam praticando concorrência desleal frente às demais farmácias em função dos baixos preços praticados e ainda descontos elevados. Pediu que fosse estabelecido pela Justiça limite de 10% de desconto no preço dos medicamentos.

As farmácias alegaram em defesa que não atuavam de forma desleal e que o estoque permitia muitas vezes praticar preços até menores que a indústria farmacêutica. O Ministério Público se posicionou a favor das três farmácias, alegando que não via prática de concorrência desleal.

Em relação a preços praticados, o MP se posicionou que só poderia haver limitação do teto para a cobrança, não de valor mínimo e que não poderia o poder público intervir no setor e interferir na livre iniciativa.

Na sentença, o magistrado considerou que temas como crime financeiro e concorrência desleal estariam afetos a outra jurisdição, mas a questão de descontos e preços envolve direito da coletividade e de competência da Vara de Direitos Difusos.

O juiz considerou o pedido improcedente, por ferir o princípio constitucional da livre concorrência, que rege o setor privado.

“É de extrema importância salientar que a sociedade é a maior beneficiada com a prática ora impugnada realizada pelas instituições da área farmacêutica”, consta em trecho da sentença. O magistrado considerou ainda que a concorrência favorece o acesso a medicamentos.

Indústria se responsabilizar pelo medicamento vencido?

 

Este projeto de Lei Obriga as indústrias farmacêuticas a distribuição de medicamentos a recolher e reembolsar os medicamentos vencidos da farmácia.

Parágrafo único Ficam as indústrias farmacêutica, com o compromisso de imediata substituição dos medicamentos cujos prazos de validade venham a expirar em poder das farmácias, sem prejuízo de estoque ou remuneração das mesmas.

Ainda temos dúvidas se isso realmente será aprovado, até porque outros movimentos como esse já aconteceram no passado.

Até que seria uma boa, imagine? A quantidade de medicamentos vencidos nas farmácias? 
 

No entanto, enquanto esta lei não vem como anda a GESTÃO quanto aos medicamentos que estão vencendo em nossa farmácia?

Vencer um medicamento que não tem saída, que o médico, muitas vezes nem conhece – até é compreensível, mas como explicar o vencimento de um medicamento ANADOR? Como explicar o volume de medicamentos vencidos não diminuírem e alguns ainda estão sendo comprados?

Quero lançar uma pergunta aos Leitores que podem fazer os cometários aqui:

O que você tem feito em sua farmácia para contornar o problema do vencimento de medicamento? Quero ouvir sua opinião!

Caça a Fiscalização

OPERAÇÃO FECHA ESTABELECIMENTOS NO INTERIOR DE SP
Uma operação conjunta entre Anvisa, Polícia Federal e vigilância sanitária estadual de São Paulo, ocorrida entre os dias 27 e 29 de abril, resultou na interdição de três farmácias nos municípios de Urânia e Cardoso, na região de São José do Rio Preto (SP).
Nove estabelecimentos foram inspecionados. Além dos três que foram fechados, outra farmácia foi interditada parcialmente. Os fiscais apreenderam aproximadamente uma tonelada de medicamentos de uso restrito a hospitais, produtos vencidos e medicamentos de venda sob controle especial expostos de forma irregular.
A ação faz parte da IX edição da operação Tolerância Zero, que teve início no começo do mês de março e já passou por diversos estados do país.
Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa

O que falam de nós

 

Olá Marcelo. Como vai?
Meu nome é Iziquiel, trabalho em farmácia há 32 anos, e há uns 40 dias atrás a empresa que eu trabalho me convidou para uma reunião, onde eu fui informado que eu seria o Gestor da Drogaria. Tudo bem, aceitei e comecei a ler vários artigos sobre o tema. Acredito que somados a experiência que tenho no ramo dá pra iniciar este trabalho.Eu gostaria se possível alguma dica sua sobre como exercer uma boa gestão.

Parabéns pelo seu artigo:"13 motivos que fazem com que um treinamento não resolva!' , gostei muito.

Se for atendido agradeço muito.

Iziquiel Carvalho.

Rondonopolis- MT.

Alterações no programa Farmácia Popular

 

Pessoal,


Em recente publicação da Anvisa referente programa da Farmacia Popular, foi estipulado um valor máximo para os itens a ser pago pelo Ministério da Saude às farmacias ..
Observem as tabelas abaixo que a partir de agora todos os itens terao um valor igual a ser reenbolsado pelo governo , ou seja, nao interessa se o PMC de determinado laboratório é alto, a farmacia vai receber conforme o preço maximo que o governo paga, entao , agora é diferente.

ANEXO III

ELENCO DE MEDICAMENTOS DA EXPANSÃO DO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR DO BRASIL

Indicação: Hipertensão

Princípio Ativo e concentração

Unidade Farmacotécnica

Valor de referência por unidade farmacotécnica

Valor máximo para pagamento pelo MS

Captropil 25 mg, comprimido

1 (um) comprimido

0,31

0,28

Maleato de enalapril 10 mg, comprimido

1 (um) comprimido

0,43

0,39

Cloridrato de propanolol 40 mg, comprimido

1 (um) comprimido

0,09

0,08

Indicação: Diabetes

Princípio Ativo e concentração

Unidade Farmacotécnica

Valor de referência por unidade farmacotécnica

Valor máximo para pagamento pelo MS

Cloridrato de metformina 500 mg, comprimido

1 (um) comprimido

0,15

0,13

Cloridrato de metformina 850 mg, comprimido

1 (um) comprimido

0,20

0,16

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