Oportunidades para o varejo farmacêutico com a RDC 44, leia aqui!

| |

'Click the Share button to create links to this email on popular social networking and bookmarking size like Facebook, Twitter, and Digg.'

Shared via AddThis

BTG Pactual compra rede de drogarias Farmais

| |

 

24 de Setembro de 2009 | 18:18

SÃO PAULO (Reuters) - O BTG Pactual, de André Esteves, anunciou nesta quinta-feira que fechou a compra de 100 por cento dos ativos da rede de drogarias Farmais. O valor da transação não foi revelado.

A Farmais se apresenta como a maior rede de drogarias do país e administra uma rede de 430 franqueados no Brasil.

"A aquisição foi feita por um fundo de investimento de longo prazo administrado pela BTG Pactual. Com a compra, a companhia de investimentos ingressa no mercado de varejo farmacêutico, com grande potencial de consolidação e crescimento", informou o BTG à Reuters.

O BTG Pactual foi formado a partir da venda do Pactual para o banqueiro André Esteves pelo suíço UBS. O Banco Central aprovou a transação no último dia 14.

(Por Aluísio Alves)


André Esteves recompra o Banco Pactual

| |

 

Por 20 de Abril de 2009 | 08:00

O financista André Esteves voltou a ser dono do Banco Pactual, três anos depois de vendê-lo ao Banco UBS, da Suíça. O contrato de recompra foi assinado ontem à noite, em Nova York, por ele e pelos executivos do banco suíço e será anunciado hoje pelo UBS. O valor da operação não foi revelado, mas estima-se que Esteves pague para retomar o Pactual uma quantia bem abaixo do que conseguiu dos suíços em 2006 - cerca de US$ 2,6 bilhões. Com a operação, o banco suíço ficou liberado de alguns pagamentos que ainda estavam pendentes com o próprio Esteves. Homem de negócios ousado, Esteves já vinha ensaiando a volta com força ao mercado financeiro. Depois de vender o Pactual, ainda ficou algum tempo na instituição como um dos principais executivos, até junho do ano passado. Meses depois, criou o Banking and Trading Group (BTG), empresa de investimentos e estruturação de negócios. Sua primeira grande tacada foi a compra das operações do banco norte-americano Lehman Brothers no Brasil. Agora, retoma a posse do Pactual. Se Esteves pretende crescer novamente no mercado bancário, o UBS corre no sentido oposto. Debilitado pela crise financeira global, da qual foi uma das principais vítimas, o banco suíço teve prejuízo de US$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre deste ano. Começou a vender ativos para se capitalizar, abrindo a porta novamente para Esteves. Maior banco de negócios do Brasil, o Pactual é uma butique financeira especializada em fusões e aquisições, aplicações financeiras e administração de fortunas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Araujo vai inaugurar dez lojas na Grande BH

| |

Agosto de 2009

A Drogaria Araujo S/A, com 90 unidades espalhadas pela Capital e Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), pretende inaugurar dez lojas na Grande BH até o final do ano. O investimento na abertura das filiais, segundo o presidente da empresa, Modesto Carvalho de Araujo Neto, é de R$ 25 milhões. "O aporte faz parte da estratégia de expansão em espiral do grupo, que, gradualmente, vai se afastando da Capital rumo ao interior do Estado", afirmou.


Expansão para a RMBH dá início ao projeto de interiorização da Araujo.

Segundo ele, a drugstore apresentou alta de 30% no faturamento do primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo intervalo de 2008. Na mesma base de comparação, o Ebtida (lucro antes das despesas financeiras, imposto sobre o lucro, depreciação, amortização e resultado não operacional) do período cresceu 11%. Mesmo sem revelar maiores números relativos aos seis primeiros meses de 2009, o empresário informou que a meta para este exercício é crescer mais de 20% em relação a 2008, quando a empresa registrou faturamento de R$ 600 milhões.

"O desempenho positivo é resultado do trabalho de uma equipe competente, aliado à política de gestão de resultados adotada há cinco anos, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG)", ressaltou o presidente da empresa. "A Drogaria Araujo é hoje o maior arrecadador de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) do segmento no Estado", acrescentou Araujo Neto. A rede mantém, atualmente, um quadro de 4,2 mil funcionários.

Meta

Segundo explicou o empresário, que representa a quarta geração da família na direção do empreendimento, a gestão de resultados estabelece uma meta anual que é subdividida, por sua vez, em objetivos mensais. Quinzenalmente, a administração da rede avalia o desempenho, causas e efeitos e estabelece um plano de ações para alcançar as projeções. Ele também lembrou que o medo da população com a pandemia de Influenza H1N1 (gripe suína) ajudou a impulsionar o faturamento do semestre.

A publicidade na frota da empresa foi outra medida implementada para incrementar a receita. O dirigente da drogaria contou que a plotagem comercial nos carros e caminhões da rede é paga pelo fornecedor do produto em destaque e calculada de acordo com o valor da prestação do leasing do veículo. "É um método simples e de grande resultado. Assim, consigo renovar a frota periodicamente a um custo zero", revelou.

Tendência

Araujo Neto destacou que a ampliação do mix das lojas integra o conceito de drugstore, segundo ele, uma tendência mundial. Mesmo sem informar valores, o empresário confirmou que a comercialização de produtos de conveniência colabora para incrementar a receita. "Um terço das nossas unidades (30) funciona 24 horas por dia e, durante a noite, as vendas são baixas e o custo, portanto, é alto. Com a oferta dessas mercadorias podemos atender de forma mais ampla à comunidade e minimizar os gastos", explicou. Atualmente, a rede comercializa 18 mil itens.

Outro fator que fomentou as vendas durante o primeiro semestre, na avaliação do presidente do grupo, foram as inovações introduzidas nas lojas da Araujo. "Nossa busca constante por diferenciais, como estacionamento próprio, drive thru, vendas on line e a ampliação do mix trouxe vantagens sobre a concorrência", enfatizou. Sem revelar a percentagem, ele destacou que o site da empresa já colabora significativamente nas vendas da empresa.

Fonte: Diário do Comércio.


Interessante sobre Franquia. Não precisa pagar ISS

| |

 

fonte: blogdocherto

O Superior Tribunal de Justiça, em Acordão proferido em ação que a Municipalidade do Rio de Janeiro moveu contra a Concentro (franqueadora da rede Multicoisas), decidiu que:

A mera inserção da operação de franquia no rol de serviços constantes da lista anexa à Lei Complementar 116/2003 não possui o condão de transmudar a natureza jurídica complexa do instituto, composto por um plexo indissociável de obrigações de dar, de fazer e de não fazer.

Destarte, revela-se inarredável que a operação de franquia não constitui prestação de serviço (obrigação de fazer), escapando, portanto, da esfera da tributação do ISS pelos municípios.

O que o tribunal quis dizer com essa linguagem esquisita é que nenhum município pode pretender cobrar ISS sobre o valor de Royalties pagos por um franqueado a sua franqueadora. E zé-fi-ní !!!

Se você tem um lado masoquista que o faz querer ler a íntegra do Acórdão, é só clicar aqui.


Vendas no varejo crescem pelo 3º mês consecutivo

| |

 

16/09/2009

O Estado de São Paulo

Um ano depois do agravamento da crise financeira internacional, o comércio varejista exibe um nível de vendas recorde no País, com tendência de crescimento, segundo divulgou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As vendas do setor aumentaram 0,5% em julho ante junho e tiveram alta de 5,9% ante igual mês de 2008.

"Estamos num momento bom, recuperamos os níveis pré-crise e, com a perspectiva de crescimento da economia, a tendência do varejo é melhorar, crescer", avalia o técnico da coordenação de comércio e serviços do instituto, Reinaldo Pereira.

No ano, o varejo já acumula aumento nas vendas de 4,7% e, em 12 meses, de 5,8%. "No último trimestre do ano passado, o comércio varejista se ressentiu um pouco com a crise, com redução do nível de vendas", observa Pereira. "Depois, com as medidas do governo e o desempenho do mercado interno, hoje estamos até acima do patamar de vendas do início da crise", disse.

Para o analista da Tendências Consultoria Alexandre Andrade, "as vendas no varejo mostraram desempenho favorável, em linha com a melhora observada no cenário de atividade econômica doméstica".

Também para o sócio sênior da consultoria Gouvêa de Souza, Luiz Góes, os resultados mostram um bom desempenho do comércio. "O setor vem crescendo por conta do aumento da massa salarial da população, a desaceleração da inflação dos alimentos e o crescimento da confiança dos consumidores", afirma.

Os especialistas avaliam que as perspectivas para o varejo são mais positivas. Para Pereira, do IBGE, o setor resistiu bem à crise e, com a recuperação econômica já sinalizada pelos dados do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, a tendência é de crescimento nos próximos meses.

Luiz Goés avalia que o segmento de hiper e supermercados, com forte peso na pesquisa, deverá continuar puxando as vendas do setor. Em julho, as vendas desse grupo aumentaram 0,8% ante o mês anterior e expandiram 10,1% ante igual mês de 2008, respondendo, sozinhas, por 4,7 ponto porcentual, ou quase 80% do aumento total de 5,9% nas vendas varejistas no mês.

Andrade, da Tendências, espera um aumento total de 5,1% nas vendas varejistas em 2009 e destaca que, adicionalmente ao bom desempenho dos bens de consumo não duráveis (alimentos), houve reação também dos eletrodomésticos no mês de julho, com expansão de 1,9% ante junho, o terceiro aumento consecutivo para essa atividade.

DURÁVEIS

Enquanto as vendas de veículos mostraram forte desaceleração em julho, mesmo com a continuidade da desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), os eletrodomésticos, que tinham registrado queda nas vendas em maio e junho, comparativamente a igual período do ano anterior, subiram 0,5% ante julho de 2008. Andrade atribui essa reação à ampliação do crédito e o alongamento dos prazos de pagamento.

Os veículos, que tinham apurado alta de 9,3% nas vendas em junho ante maio, reduziram as vendas em 10,4% em julho ante o mês anterior.

Houve drástica mudança também no resultado comparativo a igual mês do ano passado, de 20,9% em junho para -4,9% em julho.

Para Pereira, essa mudança no sinal pode estar refletindo um esgotamento do efeito da queda do IPI sobre o comércio de automóveis.

"As pessoas não trocam os carros com frequência, por isso é natural que o efeito se esgote e isso pode ter ocorrido", disse. "Outra possibilidade é que tenha tido uma antecipação de compras em junho, quando havia dúvidas sobre a prorrogação da desoneração de impostos."


Funcionários mais importantes que clientes

| |

 

Estamos na era das Pessoas! Isso é uma realidade inconfundível diante das mudanças que estão acontecendo em nosso mercado.

Hoje, não importa o que vende, mas como vende, nossos produtos são iguais a de nosso concorrente, inovação …

Diante dessas mudanças, gerir toda essa inovação e trazer os benefícios requerem mudanças comportamentais e de conceito.

Um deles é sobre a importância do funcionário dentro da empresa. E aí vai a pergunta? Ele é importante para você?


Ministério Público entra com ação civil contra rede de farmácias ( Correio da Paraíba )

| |

image

O Ministério Público do Trabalho (MPT) na Paraíba ajuizou uma ação civil pública (ACP), com pedido de liminar, contra a D & N Comércio de Medicamentos e Perfumaria Ltda, que controla uma rede de farmácias em João Pessoa. A empresa estaria descumprindo leis trabalhistas, segundo representação da Curadoria da Saúde encaminhada ao MPT. A ACP pede indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 150 mil.


Segundo o MPT, balconistas e caixas de farmácias estariam sendo obrigados a vender produtos não solicitados pelos clientes, fato que é considerado ilegal e se configura desvio de função.
De acordo com a representação da Curadoria da Saúde, há indícios de infringência à Constituição Federal no que se refere ao princípio da dignidade humana, aos direitos mínimos dos trabalhadores e ao direito à salubridade do meio ambiente do trabalho.


"Além de evidências de práticas que expõem trabalhadores a situações vexatórias, foi encontrado material de campanha que estimula pagamento de uma espécie de bonificação ou sobre-salário vinculado à venda de produtos que têm como requisito de venda a prescrição médica", diz ofício da Curadoria da Saúde ao Ministério Público do Trabalho.


"Existem indícios, também, de flagrante desvio de função, tendo em vista que profissionais como gerentes, balconistas e operadores de caixa estão sendo orientados a oferecer produtos cuja venda está atrelada à essencial prescrição do profissional de saúde".


Segundo investigação da Vigilância Sanitária, a empresa incentiva os empregados a promover a substituição de medicamentos e a venda sem receita médica. De acordo com a legislação, a substituição de medicamentos é ato privativo de farmacêutico. Essa substituição, aponta é feita com a troca do medicamento de referência (produto de marca) pelo medicamento similar ou genérico, de custo mais baixo para a empresa.


Para "empurrar" esses medicamentos e outros em promoção, balconistas e caixas ganham comissão de até 20% sobre as vendas, que são pagos "por fora", separadamente do contracheque. O pagamento "por fora" implica, ainda, em não-recolhimento aos cofres públicos de tributos, além da ausência de recolhimento do FGTS, prejudicando o trabalhador.
O juiz da 4ª Vara do Trabalho marcou audiência para 19 de outubro. Redação

Fonte: Correio da Paraíba

Jornalista: Indefinido


Projeto do governo de criar superfarmacêutica não decola

| |

A indústria nacional virou alvo das gigantes multinacionais

O sonho do governo brasileiro de criar uma "superfarma", uma grande indústria farmacêutica para competir globalmente, está ficando cada vez mais distante. Fortalecida desde a criação da lei dos genéricos e exibindo taxas de crescimento acima de dois dígitos, a indústria nacional virou alvo das gigantes multinacionais. O Laboratório Medley foi vendido para a francesa Sanofi-Aventis e, nas próximas semanas, a americana Pfizer deve concretizar a compra da Neo Química.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) preferia ver as duas empresas nas mãos de um dos três maiores e mais sólidos laboratórios nacionais: Aché, Eurofarma ou EMS. Ou que houvesse alguma fusão entre os três.

O chefe do Departamento de Produtos Intermediários, Químicos e Farmacêuticos do BNDES, Pedro Palmeira, admite que é um desejo do banco ter "uma empresa farmacêutica forte, que pudesse aspirar ser um competidor global". "Há alguns anos, se falássemos que o Brasil iria competir com líderes da indústria aeronáutica mundial, a gente ouviria risada. Hoje, isso virou realidade. Por que não aspirar o mesmo no setor farmacêutico?"

Segundo Palmeira, o governo tem interesse estratégico em fomentar o setor por ele ser intensivo em conhecimento e tecnologia. "Nos Estados Unidos, depois do segmento de defesa, o maior investimento governamental é na indústria farmacêutica. E esse setor vai ter um papel fundamental no sentido de permitir que os países em desenvolvimento alcancem os desenvolvidos em termos de conhecimento tecnológico."

Entretanto, a demanda por recursos está aquém da disposição do banco de emprestar. Desde 2004, quando foi criado o Profarma, até agosto deste ano, os financiamentos do BNDES para o setor somam R$ 1,3 bilhão, dos quais R$ 1,1 bilhão já foi contratado. Há dois anos, a intenção do banco era alcançar uma carteira de R$ 2 bilhões até meados de 2008.

O programa oferece linhas especiais para investimentos em inovação, exportação, ampliação de instalações industriais e para fusões e aquisições. "A inovação depende de tempo para acontecer e essa trajetória só será realizada em nosso País por companhias de capital nacional", afirma Palmeira. "Por isso, nossa visão de que uma farmacêutica com musculatura financeira seria bem-vinda."

Desde o início do programa, o banco só financiou duas operações de aquisição: a da Biosintética pelo Aché e da Barenne pela Farmasa. E, entre os três grandes laboratórios nacionais, não existe nem sinal de conversa. Mas, se serve de consolo, EMS, Aché e Eurofarma dificilmente serão desnacionalizados, ao menos no curto prazo. Não por falta de oferta, mas porque seus donos são muito comprometidos com o negócio e não querem vender. "Será que vale mais à pena vender a empresa e colocar o dinheiro no CDI ou se manter em um negócio que cresce 18%", afirma José Ricardo Mendes da Silva, diretor presidente do Aché, empresa que fatura R$ 1 bilhão.


Substituição Tributária Medicamentos no Estado de São Paulo – Prorrogação até 30 de setembro de 2009.

| |

 

Portaria CAT - 112, de 26 de Junho de 2009, publicado no DOE SP de 27 de Junho de 2009 – Executivo I, Pág.19

Em atendimento ao pedido da Febrafarma, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo prorrogou os efeitos dos atuais índices de Valor Adicionado Setorial IVA-ST Medicamentos até 30 de setembro de 2009.

Abaixo, a íntegra da referida Portaria CAT-112, de 26/06/2009, pubicado no DOE SP de 27/06/2009.

clip_image001

Portaria CAT - 112, de 26/6/2009

Publicado no DOE SP de 27/6/2009 – Executivo I, Pág. 19

Altera a Portaria CAT-141/08, de 6-11-2008, que estabelece a base de cálculo na saída de medicamentos e mercadorias especificadas, a que se refere o artigo 313-B do Regulamento do ICMS

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto nos artigos 28-A, 28-B e 28-C da Lei 6.374, de 1° de março de 1989, e nos artigos 41, 313-A e 313-B do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, expede a seguinte portaria:

Artigo 1° - Passa a vigorar com a seguinte redação o artigo 2º da Portaria CAT-141/08, de 6 de novembro de 2008:

“Artigo 2º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos no período de 1° de dezembro de 2008 a 30 de setembro de 2009, ficando revogada a Portaria CAT-20/08, de 6-3-2008, a partir de 1º de dezembro de 2008.” (NR).

Artigo 2º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Portaria CAT 141, de 06/11/2008

Publicado no DOE-SP de 07/11/08 – Executivo I, Pág. 15

Estabelece a base de cálculo na saída de medicamentos e mercadorias especificadas, a que se refere o artigo 313-B do Regulamento do ICMS

Com as alterações das Portarias CAT-28/09 e CAT-60/09.

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto nos artigos 28-A, 28-B e 28-C da Lei 6.374, de 1° de março de 1989, e nos artigos 41, 313-A e 313-B do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, e considerando que:

- as empresas produtoras e comercializadoras de medicamentos devem observar, para a determinação de seus preços, o disposto na Lei federal 10.742, de 6 de outubro de 2003,

- compete à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos - CMED estabelecer critérios para fixação de preços e de margens de comercialização de medicamentos, conforme previsto na Lei federal 10.742, de 6 de outubro de 2003,

- a CMED estabeleceu, por meio do artigo 4º da Resolução nº 2, de 14 de março de 2008, o critério para fixação de preço máximo ao consumidor com base em tabela de fatores, a serem aplicados sobre o preço do fabricante, que observa as cargas tributárias do ICMS e a incidência de tributos federais, expede a seguinte portaria:

Artigo 1° - Na ausência de preço final a consumidor divulgado pela Secretaria da Fazenda, a base de cálculo para fins de retenção e pagamento do imposto relativo às saídas subseqüentes das mercadorias arroladas no item 1 do § 1º do artigo 313-A do Regulamento do ICMS, com destino a estabelecimento localizado em território paulista, será o preço praticado pelo sujeito passivo, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor adicionado calculado mediante a multiplicação do preço praticado pelo Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST.

§ 1° - Para fins do disposto neste artigo, o Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST será:

1 - 38,24% (trinta e oito inteiros e vinte e quatro centésimos por cento), tratando-se de mercadoria constante na lista positiva de incidência do PIS/PASEP e COFINS;

2 - 33% (trinta e três por cento), tratando-se de mercadoria constante na lista negativa de incidência do PIS/PASEP e COFINS;

3 - 41,38% (quarenta e um inteiros e trinta e oito centésimos por cento), tratando-se de mercadoria constante na lista neutra de incidência do PIS/PASEP e COFINS;

4 - 41,38% (quarenta e um inteiros e trinta e oito centésimos por cento), tratando-se de mercadoria que não conste nas listas positiva, negativa ou neutra de incidência do PIS/PASEP e COFINS.

§ 2° - Na hipótese de entrada de mercadoria proveniente de outra unidade da Federação, cuja saída interna seja tributada com alíquota superior a 12% (doze por cento), o estabelecimento destinatário paulista deverá utilizar o “IVA-ST ajustado”, calculado pela seguinte fórmula:

IVA-ST ajustado = [(1+IVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] -1, onde:

1 - IVA-ST original é o IVA-ST aplicável na operação interna, conforme previsto no § 1°;

2 - ALQ inter é a alíquota interestadual aplicada pelo remetente localizado em outra unidade da Federação;

3 - ALQ intra é a alíquota aplicável à mercadoria neste Estado.

Art. 1º-A - o disposto nesta portaria aplica-se, também, no cálculo do imposto relativo ao estoque das mercadorias existente no final do dia 28 de fevereiro de 2009, nos termos do Decreto 53.625, de 30 de outubro de 2008, exceto o “IVA-ST ajustado” previsto no § 2º do artigo 1º desta portaria. (Artigo acrescentado pela Portaria CAT-28/09, de 05-01-2009; DOE 06-01-2009)

Art. 2º -Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos no período de 1° de dezembro de 2008 a 30 de junho de 2009, ficando revogada a Portaria CAT-20/08, de 6-3-2008, a partir de 1º de dezembro de 2008. (Redação dada ao artigo pela Portaria CAT-60/09, de 24-03-2009; DOE 25-03-2009)

Artigo 2° - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos no período de 1° de dezembro de 2008 a 31 de março de 2009, ficando revogada a Portaria CAT-20/08, de 6-3-2008, a partir de 1º de dezembro de 2008. (Redação dada ao artigo pela Portaria CAT-28/09, de 05-01-2009; DOE 06-01-2009)
Artigo 2° - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1° de dezembro de 2008, ficando, a partir de então, revogada a Portaria CAT-20/08, de 6 de março de 2008.
Conforme site da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

Obs. Febrafarma: O Artigo 2º da Portaria CAT 141/08 foi alterado conforme artigo 1º da Portaria CAT – 112, de 26-06-2009, DOE SP de 27/06/2009, Executivo I, Pág. 19, passando a ter a seguinte redação:

Art. 1º - Passa a vigorar com a seguinte redação o artigo 2º da Portaria CAT-141/08, de 6 de novembro de 2008:

“Artigo 2º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos no período de 1° de dezembro de 2008 a 30 de setembro de 2009, ficando revogada a Portaria CAT-20/08, de 6-3-2008, a partir de 1º de dezembro de 2008.” (NR).

Portaria CAT 20, de 06 de março de 2008

Publicado no DOE SP de 07/03/08 – Executivo I, Pág. 15

Revogada pela Portaria CAT-112, de 26/06/2009, publicado no DOE SP de 27/06/2009 – Executivo I, Pág.19

Estabelece a base de cálculo na saída de medicamentos classificados nas posições 3003 e 3004 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias – Sistema Harmonizado - NBM/SH, a que se refere o artigo 313-B do Regulamento do ICMS

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto nos artigos 28-A, 28-B e 28-C da Lei 6.374, de 1° de março de 1989, e nos artigos 41, 313-A e 313-B do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, e considerando que:as empresas produtoras e comercializadoras de medicamentos devem observar, para a determinação de seus preços, o disposto na Lei federal 10.742, de 6 de outubro de 2003, compete à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos - CMED estabelecer critérios para fixação de preços e de margens de comercialização de medicamentos, conforme previsto na Lei federal 10.742, de 6 de outubro de 2003, a CMED estabeleceu, por meio do artigo 4° da Resolução 2, de 19 de março de 2007, o critério para fixação de preço máximo ao consumidor com base em tabela de fatores, a serem aplicados sobre o preço do fabricante, que observa as cargas tributárias do ICMS e a incidência de tributos federais, expede a seguinte portaria:

Art. 1° - na ausência de preço final a consumidor divulgado pela Secretaria da Fazenda, a base de cálculo para fins de retenção e pagamento do imposto relativo às saídas subseqüentes de medicamentos classificados nas posições 3003 e 3004 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias – Sistema Harmonizado - NBM/SH, com destino a estabelecimento localizado em território paulista, será o preço praticado pelo sujeito passivo, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor adicionado calculado mediante a multiplicação do preço praticado pelo Índice de Valor Adicionado Setorial- IVA-ST.

§ 1° - para fins do disposto neste artigo, o Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST será:

1 - 38,24% (trinta e oito inteiros e vinte e quatro centésimos por cento), se a mercadoria constar na lista positiva da incidência do PIS/Pasep e Cofins;

2 - 33,00% (trinta e três por cento), se a mercadoria constar na lista negativa da incidência do PIS/Pasep e Cofins;

3 - 41,38% (quarenta e um inteiros e trinta e oito centésimos por cento), se a mercadoria constar na lista neutra da incidência do PIS/Pasep e Cofins.

§ 2° - na hipótese de entrada de mercadoria proveniente de outra unidade da Federação cuja saída interna seja tributada com alíquota superior a 12% (doze por cento), o estabelecimento destinatário paulista deverá utilizar o “IVA-ST ajustado”, calculado pela seguinte fórmula:

IVA-ST ajustado = [(1+IVA-ST original) x (1 - ALQ inter)/(1 - ALQ intra)] -1, onde:

1 - IVA-ST original é o IVA-ST aplicável na operação interna, conforme previsto no § 1°;

2 - ALQ inter é a alíquota interestadual aplicada pelo remetente localizado em outra unidade da Federação;

3 - ALQ intra é a alíquota aplicável à mercadoria neste Estado.

Art. 2° - Fica revogada a Portaria CAT-126, de 20 de dezembro de 2007.

Art. 3° - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1° de abril de 2008.


entrevista MAX

| |

 

Aproveito para mandar um artigo do Max Gheringer, comentarista da CBN, revista Você S/A,  etc
'Existem muitos gurus que sabem dar respostas criativas às grandes questões'.
Comentário de Max Gheringer - Rádio CBN. Falando sobre o mercado de trabalho:
Aqui vai um pequeno resumo da entrevista com o famoso Reynold Remhn:
Pergunta : Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?
Resposta
: Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos que ainda falta muito para aprendermos. É por isso que sofremos. Trabalhar em excesso é como perseguir o vento. A felicidade só existe para quem souber aproveitar agora os frutos do seu trabalho.

Segunda pergunta
: O profissional do futuro será um individualista?
Resposta
: Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se
Cair, não terá ninguém para ajudá lo a levantar-se.

Terceira pergunta
: Que conselho o Sr dá aos jovens que estão entrando
No mercado de trabalho?
Resposta
: É melhor ser criticado pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos. Elogios vazios são como gravetos atirados em uma fogueira.

Quarta pergunta
: E para os funcionários que tem Chefes centralizadores e perversos?
Reposta:
Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração.

Última pergunta
: O que é exatamente sucesso?
Resposta
: É o sono gostoso. Se a fartura do Rico não o deixa dormir, Ele estará acumulando, ao mesmo tempo, sua riqueza e sua desgraça.

Belas e sábias respostas.

Eu só queria me desculpar pelo fato de que não existe nenhum Reynold Remhn. Eu o inventei. Todas as respostas, embora extremamente atuais foram retiradas de um livro escrito a 2.300 anos: o ECLESIASTES, do Velho Testamento. Mas, se eu digo isso logo no começo, muita gente, talvez, nem tivesse interesse em continuar ouvindo.


visitação Médica – leitura

| |

 

Estudar, ler, aprender mais sobre o cliente. Esse é um desafio que faz parte de quem é vendedor. Por isso, a indicação de um livro a todos


Estamos na TCHE

| |

 

Realizamos um treinamento para os empresários, gestore e líderes da Rede Tche no Rio Grande do Sultche

 

Abaixo voce vai ler o que falamos aos Participantes. Mas, em resumo, pautamos nosso treinamento em :

 

1) Tendências de Mercado

Discutimos aqui o que estamos enfrentando e para onde o mercado varejista tem se orientado. E, mais importante quais as atitudes que devem ser tomadas.

2) Pessoas

Existe uma lacuna entre a estratégia e a operacionalização da mesma. Por isso, oferecemos através de uma prática as atitudes que o empresário deve possuir;

 

3) Gestão

Aqui discutimos os indicadores que a farmácia precisa possuir para uma gestão eficaz. Abaixo você lê os assuntos tratados.


Olha o que falamos na Rede Tche

| |

1.      Gestão

a.     Comercial

                                                              i.      Compras

1.      Perfumaria

2.      Genéricos

3.      Similares

4.      Faltas

5.      Programa com a industria

6.      Negociações do ético

7.      Fidelidade com a distribuidora

                                                           ii.      Vendas

1.      Produtos iscas

2.      Preservação da margem mínima

3.      Campanhas para produtos focos

b.     R h

                                                              i.      Manual de procedimentos

                                                           ii.      Remuneração

1.      Fixo

a.     Função

b.     Desempenho

2.      Variável

a.     Participação

b.     Campanhas

c.      Marketing

                                                              i.      Investimento ou despesas ?

                                                           ii.      Parceria e comprometimento com os parceiros

d.      Lay-out

                                                              i.      Perfumaria

                                                           ii.      Dermocosméticos

                                                         iii.      Outros

1.      Nutrição esportiva

2.      Ortopedia

3.      Nichos de mercados

a.     Diabetico

b.     Profissionais da beleza

e.      Rdc 44/2009

                                                              i.      O que pode ou que não pode

                                                           ii.      Atendimento farmacêutico

1.      conceito

2.      Imobiliário

3.      Profissional

4.      Remuneração

f.      Organograma

                                                              i.      Quem é quem na empresa

g.     Finanças

                                                              i.      Ponto de equilíbrio

                                                           ii.      Controle de estoque

                                                         iii.      Fluxo de caixa

                                                         iv.      Demonstrativo de resultado

                                                            v.      Balanço geral

 


Uma solução para nossas entregas e vendas em Cartão

| |

http://www.foneshop.com.br/oque_passo.html

Acesse e veja os vídeos!


Cliente deverá fiscalizar novas regras para bulas

| |


Usuários de medicamentos serão fundamentais para garantir o cumprimento de resolução da Anvisa

Em 2011 o mercado só poderá ter medicamentos que seguem novas regras para bulas, ditadas pela Resolução 47/2009 da Anvisa, publicada na semana passada. Para garantir que as mudanças serão obedecidas, autoridades sanitárias contarão com importante fiscal: o consumidor.
A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) espera que usuários se informem para perceber quando fabricantes escorregaram no texto. "Se, após a regulamentação, o consumidor ainda adquirir medicamento sem especificações, deve reclamar", diz o gerente-geral do órgão estadual, Jaime Brito.
Após 2011, quem fabricar medicamento acompanhado de bula antiga fica sujeito a multa que varia de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.

Ouvidoria da Anvisa: 0800-61-1997

Apevisa, acesse www.apevisa.pe.gov.br

As informações são do Jornal do Commercio.


Substituição tributária e sonegação

| |

 

por Marcel Domingos Solimeo em 31 de julho de 2009 Opinião - Economia

E-mail Imprimir PDF

OICMS é o imposto estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e alguns serviços, sendo um tributo sobre o "valor adicionado" em cada etapa da circulação, até atingir o seu destinatário final. Existem exceções na forma de incidência, sendo uma delas a sistemática da "substituição tributária".

A "Substituição Tributária", (ST) consiste em deslocar a parcela do imposto que deveria ser paga pelo comércio, para a indústria, sendo fixada pela Fazenda a "Margem de  Valor Adicionado" (MVA) sobre a qual deverá ser recolhido o tributo pelo setor industrial. Como exceção, a ST era utilizada apenas em algumas situações específicas, como no caso de produtos homogêneos, com poucos produtores e rede de distribuição mais ou menos homogênea, assim como MVA relativamente uniforme. Do ponto de vista ideal, a ST deveria ser adotada nacionalmente. É evidente que, quando se generaliza a exceção, como ocorre atualmente em são Paulo,  são provocadas, na prática, mudanças importantes na sistemática do tributo, que afetam a própria natureza do imposto.  Em vez de incidir sobre o valor adicionado efetivo, resultante do resultado da venda, é cobrado pela indústria sobre um "valor arbitrado" pelo fisco.
A ST, quando adotada por um único estado, cria dificuldades de competição para empresas atacadistas nas vendas interestaduais –  e mesmo nas vendas internas, quando varejistas compram de outros estados e não recolhem a diferença de imposto. Uma das maiores dificuldades da ST, quando aplicada a segmentos e produtos não uniformes, é a fixação da MVA. 
Em uma economia de mercado em que existe concorrência, a MVA  é conhecida somente após a venda do produto, pois a competição pode forçar a venda por preço menor do que o desejado.  Um mesmo produto tem diferentes margens  em função das diferenças de canais de comercialização ou, ainda, a MVA pode variar em uma mesma empresa em função das flutuações do mercado ou da sazonalidade da demanda. 
Exemplo clássico é o comércio de confecções, cujos preços no começo de estação são muito superiores ao dos períodos de liquidação, como se pode constatar, no momento, visitando algum shopping center.
Mesmo que se admita que a Fazenda tenha procurado manter a "neutralidade" da tributação, ao fixar as MVA's dos diversos produtos e segmentos, não se pode desconhecer que, ao se calcular pela  média – simples ou ponderada – a margem de qualquer setor, ela terá impacto negativo para aqueles que estavam abaixo da média, embora possa beneficiar os que estavam acima.
Assim, a "neutralidade" em relação ao todo não significa, necessariamente, que a ST seja neutra para todos os contribuintes. A única forma de evitar o aumento de tributação para todos seria a fixação de MVA's abaixo da média, procurando ganhar na ampliação da base tributável.
Atribuir todo o aumento de arrecadação do ICM sobre o comércio à eliminação da sonegação parece não corresponder à realidade, porque parte importante do mesmo resultou da tributação do ICMS sobre o estoque, embora não ocorra "circulação" – a qual, mesmo parcelada, pressionou o capital de giro das empresas em um período crítico em que o crédito estava difícil e caro, e as vendas em queda.
Ignorar que a mudança na sistemática de tributação, como a imposta pela ST, traria problemas para muitos setores e empresas, e considerar que todas as críticas ou reclamações são apenas manifestações de "sonegadores", constitui generalização ofensiva aos contribuintes corretos , que reclamaram por  se sentiram prejudicados; é injusta com as entidades de classe que têm procurado apoiar as reivindicações que considerem justificadas de seus associados; não contribui para a harmonia que deve existir nas relações  entre fisco e contribuintes e, por fim, não conduz à solução dos problemas.
O diálogo é o melhor caminho, mas só pode ser produtivo se a visão maniqueísta que tem prevalecido contra os contribuintes for modificada, e se entender que é natural  surgirem distorções quando se fazem mudanças profundas. É  do interesse tanto do estado, como dos contribuintes, encontrar soluções que assegurem condições para o crescimento das empresas e da economia.

Publicado pelo Diário do Comércio em 26/07/2009


Pfizer perto de fechar a compra da neo química

| |

 

02/09 - 12:02 - Agência Estado

Logo Agência Estado

A Pfizer está concluindo as negociações para a aquisição do laboratório Neo Química, de Goiás. Segundo fontes do mercado, as negociações começaram no início do ano e estão perto de uma conclusão.

O valor do negócio está estimado entre R$ 500 milhões a R$ 1 bilhão, dependendo das condições. Com faturamento de cerca de R$ 300 milhões, o Neo Química é especializado em medicamentos genéricos com marca (os antigos similares) e genéricos comuns.
Para a multinacional americana, que fatura R$ 1,5 bilhão no Brasil (excluindo vendas ao governo), a aquisição faria parte de uma estratégia de ampliação do faturamento global para compensar o vencimento de patentes de grandes campeões de vendas, como o Lípitor (usado para combater o colesterol alto) e o Viagra (contra impotência). O Lípitor, cuja patente vence no ano que vem, contribui com US$ 12 bilhões para o faturamento anual da companhia, que foi de US$ 48 bilhões no ano passado. A patente do Viagra vence em 2011.
Procurada, a Pfizer disse apenas que, por política internacional, não comenta especulações de mercado. Disse também que não fechou nem anunciou qualquer acordo no Brasil. A Neo Química, por sua vez, não respondeu às ligações telefônicas ou mensagem eletrônica.
Com as vendas nos EUA em queda - o mercado americano deve encolher de 1% a 2% este ano, segundo projeções do IMS, principal instituto de pesquisa do setor -, a Pfizer conta com aquisições nos mercados emergentes para adicionar US$ 3 bilhões à sua receita global até 2012. Além de Brasil, a companhia está olhando aquisições na China, Rússia, Turquia e Índia.
Esta será a segunda grande aquisição no mercado de genéricos brasileiros este ano. Em abril, a Sanofi Aventis pagou R$ 1,5 bilhão pelo laboratório Medley, empresa que fatura R$ 1,5 bilhão de acordo com levantamento da IMS, número que exclui descontos. As vendas líquidas da Medley foram de R$ 460 milhões no ano passado.
Segundo fontes, Pfizer e Neo Química chegaram a avaliar a possibilidade de criar uma joint venture ou a compra de uma participação acionária, mas o formato final acabou evoluindo para uma aquisição integral.
Com sede em Anápolis, a Neo Química foi a terceira empresa brasileira a obter registro para fabricar genéricos no País, iniciando sua produção em 2000. Hoje, o laboratório é conhecido mais pela fabricação de genéricos com marca. Dentre os seus principais produtos está o descongestionante nasal Neosoro, lançado em 2000. Segundo o site da companhia, o Neosoro seria hoje o segundo medicamento mais vendido do Brasil.
A Neo Química também possui uma rede de distribuição importante e acaba de inaugurar uma nova fábrica que vai permitir aumentar a capacidade produtiva de 3,6 bilhões para 8,5 bilhões de comprimidos ao ano.
Com a aquisição da Neo Química, a Pfizer deverá ampliar o portfólio de genéricos sem marca e também se antecipar para lançar genéricos de medicamentos como o Lípitor imediatamente após o vencimento da patente. No Brasil desde a década de 50, a Pfizer possui uma fábrica em Guarulhos com capacidade de produção de 172 milhões de unidades anuais.
A venda de mais um laboratório brasileiro para uma multinacional torna mais distante o sonho do governo de estimular, com a ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a criação de um grande grupo farmacêutico nacional. Dentre os grandes fabricantes locais, restam EMS (receita superior a R$ 2 bilhões), Aché (R$ 1,5 bilhão) e Eurofarma (R$ 1,1 bilhão).


clip_image002


Justiça desobriga redes de controlar psicotrópicos

| |

 

11/09 - 10:11 - Agência Estado

Logo Agência Estado

As principais redes de farmácias e drogarias do Brasil, detentoras de 40% do mercado, estão há mais de um ano livres da obrigação de abastecer o Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), criado pela Anvisa em 2007, para melhorar o controle dos remédios psicotrópicos, como as drogas para emagrecer. A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que reúne as 28 maiores redes, obteve liminar na Justiça Federal em São Paulo sob a alegação de que, da maneira como foi desenhado, o sistema inviabilizaria a atividade dos estabelecimentos.

A decisão foi mantida pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região e expandida para os estabelecimentos associados à entidade em todo o País. Desde fevereiro, o processo aguarda julgamento de mérito na primeira instância. No total, segundo a Anvisa, 47% das 70 mil farmácias comerciais estão fora do sistema por esse e outros motivos. A disputa, diz a agência, prejudica o acompanhamento das prescrições e do uso dos remédios.
O SNGPC, que só no início de 2008 passou a ser obrigatório em todo o País, prevê relatórios sobre as vendas a ser encaminhados à Anvisa em até sete dias. O órgão pretende centralizar os dados para saber, por exemplo, quem mais prescreve as drogas, até para localizar possíveis irregularidades. A Abrafarma afirma que não há descontrole, uma vez que associados têm utilizado sistemas eletrônicos próprios e são vistoriados pelas vigilâncias locais. Para a Anvisa, a situação ainda dá margem a irregularidades. Por exemplo, quando um cliente apresenta uma receita para comprar três caixas, mas leva apenas uma em razão do preço, as outras duas podem acabar no mercado ilegal. O SNGPC impediria que isso acontecesse ao cruzar dados das receitas com o dos estoques.
A Associação de Farmacêuticos Magistrais, que representa o setor de farmácias de manipulação, discorda de que o sistema inviabilize as operações. Segundo o vice-presidente da entidade, Hugo de Souza, seus 5.500 afiliados estão cadastrados no sistema. Ele afirma que a falta de adesão inviabiliza o SNGPC. "A Anvisa ainda não tem o controle sobre os psicotrópicos", conclui. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Neoquimica e Pfizer

| |

 

Compra da Neo Química pela Pfizer em vias de conclusão

Com a aquisição, laboratório pode antecipar versões genéricas de medicamentos como Lípitor
De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, as negociações da multinacional norte-americana Pfizer para a aquisição do laboratório goiano Neo Química, especializado em medicamentos genéricos com marca e comuns, estão prestes a serem concluídas. O negócio, cujo valor aproximado é de R$ 500 milhões a R$ 1 bilhão, pode ser uma das estratégias para ampliar o faturamento global da Pfizer e compensar o vencimento das patentes de medicamentos de sucesso, como o Lípitor e o Viagra. Ao efetuar a compra da Neo Química, o portfólio de genéricos sem marca será aumentado. Além disso, o negócio é uma oportunidade para a companhia se antecipar no lançamento de genéricos do Lípitor, por exemplo, imediatamente após o vencimento da patente.
A empresa estaria interessada também em aquisições na China, Rússia, Turquia e Índia.


Ulizamos o vídeo abaixo em um treinamento

| |

 


Grupo Pão de açucar abre 430 vagas para farmácias

| |

Grupo Pão de Açúcar abre 430 vagas para drogarias

[01-09-2009]

O Grupo Pão de Açúcar abre 430 novas vagas para suas drogarias nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. As oportunidades destinam-se a expansão da companhia nesse segmento em que já atua com 146 drogarias, presentes em 14 cidades brasileiras e que empregam juntas, cerca de 1000 pessoas.

Os interessados nas novas vagas devem cadastrar seu currículo no site www.grupopaodeacucar.com.br/nossagente/ - são 70 vagas para farmacêuticos, 210 para balconistas, 100 vagas para atendente de farmácia e 50 vagas para operador de caixa. Os currículos podem ser encaminhados até o dia 30/09/2009. Entre as oportunidades, também há disponibilidade para contratação de profissionais portadores de deficiência física.

Entre os benefícios oferecidos pela empresa estão: estruturado plano de carreira, convênio médico e odontológico, refeição e seguro de vida. Todas as vagas são efetivas e obedecem a legislação trabalhista.

Perfil

Os candidatos às vagas de farmacêuticos deverão ter registro no Conselho de Farmácia (CRF), experiência técnica em drogaria, incluindo controle de medicamentos e de estoques, excelência no padrão de atendimento, conhecimento em resolução da Vigilância Sanitária e do Conselho Regional de Farmácia e das tendências desse mercado. Também é desejável disponibilidade de horário.

Para balconistas, é necessário que o candidato tenha ensino médio completo, que seja maior de 18 anos com experiência de 6 meses em drogaria. Imprescindível conhecimento específico em leitura de receita médica e informática (word e excel).

SOBRE O GRUPO PÃO DE AÇÚCAR

Pioneiro no setor varejista de alimento no Brasil, o Grupo Pão de Açúcar, que completou 60 anos no ano passado, é hoje a maior empresa de varejo do País com 1055 lojas, além de 75 postos de combustíveis e 146 drogarias. A operação da empresa está distribuída em 18 estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e também no Distrito Federal, que totalizam mais de 1 milhão de m² de área de vendas e 79 mil colaboradores.

A Companhia foi pioneira no projeto de farmácias próprias no estado de São Paulo, dentro do setor supermercadista, há oito anos. As farmácias do grupo têm operação independente e funcionam em área delimitada e sinalizada ou nas Galerias Comerciais. Em todas as unidades há um caixa exclusivo e farmacêutico durante todo o horário de funcionamento, conforme previsto na legislação. O Grupo Pão de Açúcar (Extra, Pão de Açúcar e CompreBem) iniciou as operações de farmácias para oferecer a maior variedade de produtos aos clientes, que hoje podem encontrar cerca de 6000 mil itens só nas drogarias.

Para garantir a atuação no mercado e atender às diferentes necessidades e expectativas dos consumidores, a empresa mantém uma estrutura multiformato formada pelos modelos: supermercados (Pão de Açúcar, CompreBem e Sendas), hipermercados (Extra), lojas de produtos eletrônicos/eletrodomésticos (Ponto Frio Extra-Eletro), lojas de conveniência (Extra Fácil) e atacarejo (rede Assai Atacadista). A empresa também atua no comércio eletrônico nas áreas de alimentos, com o www.paodeacucar.com.br, e não alimentos, com o www.extra.com.br.

O Grupo Pão de Açúcar tem ações listadas na Bovespa desde outubro de 1995 e na Bolsa de Nova York (ADR nível III), desde maio de 1997. Em 2008, o Grupo registrou faturamento bruto de R$ 26 bilhões (consolidadas as vendas registradas pelo Ponto Frio no ano passado - a rede foi adquirida em junho de 2009).

Processo Seletivo:


Mágica e Matemática

| |


Anvisa Debate: novas regras para farmácias e drogarias

| |


“Farmácia, estabelecimento de Saúde” foi o tema do Anvisa Debate desta terça-feira (01), no auditório da Sede da Agência em Brasília (DF). O debate girou em torno das novas regras constantes da RDC 44/09, publicada em 18 de agosto, que reforça as Boas Práticas Farmacêuticas para o comércio de medicamentos e a prestação de serviços em farmácias e drogarias.O debate contou com a participação do diretor presidente da Anvisa,
Dirceu Raposo de Mello, o deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT/SP), o promotor do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Jairo Bisol, e o presidente Executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto.
A discussão foi aberta com uma pergunta polêmica ao representante da Abrafarma: por que o setor reagiu com tantas críticas à nova legislação? “A resolução tem avanços no sentido de padronizar a fiscalização e regulamentar a prestação de serviços farmacêuticos, mas extrapola as competências da Agência ao estabelecer uma lista do que pode ser vendido nas farmácias”, defendeu Sérgio Mena Barreto.
Ainda segundo Barreto, o Brasil estaria indo na contramão de países como o Chile, que efetou movimento inverso em relação aos medicamentos isentos de prescrição. “Lá os isentos, que ficavam atrás do balcão, vieram para as gôndolas, porque estava ocorrendo concentração de mercado, o que prejudicava o acesso dos consumidores”, pontuou.
Os argumentos do representante da Abrafarma foram rebatidos pelos demais convidados. “Não podemos nos esquecer que no Chile há três grandes redes de farmácias, de modo que a concentração é quase inevitável”, lembrou o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, ao reforçar que medicamento isento de prescrição não é isento de dispensação, ou seja, de uma mínima orientação ao paciente.
“ Não se trata de entregar o poder de escolha do cidadão ao farmacêutico, mas sim de garantir ao cidadão o direito a informação e assistência adequadas para que ele possa fazer não apenas boas escolhas, mas também um bom uso do medicamento”, completou o promotor Jairo Bisol.
Quanto ao debate da legalidade, Dirceu Raposo lembrou que a resolução se baseia no cumprimento do regramento legal do país. “A definição de produtos correlatos na lei 5991/73 não cita alimentos, por exemplo”, esclareceu o diretor presidente da Anvisa.
Para o deputado federal Arlindo Chinaglia, por trás da polêmica está um contexto de conflito de interesses. “Segundo o Sinitox, cerca de 30% das intoxicações são causadas por medicamentos. Isso já mostra que o sistema deve ser repensado e que é razoável que aqueles que mais causam intoxicação (isentos de prescrição) devem estar atrás do balcão”, argumentou o deputado.
Farmácias Brasileiras
Os participantes, no auditório, reforçaram a necessidade de se debater também questões como a redução da pressão mercadológica sobre o farmacêutico e o resgate do papel essencial das farmácias e drogarias.
Para Chinaglia, as farmácias brasileiras ainda não prestam assistência plena ao paciente, por diversos fatores, como a falta de profissionais em algumas regiões e o poder aquisitivo diferenciado, que impacta no acesso. O deputado defende que as farmácias sejam, mais que estabelecimentos comerciais, unidades integrantes de um sistema de saúde, recebendo inclusive financiamento.
Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa


O que foi dito no DEBATE ANVISA

| |

 

“ Não se trata de entregar o poder de escolha do cidadão ao farmacêutico, mas sim de garantir ao cidadão o direito a informação e assistência adequadas para que ele possa fazer não apenas boas escolhas, mas também um bom uso do medicamento”, promotor Jairo Bisol.


Médico não poderá vender nada no consultório

| |

Novo código de ética proíbe médico de vender remédio ( Folha de S.Paulo )


Prática é comum em consultórios dermatológicos e de reprodução assistida
Profissionais não serão proibidos de receber brindes da indústria farmacêutica, mas terão que revelar esse conflito de interesses
O novo Código de Ética Médica, que será aprovado hoje pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), veta a participação de médicos em consórcios para realização de procedimentos, como cirurgias plásticas. Eles também estão proibidos de obter vantagens financeiras pela comercialização de medicamentos, órteses e próteses.
Hoje, é comum a venda de medicamentos e de outros produtos em várias áreas da medicina, como em clínicas de reprodução assistida ou em consultórios dermatológicos.
Muitos médicos, especialmente das áreas de cirurgia cardiovascular, cirurgia plástica, neurocirurgia, oftalmologia e ortopedia, também recebem comissões da indústria por indicarem seus produtos.
Segundo um ortopedista de São Paulo, que pediu para não ser identificado, o custo do material usado em uma cirurgia de coluna, por exemplo, varia entre R$ 20 mil e R$ 100 mil. A comissão de alguns médicos para a indicação de determinada prótese ou implante, por exemplo, seria de 10% a 20% do valor do produto comercializado.
O novo código de ética não vai proibir que os médicos recebam brindes ou viajem bancados pela indústria farmacêutica, mas determinará que eles revelem esse conflito de interesse antes de apresentações em congressos, por exemplo, e em publicações científicas.
"Não dá para colocar um artigo dizendo que é proibido um professor ser garoto propaganda da indústria farmacêutica. Se a pessoa declara que é paga pela indústria farmacêutica, quem faz o julgamento é quem a ouve", diz Roberto D´Ávila, coordenador da comissão responsável pela revisão do Código de Ética Médica.
Para ele, o caminho é tornar transparentes essas relações conflituosas. "De qualquer forma, foi um avanço nessa discussão que, até então era muito escamoteada, muito hipócrita. E o paciente é o único prejudicado nessa relação conflituosa", reforça D´Ávila.
O conselheiro Ylmar Corrêa Neto, também membro da comissão, lembra que o conflito de interesse é um assunto antigo na história da medicina - a primeira citação, de Aristóteles, data de 2.500 anos atrás- e não necessariamente configura uma infração ética. Um subsídio para um congresso médico, por exemplo, em que o profissional vai se atualizar e poderá reverter isso em benefício do paciente, não seria antiético.
"O interesse deve ser sempre a saúde do paciente. Quando há um desvio para o interesse secundário, passa a ser corrupção médica", explicou Corrêa Neto, durante conferência anteontem em São Paulo.
No evento, o médico Luiz Roberto Londres, diretor-presidente da Clínica São Vicente, no Rio, foi enfático em dizer que a corrupção médica está "galopante" e que os médicos são os maiores responsáveis por essa situação. "Perdemos a noção do que é ético. Os médicos têm que decidir de que lado estão: do ser humano ou dos negócios."
O conflito de interesse foi um dos temas centrais nas discussões sobre a mudança do novo código, que começaram na última terça-feira e terminam hoje em São Paulo. Foram dois anos de debates com diversas entidades e especialistas e a análise de 2.575 sugestões encaminhadas por médicos e outras entidades.
Muitas das novas decisões sobre conflito de interesse já constam em resoluções do CFM, mas não estavam no código de ética, cuja última versão foi editada em 1988. "O código é a nossa carta magna. Todos os artigos que constam nele têm mais força de fiscalização e de sanção", explica o médico Clóvis Constantino, membro da diretoria do CFM.
Outros temas
O novo código de ética também deve tratar da autonomia do paciente e do médico. Os riscos e os benefícios de um determinado tratamento, por exemplo, devem ser esclarecidos de forma clara ao paciente e a decisão de fazê-lo ou não deve ser tomada em conjunto.
O termo de consentimento informado também foi bastante debatido. "Ele tem quer um instrumento que proteja o paciente, não o médico", afirma Clóvis Constantino.
Outro conceito que entrará pela primeira vez no código são os cuidados paliativos. "Alguns artigos vão mostrar aos médicos que eles têm o dever de oferecer os cuidados paliativos a pacientes críticos", diz ele.
Fonte: Folha de S.Paulo
Jornalista: CLÁUDIA COLLUCCI


O Que pensei em reproduzir o link do Marcelo Cherto

| |

 

que em nossas farmácias não podemos pensar dentro da caixa mais. Sempre com as mesmas soluções simplistas e que nnão levam em consideração toda empresa/setores.

Nós da Desenvolva somos abertos a idéias, não oferecemos soluções prontas mas, temos a premissa de trabalhar sob medida para nossos clientes:

Por isso realizamos o Diagnóstico para as áreas de atuação e resolução da Consultoria.


Design Thinking – você ainda vai ouvir falar muito nisso

| |

Design Thinking – você ainda vai ouvir falar muito nisso

Uma metodologia para resolver problemas complexos, descobrir novas oportunidades e a forma mais efetiva de aproveitá-las

Por Marcelo Cherto*

Edi Pereira

Sempre fui um apaixonado por design. Nos museus que visito, a seção onde passo mais tempo é a dedicada ao tema. E, nos últimos tempos, venho estudando a fundo algo que tem e não tem a ver com isso: o Design Thinking. Tem a ver, porque é o método que as boas empresas do ramo (como a IDEO, por exemplo) usam para criar os objetos que desenvolvem. E não tem a ver porque seu alcance vai muito além do desenho de coisas.
Trata-se de uma metodologia para resolver problemas complexos e descobrir novas oportunidades e a forma mais efetiva de aproveitá-las. Um processo que qualquer empresa pode utilizar. Inclusive a sua, caro leitor.
Meio sem querer, é a forma como a equipe de consultoria da GrowBiz trabalha há algum tempo. Não por mérito meu, mas porque Fernando Campora, nosso Chief Consulting Officer, sempre insistiu que seu time encare o início de cada projeto como uma folha de papel em branco, sem se deixar limitar por pré-julgamentos, sem ter em mente uma hipótese pré-estabelecida a comprovar e, em certos casos, até deixando de lado, temporariamente, o briefing do cliente. Afinal, como já disse Gilberto Gil, “o povo sabe o que quer, mas também quer o que não sabe”.
E no que essa metodologia se diferencia das utilizadas pela vasta maioria das empresas para resolver problemas? No Design Thinking, é quase proibido alguém bancar o advogado do diabo na fase inicial do processo de busca da solução. Estimula-se o time envolvido a “pensar fora da caixa”, buscando e analisando, sem censura prévia, o máximo possível de alternativas, antes de se fixar em uma ou duas delas. Sempre tendo o usuário ou beneficiário final como o centro de todas as considerações.
Estranhamente, tentei encontrar, aqui no Brasil, um bom curso a respeito do assunto... e nada.
Já na Universidade de Stanford, nos EUA, foi criada não uma matéria dedicada ao tema, mas toda uma escola, a d.school, que se propõe a ser um ambiente em que estudantes e professores de engenharia, medicina, administração, educação e outras escolas possam aprender e praticar o Design Thinking, trabalhando juntos para resolver grandes problemas com a visão do ser humano como o centro de tudo.
Por essas e outras, estou convencido de que, se você ainda não havia ouvido falar em Design Thinking, não se preocupe. Daqui para a frente isso vai mudar.
* Marcelo Cherto é CEO da GrowBiz – grow your business, sócio da Franchise Store e da MD Comunicação e membro da Academia Brasileira de Marketing e integrante do Conselho Consultivo da Endeavor Global (N.York).