Mostrando as 30 postagens mais recentes de 36 em Outubro 2009. Mostrar postagens mais antigas
Mostrando as 30 postagens mais recentes de 36 em Outubro 2009. Mostrar postagens mais antigas

Inadimplencia na farmácia

 

72472298 Leiam as perguntas que o SILAS da THATO nos enviou para que eu e o Lima pudessemos responder. Abaixo nossos comentários

1) Qual é o impacto da queda da inadimplência sobre o varejo farmacêutico?

2) Como aproveitar a alta do ICC (Índice de Confiança do Consumidor) para impulsionar as vendas/

3) Com a queda da qualidade dos créditos como evitar o aumento da inadimplência?

4) Quais medidas devem ser tomadas pela varejo farmacêutico para evitar a inadimplência?

5) Dentro do PDV quais medidas e ações podem minimizar o problema da inadimplência?

6) Por favor, caso necessário, enviar informações complementares relevantes ao tema.

7) Por favor, enviar breve currículo para crédito na matéria.

 

Pensando em varejo farmacêutico, a maioria das farmácias e drogarias, especificamente as pequenas e medias empresas possuem o sistema tradicional de pagamento (cheque, cartão e dinheiro), algumas possuem cartões com sistema de pagamento através de uma financiadora com a bandeira da farmácia.

Outras ainda, principalmente as pequenas possuem um sistema de crediário próprio, famoso fiado!

Quando falamos de sistema de crediário dentro da farmácia, vemos que existem vantagens dentro do sistema “fiado” isso porque nesta condição de pagamento eu consigo vender no Preço Máximo ao consumidor. Diferente de outras modalidades que tenho que oferecer altos descontos, além de não possuir clientes fidelizados.

Analisando os dados de inadimplência dentro do varejo farmacêutico, principalmente para aqueles que possuem um sistema de cobrança organizados a inadimplência é muito pequena. Chegando a ser menor que no caso do cliente que compra só a vista.

Resumindo, acredito que é um bom negócio para a farmácia vender no crediário e que hoje o risco de inadimplência é baixo se tomado alguns cuidados

a) Cuidados para evitar a inadimplência

a. Organizar um sistema de cobrança com regras claras

. Prazos e formas

i. Quando será realizado a primeira cobrança e de que forma? Telefone?

ii. E a segunda? Carta?

iii. E a terceira? SPC

. è possível negociar? Quais os critérios

.Quando acontecerá o bloqueio

b. Possuir um departamento de cobrança ou para aquelas farmácias pequenas criar um projeto específico para quem as executas

c. Realizar um manual operacional com as regras

d. Possuir profissionais capacitados para a cobrança

e. Criar indicadores sobre o valor que está mobilizado na inadimplência

f. Quantidade de clientes

Acontece que a maioria das farmácias não levam a sério o departamento de cobrança e não aproveitam a grande oportunidade existente. Por isso acontecer, temem a inadimplência e nem abrem crediário

Sobre sua pesquisa, fico em dúvida como ela influencia o varejo farmacêutico:

           - não depende de crédito

- Não é bem de consumo dependente de financiamento (isso é, não consigo esperar para comprar um medicamento)

Espero ter ajudado!

Apoie a causa – Lei 7029/06

 

Mais uma vez o setor magistral sofre com interferências que podem prejudicar o segmento, impedir a assistência farmacêutica e principalmente o direito do consumidor de ter acesso a um tratamento de acordo com as suas necessidades. O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) apresentou o substitutivo ao Projeto de Lei 7.029/06 sobre fracionamento de medicamentos, em que o item mais restritivo proíbe a manipulação de princípios ativos quando houver a especialidade farmacêutica industrializada.

O deputado apresentou a proposta na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, da qual é relator. A possibilidade da proibição havia sido rejeitada quando o projeto foi submetido às comissões de Educação e Cultura e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.

A intervenção do deputado deturpou a versão original do Projeto de Lei e, por isso, o CRF-SP está atuando junto aos órgãos regulatórios, como a Anvisa e às entidades representativas do setor, como a Anfarmag (Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais) para que esse tipo de interferência não prejudique a profissão farmacêutica e se torne rotina. Quanto ao cerceamento da atividade magistral, o CRF-SP está em constante vigilância e empenhado para garantir esse direito e principalmente disponibilizar recursos para o tratamento individualizado que hoje é garantido pela manipulação do medicamento.

Uma das principais ações é a sensibilização de deputados para que a proposta do PL volte ao texto original e não prejudique a atividade magistral do farmacêutico.

Nota técnica

O CRF-SP entregou uma nota técnica aos parlamentares da Comissão de Seguridade Social e Família. A nota sugere a alteração de alguns artigos do Projeto de Lei 7.029/06, entre eles a exclusão do artigo 12, inciso 1º, uma vez o usuário de um determinado medicamento, que embora esteja disponível em quantidade individualizada e suficiente para atender sua necessidade terapêutica, pode necessitar de uma forma farmacêutica não disponível, em decorrência de uma característica fisiológica individual.

E ainda a exclusão do inciso 2º, que diz: “Caso a prescrição esteja de acordo com a DCB ou, na sua falta, com a DCI, e não haja manifestação do profissional prescritor pela manipulação do medicamento, a farmácia deve dispensar o medicamento industrializado”.

No entendimento do CRF-SP, o intuito do Projeto de Lei em questão é alterar dispositivos da Lei nº. 6.360/76, e esta norma, originariamente, não regulamenta a atividade de manipulação de medicamentos. Portanto, entende-se a inclusão de um parágrafo que trata exclusivamente desta atividade não é compatível com a finalidade da Lei.

O próximo passo do Projeto de Lei é ser votado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

A diretoria do CRF-SP, persistente na defesa das prerrogativas da profissão farmacêutica, solicita, mais uma vez, o apoio de todos os farmacêuticos  e de suas entidades representativas, através do envio de manifestação aos deputados, principalmente aqueles que compõem a base do Estado de São Paulo e as Comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça em defesa do âmbito e dos direitos já adquiridos pela classe ao longo de tantos anos de dedicação à Farmácia e à saúde pública.

Só com o empenho de toda categoria o setor magistral poderá ser preservado.

Encaminhamos modelo de texto anexo que poderá ser utilizada como base para a manifestação a ser encaminhada, bem como relação geral de deputados com seus respectivos e-mails de contato e dos membros das Comissões de  Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça.

Desde já agradecemos o apoio.

Atenciosamente,

Diretoria do CRF-SP

A Sedução nas Farmácias


Entenda por que grandes investidores nacionais e estrangeiros estão à caça das principais redes de drogarias do País

Claudio Pedroso

PRESSÃO NA PELE: "Sofro um assédio quase sexual para vender meu negócio. Mas já disse que não vendo", brinca Francisco Deusmar, da Pague Menos

No ano passado, o Fundo Gávea, de Armínio Fraga, comprou 30% da Droga Raia. Há duas semanas, o BTG Pactual, de André Esteves, anunciou a aquisição de 450 pontos da rede Farmais, a maior do País em número de lojas. Nos últimos meses, o Grupo Pão de Açúcar teria sondado a Drogaria São Paulo, apurou a DINHEIRO. Isso parece ser só o começo de uma profunda transformação no setor de farmácias. Poucas empresas passaram a ser tão cobiçadas no varejo brasileiro quanto as drogarias. É fácil entender os motivos. Em 2008, as farmácias brasileiras faturaram R$ 10 bilhões, um aumento de 21,32% na comparação com 2007. A performance é muito superior à expansão das redes de supermercados, que foi de 9%.

Poucos empresários são tão avessos a holofotes quanto os donos de farmácias e drogarias. A discrição provavelmente está ligada à origem desses grupos. Até o início da década passada, o segmento cresceu à base da venda "olho no olho", muitas vezes fiada. Não era raro o fundador dar expediente atrás do balcão e, na condição de farmacêutico, fazer atendimentos clínicos informais. Os negócios prosperaram e fizeram surgir grandes redes com atuação nacional. Maiores e amparadas pela legislação, que permitiu às farmácias vender um leque variado de produtos, elas passaram a dar mais dinheiro do que muitos outros setores. E, nesse processo, se tornaram as queridinhas do varejo nacional.

R$ 10 bilhões foi o faturamento das redes de drogarias no Brasil em 2008, o que representa uma alta de 21% sobre o ano anterior

Trata-se de um marco na história do setor. Extremamente pulverizado e regionalizado, o segmento manteve-se distante da onda de fusões e aquisições que afetou o comércio nacional na década de 90. Agora, o movimento de consolidação deve gerar um ciclo inédito de investimentos. Segundo apurou a reportagem da DINHEIRO, o Pão de Açúcar está em busca de ativos e já teria sondado grandes grupos como a Drogaria São Paulo e a rede Araújo, uma pequena cadeia de lojas de Minas Gerais com um dos negócios mais bem administrados do mercado. Maior rede de drogarias do País, a Pague Menos, do empresário Francisco Deusmar Queiros, já foi procurada por investidores de fundos de private equity locais e estrangeiros. "É um assédio quase sexual", brinca Queiros. "Mas eu não vendo."

O interessante é que, até pouco tempo atrás, não havia o menor sinal de que aconteceria tamanha movimentação. "Bastou o mercado ouvir o tilintar das moedas e alguns começaram a pensar: por que não comprar uma drogaria também?", diz Claudio Roberto Ely, presidente da Drogasil. "Somos uma companhia de capital aberto e, se houver interesse de alguém, é só ir à bolsa. Mas não oferecemos nada." Ely acredita que as drogarias se tornaram cobiçadas graças principalmente a uma mudança no seu modelo de negócios. Em vez de apenas vender medicamentos, as farmácias viraram também centros de beleza e bem-estar. Nas grandes redes, é possível fazer limpeza de pele ou comprar cremes importados para combater rugas. As gôndolas passaram a oferecer balas, refrigerantes, alimentos, algo impensável até pouco tempo atrás. Da iluminação ao layout, tudo foi revisto.

Resultado: a oferta maior de produtos e serviços disponíveis e um ambiente mais amigável passaram a atrair um novo público. "O ganho de sinergia que as redes de supermercado terão com novas drogarias é imenso", diz Alberto Serrentino, sócio da GS&MD. "Sem contar que o aumento na renda familiar tem ajudado muito a elevação nas vendas de itens de higiene e beleza, que possuem forte demanda nas drogarias."

O setor também passou por um processo de amadurecimento. Driblar o Fisco, por exemplo, virou coisa do passado. "O regime de substituição tributária e a introdução da nota fiscal eletrônica no ano passado foram fundamentais para a profissionalização", diz Eugênio de Zagottis, vice-presidente comercial da Droga Raia. É fácil entender. A formalização fiscal torna os negócios mais transparentes - o que facilita a aquisição ou venda de ativos. Além disso, com as novas regras, pequenas redes que fraudavam para lucrar começaram a baixar as portas. Com a concorrência menor, as redes dominantes passaram a faturar mais. As cinco maiores drogarias do País eram donas de 22% das vendas em dezembro de 2008. Em 2006, essa taxa estava em 16,5%.

As grandes redes brasileiras também passaram a ser cobiçadas por grupos estrangeiros. Em julho de 2009, a alemã Celesio, um dos maiores distribuidores farmacêuticos da Europa, adquiriu 50,1% das ações do grupo goiano Panpharma, dono das distribuidoras Panarello, American Farma e Sudeste Farma. Teria pago R$ 470 milhões para entrar nesse mercado no Brasil. Depois que um dos diretores disse lá fora que a companhia daria "continuidade" a sua atuação no Brasil, os rumores de aquisições no varejo só cresceram. Foi preciso que o presidente do conselho de administração, Fritz Oesterle, viesse a público para negar o interesse em lojas locais. No Exterior, a convergência entre farmácias e supermercados é antiga. Nos Estados Unidos, as grandes redes varejistas vendem todo tipo de remédios e em alguns locais é possível realizar até exames médicos básicos. No Brasil, porém, isso ainda está distante de acontecer.

Fonte: ISTOÉ Dinheiro
Autor: Adriana Mattos
Revisão e Edição: de responsabilidade da fonte

SNGPC erros

 

SNPC: Erros na transmissão de arquivos XML

Posted: 27 Oct 2009 11:24 AM PDT

A Anvisa informa que desde sexta-feira (23/10/2009) a transmissão de arquivos XML pelo SNGPC vem apresentando instabilidade com a mensagem de erro (em inglês).

A Gerência de Informática já identificou o problema e, assim que solucionado, informará através de informe.

A Anvisa lembra que de acordo com o Artigo 6° da Instrução Normativa 11 de 31 de outubro de 2007: “Não deverão ser objeto de autuação pelo órgão de vigilância sanitária competente os problemas decorrentes de dificuldades técnicas temporárias, entendidas como dificuldade de natureza operacional ocorrida no sistema, caracterizado como falha, interrupção ou ausência de comunicação na transmissão de dados e informações por período igual ou superior a 24 horas.”

Hoje tem treinamento para Gerentes da Rede Farmácia Nacional

 

Convite (2)

ETCO rastreamento Medicamentos

A rastreabilidade e sua contribuição para a queda da INFORMALIDADE

leão 

Como disse em um post anterior acabo de chegar do seminário promovido pelo grupo ETCO sobre rastreabilidade. Nele foram apresentados o projeto piloto para a implantação da lei nº 11.903/2009 que,
sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criou o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos.

O objetivo da Lei é que através da rastreabilidade dos medicamentos em toda a cadeia farmacêutica diminua as falsificações, venda de produtos advindos de cargas roubadas,…

Claro que o governo e as Indústrias farmacêuticas possuem muito interesse na implantação deste projeto que vai impactar e muito o varejo (mais uma vez). Isso porque, há motivos de sobra para acabar com a Informalidade no setor.

A rastreabilidade é mais uma forma/mecanismo que o governo encontra para diminuir a informalidade. Pense que cada medicamento sairá da indústria com uma Identidade. Cada caixa de medicamento produzida em nosso país  terá um registro no banco de dados informações sobre onde foi fabricado, para quem foi enviado, quanto tempo está em trânsito, para qual distribuidora e para onde esta enviou o medicamento e após isso quem o consumiu.

Claro que ao assistir a apresentação do projeto piloto fiquei pensando se os mesmos comteplaram as pequenas farmácias. Aquelas que nem internet banda larga possuem. Também me perguntei o que vai acontecer com o pequeno varejo que ainda não utiliza nem o software da farmácia.

Neste projeto piloto, houve os testes da rastreabilidade com o medicamento saindo da indústria até a entrada no varejo, passando pelas Distribuidoras.

A segunda etapa do projeto é do varejo para o consumidor final e como a Anvisa estará rastreando todo esse processo.

Por isso, se preparem! Percebam que não haverá escapatória para burlar o fisco:

1) Nota fiscal eletrônica

2) SPED

3) PAF – ECF

4) Os computadores da Receita

Não compraremos ou já não estamos comprando nada sem Nota fiscal, ainda é possível burlar o fisco através do sistema operacional, mas saiba que os dias estão contados…

Se quiser saber mais: contato@desenvolvaconsutoria.com.br

A Informalidade no mercado Farmacêutico

fonte: ETCO

 

 
Os resultados do estudo solicitado pelo ETCO mostram que a informalidade no setor
farmacêutico varia de 20% a 40%, ocorrendo predominantemente no varejo (45%). E
não são poucas as causas que levam empresas e trabalhadores à clandestinidade. Veja
algumas delas:


alta carga tributária – para preencher o déficit gerado pelo não
pagamento das empresas informais, elevados tributos são cobrados
das indústrias que respeitam as leis. Dessa forma, suas ações ficam
estranguladas e sua capacidade de inovação e seu crescimento,
comprometidos. Além disso, o valor desses encargos leva ao
aparecimento do fenômeno das empresas de fundo de quintal, as tais
“daninhas”, que crescem silenciosas e rápidas.


• “sobrecarga” para os medicamentos – os medicamentos são mais
taxados no Brasil do que no exterior. A tributação também é maior em
relação a produtos de menor necessidade.


• distorção tributária – as grandes redes de farmácias arrecadam mais
ICMS sobre vendas em comparação com as drogarias independentes.
• excesso de encargos trabalhistas – responsável por quase 40% do
emprego informal no setor farmacêutico.


• práticas lesivas de mercado – é o caso da troca de um medicamento
de referência, prescrito por um médico, não por outro genérico, mas
por um similar, significando um risco à eficiência do tratamento
do paciente. Tal procedimento também esconde um esquema de
sonegação de impostos e tributos que facilita a concorrência desleal.


• ausência de maior rigor no cumprimento das Boas Práticas de
Fabricação pelos laboratórios – que prevêem a execução de testes
de aprovação de matéria-prima e a certificação de seus fornecedores,
além da fabricação por meio de processos validados por GMP
(Good Manufacturing Practices), de acordo com a RDC 210/2003
(da ANVISA), e da implementação de processos controlados para
embalagem, armazenamento e distribuição.


déficit de farmacêuticos necessários para cumprir legislação de
obrigatoriedade de plantão – o número de profissionais deveria ser no
mínimo o triplo do existente hoje em todo o país.


dispersão do mercado – o perfil extremamente fragmentado do setor
farmacêutico, com milhares de farmácias e drogarias espalhadas por
todas as localidades do país, a maioria de pequeno porte, dificulta a
fiscalização.


• viabilização da operação de muitos estabelecimentos abaixo da
escala mínima de formalidade – fato que só alimenta o círculo vicioso
da informalidade.


• Concorrência desleal – cria pressão sobre os custos das empresas que
atuam dentro dos limites legais e procuram manter a correção em suas
relações com o governo e o consumidor.

ETCO Medicamentos

22102009747

Entrevista para Guia da Farmácia

 

A Jornalista da Guia da farmácia entreou em contato conosco para uma reportagem sobre a RDC 44. Acompahe:

RDC 44

1. Quais os serviços que podem ser oferecidos e quais as mudanças na infra-estrutura da farmácia deverá realizar para atender a legislação?

A RDC 44 autorizou as drogaria a realiza procedimentos que antes eram duvidosos, sendo permitidos apenas através da ANVISA local, exemplo verificação de pressão, verificação de índice de glicose, perfuração de orelha para colocação de brincos , artigo 61, 69 a 72, 78 a 80 ;

Serviços

Atenção farmacêutica:
• Parâmetros fisiológicos: pressão arterial e temperatura corporal;
• Parâmetro bioquímico: glicemia capilar;
• Administração de medicamentos;
• Atenção farmacêutica domiciliar.

Perfuração de lóbulo auricular (colocação de brinco)
• Deverá ser feita com aparelho específico para esse fim e que utilize o brinco como material perfurante.
• É vedada a utilização de agulhas de aplicação de injeção, agulhas de suturas e outros objetos para a realização da perfuração.

 

2. Para realizar serviços via internet, como e-commerce, qual a infra-estrutura que necessária? Esse é um serviço viável e rentável para pequenas e médias empresas?

Quanto a venda pela internet, ainda há controvérsias sobre a sua importância estratégica para pequenas farmácias. Acontece que existe um passo anterior a venda pela internet que é a venda por telefone que ainda não é profissional em nosso mercado.

No entanto, a intenção da RDC 44 foi regulamentar a venda de produtos através da internet, exigindo que para cada serviço de e-comerce exista uma farmácia física aberta. Proibindo com isso a entrada de empresas sem registros originadas de outros países, garantindo maior segurança na venda de produtos.

 

3. De acordo com a RDC 44, os medicamentos fitoterápicos podem continuar expostos na área de autosserviço. Qual a melhor forma de explorar esses produtos?

A melhor forma de vender fitoterápicos é através da venda assistida. Para isso, faz-se necessário uma equipe preparada com conhecimentos sobre o que está vendendo e sobre as principais indicações do produto.

Não basta expor. Esses produtos só vendem através da orientação de especialistas no assunto.

 

4. Os medicamentos isentos de prescrição agora devem ficar atrás do balcão. Cite dicas para organização desses produtos e explique como podem ser reaproveitados os espaços das gôndolas que esses medicamentos ocupavam antes?

Os medicamentos isentos de prescrição ficando atrás do balcão oferece uma grande oportunidade para a farmácia:

1) Sobra espaço para oportunidades com venda de HPC ( Higiene, perfumaria e Cosmético);

2) Oportunidade de vender com maior rentabilidade os medicamentos Isentos de Prescrição, visto que a decisão agora é da farmácia na orientação e em alguns casos de indicação

De acordo com Regis da metalfarma, uma empresa especializada no layout, não é difícil o arranjo do mobiliário para as mudanças.

 

RDC 96

5. Quais as principais alterações que a RDC 96 deve surtir nas farmácias?Que tipo de propagandas deixam de existir e onde devem estar as maiores apostas, em publicidade e marketing, desses estabelecimentos hoje?

A RDC 96 trouxe mudanças significativas, principalmente no quesito de publicidade dos Medicamentos Isentos de Prescrição que vinha acompanhado de artistas e celebridades em suas mensagens e a partir da vigência da lei isso se tornou proibido.

Outro ponto que vale a pena salientar foram as mensagens obrigatórias que se modificaram conforme os produtos. Ex. dipirona “ Não use este medicamento durante a gravidez e em crianças menores de tres meses de idade” Podendo oferecer mais clareza aos clientes.

Outra mudança foram as fidelizações, sistemas de pontos advindos da compra de medicamentos e que se tornou proibido. Nos programas de fidelização, não serão permitidos medicamentos como objeto de pontuação, troca, sorteio ou prêmio. Fato comum nos programas de fidelidade existentes. O mesmo ocorre quando a farmácia oferece a entrega de cupom para participação de sorteio advindo da compra de medicamentos. Sem contar o fato que no lançamento de um programa de fidelização, é obrigatório a menção da proibição.

Promoções como “leve 3 pague 2” para medicamentos que não sejam de uso contínuo estão proibidas por não considerarem a real necessidade do uso de medicamentos (prescrição, quantidade, dosagem). A Anvisa considera uma indução inadequada, proibindo através desta portaria. Ref.: RDC n. º 96/2008, art. 8º, inciso I

A grande aposta será nos serviços que a farmácia pode oferecer para agregar valor aos clientes. Principalmente os autorizados pela RDC 44.

6. Como promover a venda de OTCs (principalmente no inverno) e vitaminas, seguindo as determinações das RDCs 44 e 96?

A própria necessidade através da abordagem dos farmacistas farão a venda! A partir destas resoluções, volto a frisar as oportunidades com a promoção destes produtos;

Seção injetáveis

7. Quanto representa o serviço de injetáveis nos negócios das farmácias e drogarias?

Depende muito do tamanho da farmácia. Não possuímos um grupo no sistema que conste só os injetáveis;

 

8. Esse serviço pode ser uma oportunidade para os farmacêuticos estreitarem seus vínculos com os clientes/pacientes?

Associado a assistência farmacêutica a aplicação de injetáveis é uma excelente oportunidade para conversar com o cliente, ouvir suas necessidades acompanhar o tratamento;

Seminário ETCO sobre rastreabilidade

 

Estive hoje em São Paulo assistindo e participando da apresentação do projeto piloto para implantação da rastreabilidade de medicamentos.

A lei 11903/09 de  14 de janeiro de 2009 trata da rastreabilidade do medicamento em toda a cadeia farmacêutica, entenda da indústria até o consumidor final.

Esse projeto piloto envolvendo os principais laboratórios, atacadistas e varejo simulou na prática como será o IUM (identificação únida do medicamento).

Em breve, mais notícias de como foi esse importante evento!

Marcelo Cristian

marcelo@desenvolvaconsultoria.com.br

Farmácias não podem vender mercadorias variadas

DECISÃO

Farmácias não podem vender mercadorias variadas

Farmácias e drogarias estão impossibilitadas de comercializar mercadorias diversas daquelas previstas na Lei n. 5.991/73, que trata do controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, sob pena de violação do princípio da legalidade. O entendimento foi confirmado pela Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em recurso ajuizado pelo município de Fortaleza contra acórdão do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE).
O caso em questão envolve a Empreendimentos Pague Menos Ltda, proprietária da maior rede de farmácias do estado e que, segundo o município, comercializa indevidamente em seus estabelecimentos discos, fitas de vídeo e de som, refrigerantes, máquinas fotográficas, massas alimentícias, balas e chocolates, entre outros produtos.
O tribunal cearense entendeu que, como o ordenamento jurídico não veda expressamente a comercialização de produtos diversos em dependências de farmácias e drogarias, tal proibição ofende os princípios constitucionais da liberdade de atividade econômica e da livre concorrência. Para o TJCE, a comercialização de produtos diversos é uma tendência moderna que não gera prejuízos ou ofensa ao interesse público.
A relatora do processo no STJ, ministra Eliana Calmon, discordou de tal entendimento. Citando vários precedentes, ela ressaltou que farmácias e drogarias só estão legalmente autorizados a comercializar drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos. Seu voto foi acompanhado por unanimidade.

Coordenadoria de Editoria e Imprensa

Esta página foi acessada: 9688 vezes

Fusão no DF para enfrentar Drogasil e Pague Menos

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

 

Apesar das ameaças regulatórias que podem mudar o modelo de negócios das farmácias, reduzindo o valor de seus ativos, o mercado está aquecido. No Distrito Federal (DF), a chegada de duas grandes empresas do setor - Drogasil e Pague Menos - provocou a união das redes Rosário e Distrital. Álvaro Silveira Júnior, diretor-executivo dessa nova empresa, informa que foi feita troca de ações entre os controladores da Rosário (Álvaro Silveira) e da Distrital (Felipe Faria) para formarem uma só empresa.


As duas marcas serão mantidas, preservando seus diferentes nichos. O diretor diz que a Rosário procura atender às classes A, B e C. A Distrital fica com os pontos de venda mais nobres. Dessa maneira, agora há direção unificada para 75 lojas e 1,3 mil empregados. A Distrital tem 11 lojas.


Para o segundo semestre de 2010, Silveira Júnior revela que há um plano de expansão para algumas cidades de Goiás mais próximas ao DF. Admite que também serão observadas outras oportunidades, mas não há projeto de abrir o capital.


Neste ano, a expectativa do dirigente da Rosário/Distrital é de aumento de 30% nas vendas. Nos 12 meses entre agosto de 2008 e setembro de 2009, o setor faturou aproximadamente R$ 29 bilhões, segundo Silveira Júnior.
A Rosário/Distrital vai continuar vendendo os produtos não ligados diretamente à saúde - bomboniere, águas, cartões telefônicos etc. -proibidos pelas Instruções Normativas 9 e 10 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) porque há lei no DF que autoriza a atividade.


O diretor das redes Rosário e Distrital comenta que a retomada do crescimento da economia é um bom potencial para o varejo em geral e, nesse cenário, o segmento das farmácias também fica muito aquecido. Em Brasília, há rumores de que o grupo Pão de Açúcar está interessado.

No DF, as redes Rosário e Distrital passaram a formar a maior empresa. Em segundo lugar vem a Drogasil, única empresa que abriu o capital no setor. Em Brasília, cresceu com a aquisição das 26 lojas da rede Vison, que era do senador Adelmir Santana (DEM-DF). A Pague Menos, a maior do país, já está no DF.

A Drogasil é uma das maiores redes de farmácias do país e teve lucro líquido de R$ 22,1 milhões no segundo trimestre de 2009, o que significa crescimento de 73,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado positivo de R$ 35,9 milhões no primeiro semestre representa incremento de 61,2% em relação mesmo período de 2008.

Silveira Júnior confirma que todo o grande varejo está aquecido, principalmente os segmentos que não dependem de crédito para vender. O maior estímulo, segundo ele, é do aumento de renda da população que ganha menos e passou a consumir.

As 28 empresas representadas pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), as maiores do mercado, tiveram aumento de 22% nas vendas em 2008 e, de acordo com Silveira Júnior, não sentiram grande impacto da crise no lado do consumidor. O que ocorreu foi o aperto do crédito para as empresas.
FONTE: VALOR ECONÔMICO \ PANEWS

Rede Nissei triplica receita e retoma plano de expansão fora do Paraná

image

 

Autor(es): Marli Lima

Valor Econômico - 14/10/2009

O empresário Sergio Maeoka, dono da rede de farmácias Nissei, com sede em Curitiba, adiou por três anos a intenção de instalar-se em outros Estados. Primeiro decidiu dedicar-se ao que chama de Projeto Paraná, com o qual dobrou o número de lojas, de 75 para 150, e triplicou o faturamento, que chegou a R$ 500 milhões em 2008. Para ele, 2009 foi o ano de "recuperar fôlego" e arrumar a casa para colocar em prática planos ousados. Em 2010 o empresário quer ter 15 lojas em Santa Catarina e, no segundo semestre, voltará a analisar o mercado de São Paulo.

"Ainda não sabemos se entraremos pela capital ou pelo interior", diz Maeoka, que não descarta fazer aquisições. Até agora a expansão foi financiada com recursos próprios ou empréstimos bancários, mas para os próximos passos não está descartada a busca de sócios ou o lançamento de ações em bolsa. "Vamos avaliar o que é mais favorável", afirma. Pelos seus cálculos, quando a bandeira for fincada no varejo paulista, será preciso abrir cerca de 30 lojas por ano.

A Nissei nasceu há 23 anos, depois de Maeoka ter tido a primeira experiência como empresário em meados dos nos anos 80 em uma pastelaria. Além de ter escolhido bons pontos para abrir suas farmácias na capital paranaense, ele admite que foi beneficiado por problemas enfrentados pela concorrência. A rede Drogamed, que chegou a ocupar o topo do ranking no Paraná e pertencia à chilena Ahumada, acumulou prejuízos e passou em 2006 para as mãos de seu então presidente, Hugo Rodriguez. Sua falência foi decretada em maio de 2008. A Multifarma, outra rede local, entrou em processo de recuperação judicial em 2007. Os tropeços foram creditados, em parte, à guerra de descontos de preços entre as empresas.

Nesse meio tempo, alguns pontos da Drogamed foram vendidos para a Nissei e, no leilão de lojas e equipamentos que restaram, a empresa foi arrematada por Ricardo Maeoka, irmão mais novo de Sergio, por R$ 8,8 milhões. "O Ricardo tinha nove lojas franqueadas da Nissei. Depois que ele comprou os pontos da Drogamed, fizemos uma composição", diz Sergio. Ricardo rebatizou 45 lojas de Minerva, nome que no passado fez sucesso no ramo em Curitiba. Hoje os dois irmãos Maeoka dominam o mercado e investem fortemente em propaganda, tanto em TV como em jornais. A Nissei, segundo seu dono, detém 35% do mercado do Paraná e 45% das vendas de medicamentos na capital.

O adiamento da entrada em outros Estados aconteceu, em parte, porque redes paulistas como a Droga Raia estavam fazendo movimento contrário. Maeoka teve de defender o território e analisar o apetite das grandes empresas do setor. "De 2006 para cá demos uma grande guinada. Evoluímos muito mais que o previsto", comenta. À época, o faturamento de R$ 500 milhões era esperado para 2010, mas chegou dois anos antes. Para 2009 estão previstos R$ 600 milhões. A quebra da barreira de R$ 1 bilhão também foi antecipada. Era projetada para 2015 e, agora, é aguardada para 2013. "Isso sem sair do Paraná", diz o empresário, dando a entender que pode acontecer antes, com os novos planos de expansão.

Hoje, a venda de remédios responde por 60% das receitas e itens de conveniência, perfumaria e cosméticos, por 40%. Das 150 lojas, 72 estão em Curitiba e o restante na região metropolitana e nos principais municípios do Estado. A expansão no interior começou em 2006, quando a Nissei comprou dez lojas da Drogamed. Em 2008 ela fez outra aquisição - quatro lojas da Farmaútil, de Cascavel. No período, Maeoka dobrou a capacidade do seu centro de distribuição, em Curitiba, que já está preparado para o avanço previsto. Os investimentos somaram R$ 60 milhões em 2008 e R$ 25 milhões em 2009.

Quando questionado sobre as razões para encarar o mercado paulista, se o negócio vai bem no Paraná, Maeoka responde com sotaque oriental: "É desafio." Se antes cuidava de tudo, aos poucos ele delega responsabilidades a diretores e um conselho de administração deve ser criado em breve. Uma consultoria foi chamada para implantar processos de governança corporativa na empresa.

Maeoka conta que o crescimento da rede despertou a atenção de investidores. "Já recebi proposta de compra total e de participação, mas não tenho conversado sobre isso", afirma. Embora não revele números, o empresário garante que sempre operou "no azul" e que a crise não mudou o quadro. "O ramo não é extremamente lucrativo, mas é estável, sempre pinga alguma coisa."

Anvisa possui departamento de Inteligência

 

Em dois dias quatro pessoas já haviam sido encaminhadas para a Polícia Federal

No segundo dia da operação “Tolerância Zero” desencadeada pela Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com o apoio da Polícia Federal, cerca de cinco toneladas de medicamentos e produtos de higiene foram apreendidos, além de farmácias e empresas distribuidoras lacradas pelos os agentes sanitários em Ji-Paraná. Quatro pessoas, entre elas, uma responsável técnica, foram encaminhadas para a delegacia de Polícia Federal. A operação não tem data para terminar, já tendo passado por Guajará Mirim e Porto Velho.
A operação “Tolerância Zero” da Anvisa chegou a Ji-Paraná no início da tarde de terça-feira (08/9). Neste período duas empresas, distribuidoras de produtos de limpeza foram autuadas e suas portas lacradas. De acordo com os fiscais, nenhuma delas estava com o Alvará de funcionamento da Anvisa e ainda manipulavam os produtos, estando á maioria deles vencidos. Uma das irregularidades constatada pelos agentes foi com o álcool gel, produto falsificado e sem registro na Anvisa, tendo sido encontrado no mesmo uma substancia gelatinosa. Também foram apreendidos, detergente, água sanitária, ácidos e sabão em pó. Um dos proprietários foi encaminhado para a Polícia Federal. A multa, segundo o chefe de inteligência, Adilson Bezerra pode variar entre R$ 1,5 até R$ 2 milhões.
Flagrante
Na manhã de ontem o Serviço de Inteligência da Anvisa esteve em farmácias, distribuidoras e fabricas de produtos de limpeza. Na fabrica, os agentes encontraram três tipos de produtos fabricados sem registro na Anvisa. Dois proprietários e uma responsável técnica foram detidos e apresentados na DPF. Nas farmácias vários medicamentos com validade vencida foram apreendidos.
Incinerados
Todos os produtos apreendidos na operação “Tolerância Zero” de acordo com Adilson Bezerra foram apreendidos e levados para o pátio da Delegacia Regional de Saúde (DRS) e terão com destino a incineração. O chefe de inteligência da Anvisa disse que a operação não tem data para ser encerrada.

Fontes: Redação

http://www.diariodaamazonia.com.br/canais.php?ch=Cidade&noti=3684

Anvisa e suas fiscalizações

 

image

Aos proprietários que sofrem da síndrome do empregado

 

Possuir uma farmácia para um “balconista” é um grande sonho! O pesadelo é continuar com o pensamento do empregado:

O termo síndrome do empregado nasceu com o personagem "Seu André" do livro O Segredo de Luísa do autor brasileiro Fernando Dolabela. "Seu André" preocupado em explicar a ineficácia de grande parte dos empregados da sua indústria, disse: "eles estão contaminados com a síndrome do empregado".

A síndrome do empregado designa um empregado:

  • Desajustado e infeliz, com visão limitada;
  • Dificuldade para identificar oportunidades;
  • É dependente, no sentido que necessita de alguém para se tornar produtivo;
  • Sem criatividade;
  • Sem habilidade para transformar conhecimento em riqueza, descuida de outros conhecimentos que não sejam voltados à tecnologia do produto ou a sua especialidade;
  • Dificuldade de auto-aprendizagem, não é auto-suficiente, exige supervisão e espera que alguém lhe forneça o caminho;
  • Domina somente parte do processo, não busca conhecer o negócio como um todo: a cadeia produtiva, a dinâmica dos mercados, a evolução do setor;
  • Não se preocupa com o que não existe ou não é feito: tenta entender, especializar-se a melhorar somente no que já existe;
  • Mais faz do que aprende;
  • Não se preocupa em formar sua rede de relações, estabelece baixo nível de comunicações;
  • Tem medo do erro, não trata como uma aprendizagem;
  • Não se preocupa em transformar as necessidades dos clientes em produtos/serviços;
  • Não sabe ler o ambiente externo: ameaças;
  • Não é pró-ativo (expressão que indica iniciativa, vontade própria e espírito empreendedor).

Este blog é muito interessante

 

Você fica feliz, mas também com raiva do senso comum em participar do modo de vida da classe média

http://classemediawayoflife.blogspot.com/

Chega de pensamento positivo

 
Pesquisadores canadenses demonstram que ele até dá resultado. Só há um problema: é o resultado oposto
Marcos Coronato
ilustração sobre foto 

Esta é a melhor reportagem de toda esta revista. Não, ainda não é o suficiente: esta é a melhor reportagem que você já leu em sua vida.

Eu não sei que efeito essas frases tiveram sobre você, mas para mim o resultado de dizê-las em voz alta foi tornar a tarefa de escrever esta reportagem mais difícil, e não mais fácil. Deve ser isso que três pesquisadores canadenses queriam dizer com um estudo publicado recentemente no jornal Psychological Science.

Eles resolveram testar a extraordinária tese de que o pensamento positivo faz as pessoas se sentirem melhor – e elas acabam por produzir mais, conquistar seus objetivos, viver melhor. Não há dúvida de que o pensamento positivo deu certo para o pastor americano Norman Vincent Peale. Em 1952, ele escreveu O poder do pensamento positivo e praticamente inaugurou um veio bilionário da psicologia e do mercado de autoajuda.

E agora a pesquisa canadense, feita com jovens universitários, comprovou que, sim, tecer elogios a si próprio dá resultado. Infelizmente, não é o resultado esperado. As palavras doces (“eu sou uma pessoa adorável”) ditas em voz alta até beneficiaram, modestamente, quem já apresentava autoestima elevada. Mas pioraram bastante a autoimagem de quem mais precisava de uma forcinha. Quem tinha autoestima reduzida – medida por um questionário-padrão desenvolvido nos anos 60 – saiu pior ainda da experiência. “Não é que o pensamento positivo baixe a autoestima em geral, mas ele pode prejudicar alguns indivíduos – de cara, aqueles que já têm baixa autoestima”, disse a ÉPOCA uma das autoras do estudo, Elaine Perunovic, ph.D. em psicologia e professora na Universidade de New Brunswick.

Uma das explicações dos autores é que, quando ouvimos afirmações radicalmente opostas àquelas em que acreditamos, nós não apenas nos mostramos céticos, como tendemos a aderir com ainda mais força nossa posição original. Um socialista moderado, ao ouvir um amigo tecer loas ao liberalismo, tende a se sentir mais socialista. Um corintiano bissexto, rodeado por palmeirenses numa roda de bar, tende a demonstrar uma paixão inaudita por seu time. E, na opinião dos pesquisadores, uma pessoa que não se considera lá essas coisas, ao ouvir de si própria que é genial, ou linda, ou adorável, tende a achar-se mais desprezível que antes.

“A baixa autoestima é um problema crescente hoje”, diz a psicóloga Cecília Vilhena, professora da PUC de São Paulo. “Mas esse estudo evidencia a inexistência de soluções mágicas e as limitações da autoajuda.” Os especialistas do pensamento positivo, como era de esperar, discordam. “Se eu falo que estou feliz, mas minha voz mostra desânimo, os fatores não verbais não conbinam. Há uma incongruência aí”, diz o psicólogo Alexandre Bortoletto, especialista em neurolinguística, uma técnica que promete “reprogramar” o cérebro do indivíduo (e que usa, como uma de suas bases, o pensamento positivo). “Só pensar não resolve. Não é como disseminou por aí O segredo, que é só pensar e o dinheiro cai do espaço”, afirma Bortoletto, criticando outra linhagem de defensores do autoelogio.

Elogiar-se piorou a autoestima justamente
de quem já não tinha boa imagem de si mesmo

O segredo é um documentário-livro-audiolivro (gravado no Brasil na popularíssima voz da apresentadora de TV Ana Maria Braga) de 2006. Ele tenta fundamentar cientificamente o poder do pensamento positivo. Para os que acreditam em O segredo, esse poder se basearia numa suposta “Lei da Atração”. Por essa lei, pensar num acontecimento contribuiria para sua ocorrência.

É mais ou menos o que faziam 52% dos 249 participantes da primeira fase do estudo canadense. Eles disseram que recorrem ao pensamento positivo com alta frequência (em fórmulas do tipo “eu vou vencer!”), principalmente antes de provas ou apresentações.

Um dos maiores problemas da doutrina do pensamento positivo é que ela propõe agir sobre os efeitos, não sobre as causas.É certo que pessoas com baixa autoestima produzem menos do que são capazes, e estimulá-las é um dos caminhos para que melhorem. Mas o estímulo tem de vir acompanhado de treinamento.

Há uma razão evolucionista para a autoestima, alta ou baixa. Entre galinhas, por exemplo, é comum haver brigas para determinar a hierarquia do grupo. Mas, uma vez estabelecida a posição de cada indivíduo, as brigas rareiam. As galinhas com “baixa autoestima” deixam de levar bicadas desnecessárias das galinhas mais fortes justamente porque encontram sua posição. O grupo inteiro economiza energia. De forma similar, não é bom quando um motorista é confiante o suficiente para rodar a 300 quilômetros por hora no meio da cidade. O melhor é que sua confiança seja construída aos poucos, em pistas preparadas para isso, e ele acabe pilotando um carro de Fórmula 1.

O ideal, portanto, é que tenhamos uma autoestima condizente com nossas capacidades. Ou um pouco acima, para nos incentivar a progredir. “Mas, no mundo de hoje, padrões inatingíveis de estética e sucesso podem levar a pessoa média a desenvolver uma noção de fracasso”, diz a psicóloga Cecília Vilhena. Mais gente com baixa autoestima significa mais gente propensa a tentar o pensamento positivo. Mas lembre-se: não vai dar certo.

A maquiagem da Droga Raia

 

A rede de farmácias redesenha suas lojas, com mais cosméticos e menos remédios. E quem ajudou nessa reforma foi a Procter&Gamble.
"A nova loja reúne toda a experiência que nós e os fabricantes temos sobre os consumidores" diz Eugênio de Zagottis, vice-presidente da Droga Raia.
Mudança radical: o antigo modelo de exposição dos produtos (à esq.) foi substituído por um novo conceito, que divide a loja em áreas distintas (à dir.)
Quem entra na recéminaugurada loja da Droga Raia, localizada no bairro paulistano do Brooklin, encontra um ambiente completamente diferente dos outros 259 endereços da rede espalhados pelo País. Logo que as portas de vidro automáticas se abrem, os clientes se deparam com produtos divididos em quatro espaços: saúde, beleza, cuidados diários e infantil.
Cada um deles é identificado por cores claras e distintas. As ofertas são distribuídas estrategicamente nas gôndolas. O setor infantil, por exemplo, engloba fraldas, lenços umedecidos e demais artigos voltados para cuidados com as crianças.
No de beleza, as maquiagens são divididas por marcas e por tipos de pele. Já os produtos de interesse masculino estão bem longe dos feitos para mulheres e agrupados como higiene pessoal. A divisão dá a impressão de que 70% do que se acha por ali é cosmético, mas os remédios estão reunidos na ala de saúde. Toda a mudança faz parte do reposicionamento da drogaria.
Há dois anos, a rede vinha estudando os hábitos dos consumidores para criar uma fórmula de varejo mais rentável e que pudesse, aos poucos, ser implantada nas outras lojas. "Antes, os produtos eram expostos por categoria e depois por fabricantes. Descobrimos que esse processo não funcionava tão bem", diz Eugênio de Zagottis, vice-presidente comercial da Droga Raia. O curioso é que a Raia não foi buscar ajuda de especialistas em varejo para redesenhar sua operação.
Além de pesquisas com os consumidores, a "consultoria" nesse caso veio da Procter&Gamble - uma iniciativa pioneira da fabricante de produtos de higiene pessoal. É a primeira vez no mundo que a empresa ajuda gratuitamente uma rede de farmácias a recriar a ambientação de suas lojas, algo semelhante ao que faz em alguns supermercados. "Além do piloto na Droga Raia, há uma farmácia na Venezuela que ajudamos a ambientar", afirma Paulo Koelle, diretor de marketing da P&G no Brasil e América Latina. A P&G não entrou com recursos financeiros, apenas com a experiência em dispor os produtos, de acordo com os hábitos de compra do consumidor.
Nesses lugares, a companhia expõe os produtos de uma maneira que o cliente encontre mais rápido o que precisa. "Isso o estimula a comprar outros itens. Há casos em que aumentamos a venda da seção de condicionadores, por exemplo, em até 70%", afirma Koelle.
"Aumentar o consumo nos pontos de venda aumenta também nossa receita. A ideia é disponibilizar a parceria para outras empresas no Brasil e no mundo." Fundada em 1905, a Droga Raia é a quinta maior rede de drogarias do País e faturou no ano passado R$ 1,148 bilhão. O formato de suas lojas não mudava havia dez anos.
A iniciativa também foi baseada na nova assinatura da marca, "prazer em cuidar", e segue a tendência do segmento de profissionalizar o atendimento. Focar nas vendas de cosmético também faz parte da estratégia. "A tendência é que as empresas pensem em ofertas de consumo personalizadas para se manterem competitivas", comenta Marco Quintarelli, consultor de varejo. Além da expectativa de aumento de vendas, o projeto de varejo aplicado na loja do Brooklin se mostrou economicamente viável.
O investimento feito na abertura do ponto, de R$ 814 mil, está na média gasta pela empresa em novas unidades. A Droga Raia não contou somente com a ajuda da Procter. Outros fabricantes, como Colgate e Weleda, também contribuíram com ações de marketing para expor melhor seus produtos no local.
"Essa loja reúne toda a experiência que nós e os fabricantes temos sobre os consumidores", comenta Zagottis. No caso da Weleda, a empresa aproveitou para testar um espaço customizado da marca. "Investimos ali 80% mais que nos outros pontos de venda, mas divulgaremos bem mais nossos produtos", comenta Mara Peazzotti, presidente da Weleda Brasil.

Fonte: Isto É Dinheiro - 08/07/2009

Droga Raia seleciona para encarregados de loja em SP

 

Pré-requisitos são ter entre 18 e 25 anos e ensino médio completo.
Funcionário atenderá no caixa e os clientes na perfumaria.

Do G1, em São Paulo

Tamanho da letra

A Droga Raia abriu vagas para encarregados de loja, com funções no caixa e atendimento, na capital e no interior de São Paulo. Os pré-requisitos são ter entre 18 e 25 anos e ensino médio completo. Os interessados devem mandar o currículo para recrutamento@drogaraia.com.br ou entregá-lo em uma das lojas da rede.

Confira lista de concursos e oportunidades

A Droga Raia oferece oportunidades para profissionais que estão ingressando no mercado de trabalho e que acumulam pouca ou nenhuma experiência.
Uma vez contratado para o cargo de encarregado de loja, o funcionário atenderá no caixa e os clientes na perfumaria. Durante os primeiros seis meses na função, será treinado por um farmacêutico e realizará um teste.
Caso seja aprovado, será promovido a balconista. Após oito meses, durante os quais é treinado pela gerência, é submetido a um novo teste, para o cargo de gerente adjunto.
Passados dois anos, e após a realização dos cursos de capacitação gerencial, também por meio de uma avaliação, assume a gerência de uma loja.
Quando o funcionário assume o cargo de balconista, a Droga Raia oferece apoio financeiro para cursar faculdade de farmácia. Já quando assume o cargo de gerente adjunto, a empresa oferece apoio para a graduação em administração.
Os futuros consultores de beleza, um desdobramento da carreira, têm apoio para cursar cosmetologia e estética.

Cade condena farmácias do DF por formação de cartel - O Globo

Cade condena farmácias do DF por formação de cartel - O Globo

Shared via AddThis

Amigos, o mercado varejista farmacêutico está mudando e muito! Noitícias como essa só vem a comprovar!!!

Leia essa notícia na íntegra!

Hypermarcas compra Olla e Jontex - O Globo

Hypermarcas compra Olla e Jontex - O Globo

Shared via AddThis

CADE condena 12 farmácias no DF por cartel

o globo

Jornalista: Marta Beck

08/10/2009 - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) tomou
nesta quarta-feira uma decisão inusitada: condenou 12 farmácias do Distrito
Federal associadas à Rede da Economia por combinarem descontos para os
preços de medicamentos, o que caracteriza formação de cartel. A Rede da
Economia foi condenada a uma multa superior a R$ 60 mil, enquanto as
drogarias terão que pagar um valor referente a 1% de seu faturamento em
2002. Os dirigentes das farmácias também terão de desembolsar valores que
variam entre R$ 6 mil e R$ 12 mil.
De acordo com os conselheiros do Cade, a prática de combinar preços, mesmo
que seja para que eles fiquem mais baixos, prejudica a concorrência e os
consumidores. Isso porque os participantes do cartel acabam ficando
impedidos de praticar preços menores, mesmo que tenham margem para isso.
Durante as investigações sobre o caso, a Secretaria de Direito Econômico
(SDE), do Ministério da Justiça, constatou que as drogarias fizeram reuniões
para estabelecer o tamanho dos descontos que deveriam ser dados aos
consumidores. Também eram elaboradas tabelas de preços que deveriam ser
seguidos pelas associadas à Rede da Economia, que monitorava a conduta de
cada uma delas.
"A análise realizada no setor não deixa dúvidas sobre a conduta nitidamente
anticoncorrencial da Rede da Economia, que elaborava tabelas de preços,
fixava níveis de descontos, realizava pesquisas de preços, tudo com o
objetivo de eliminar a concorrência via preços do setor", afirma o parecer
da SDE sobre o caso.

Curso RDC 44

“Oportunidades para o Varejo Farmacêutico com A RDC 44”

Conteúdo Programático

·        Do que se trata a RDC 44?

o   Como Surgiu?

o   Objetivos

o   Abrangência

o   Principais Pontos da RDC 44

·        Principais Mudanças e Impactos no Varejo

o   O que terei que fazer?

o   Quais as mudanças?

o   Qual o impacto no layout?

o   Qual o impacto na Gestão?

o   Impacto nas compras e na rentabilidade

·        Oportunidades com a RDC 44

o   Quais as oportunidades para o varejo farmacêutico?

o   O que posso fazer para aproveitar as oportunidades?

§  Gestão

§  Rentabilidade

§  Impacto nas compras

Redução no Preço do Protetor Solar

 

Projeto pode reduzir preço de protetor solar em 50%

UOL

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou na semana retrasada um projeto de lei (PL) que reduzirá o preço dos produtos destinados à proteção dos raios solares (protetores e bloqueadores). O PL modifica a condição dos produtos de itens cosméticos para de saúde. Segundo o autor da proposta, deputado Luciano Batista (PSB), a queda do imposto causada pela mudança pode reduzir em até 50% o preço do produto. O PL foi aprovado por unanimidade e aguarda sanção do governador José Serra (PSDB).
"Eu acredito que o governador vai sancionar a lei porque, apesar de reduzir a arrecadação de impostos desses produtos, diminui os gastos do Estado com saúde pública", disse Batista, deputado por São Vicente. Morador da Baixada Santista, ele conta que sugeriu a lei porque, segundo pesquisa, 70% das pessoas não usam protetor solar porque consideram o produto caro. "Mudar a classificação do protetor é uma forma de barateá-lo."
Coordenadora da Campanha Nacional de Prevenção do Câncer de Pele, feita anualmente pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, a dermatologista Selma Cernea elogiou a iniciativa. "O custo elevado é um fator de impedimento para as pessoas comparem filtro solar. Para a população brasileira, principalmente a idosa, que vive de aposentadoria, é muito caro." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
AE

Fisco mira fraudes da classe média no IR

da Folha Online

Hoje na FolhaA Receita Federal decidiu apertar o cerco contra fraudes em deduções do Imposto de Renda (IR) praticadas sobretudo pela classe média, informa reportagem de Leonardo Souza para a Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Operação-piloto iniciada em Brasília pela área de inteligência do fisco começou a apresentar os primeiros resultados no mês passado, com autuações ao redor de R$ 150 mil por contribuinte. Há casos, contudo, superiores a R$ 400 mil, de acordo com documentos obtidos pela Folha.

Receita libera consulta a novo lote do IR 2009 na quarta
Receita recebe mais de 5 milhões de declarações de imposto rural
Receita investiga sonegação de R$ 1 bi em 920 empresas

A ação do fisco já foi estendida a vários Estados, mas o trabalho nas outras cidades está numa fase mais inicial. No Distrito Federal, numa primeira leva, já foram multadas aproximadamente 700 pessoas. A operação será ampliada na capital do país no ano que vem.

Os valores dos autos de infração são proporcionalmente elevados (para pessoas físicas), devido às quantias sonegadas (sobre as quais são aplicadas multa e juros) e ao período de abrangência da fiscalização, que compreendeu os anos de 2004 a 2008.

Esse trabalho da área de inteligência da Receita vem sendo gestado desde 2007, quando auditores pegaram panfletos distribuídos perto da sede do Banco Central, em Brasília, com anúncios de serviços para aumentar a restituição do IR.

Leia a reportagem completa na Folha desta terça-feira, que já está nas bancas.

Assine a Folha

Desenvolva no Congresso Regional de Análises Clínicas do Sudeste

IICRACSE

Venha assistir a Palestra:

“Empreendedorismo e empregabilidade no mercado farmacêutico – Você está preparado?”

 

Com todas as mudanças no mercado farmacêutico, novas competências são necessárias para a atuação do profissional farmacêutico!

Maiores Informações: http://www.crfes.org.br/

Desenvolva em Campina Grande

 

Estaremos ministrando a palestra “ Gestão com resultados no varejo Farmacêutico” para os clientes da Distribuidora Galindo!

Planejamento Estratégico para farmácias – nós fazemos!@

associativismo

Porque DESENVOLVA?

A Desenvolva cria projetos de Consultoria e de Treinamentos para o mercado varejista farmacêutico – Redes, Farmácias Independentes e Associações.

Nossos Diferenciais:

·                     Especialista no mercado

·                     Sua equipe é Multidisciplinar e focada no Varejo Farmacêutico

·                     Seu projeto é sob medida

·                     Sua metodologia é diferenciada

·                     Porque fala a mesma língua da farmácia

·                     Porque entende e conhece Farmácia!

Metodologia DESENVOLVA

A metodologia de trabalho será realizada com base na experiência dos participantes, centrado na exploração do conhecimento e cultura da empresa e do indivíduo. O próprio grupo construirá o conteúdo a partir de sessões de brainstorming, dinâmicas, trocas de experiências profissionais e debates.  Os integrantes da equipe terão a oportunidade de vivenciar  situações-problema, estudo de casos, etc., que se aproximem daqueles tratados no dia  a dia de trabalho. O uso de dinâmicas de grupo também estará presentes na condução do aprendizado.

1)  Planejamento Estratégico

1.1       O que é?

Trata-se de um processo gerencial contínuo e sistemático visando a seleção de ações, programas e procedimentos que cumpram os objetivos propostos

1.2       Para que serve?

Essa ferramenta de gestão serve de apoio para que as empresas e seus gestores possuam foco no desenvolvimento futuro da empresa, aumentando sua competividade frente a fatores internos e externos em nosso mercado.

1.3       No caso das Redes?

No caso do Associativismo, torna-se fácil perder-se mediante a constantes mudanças e do aumento da possibilidade de perca de foco.

1.4       Premissas de um bom planejamento

A Desenvolva com base em sua experiência acredita que um bom planejamento além de ser bem produzido deve ser aplicado por todos.

·         Todos Associados e Diretoria deverão estar envolvidos e ser detentores de uma visão global do planejamento estratégico.

·         Todos Associados e Diretoria deverão estar motivados e entender o seu papel no planejamento estratégico.

·         Cada um deverá entender o seu papel no planejamento estratégico.

·         Todos deverão entender os conceitos envolvidos no planejamento estratégico.

 

2       ETAPAS Planejamento Estratégico

FASE 1 – CRIAÇÃO

         Formato – reuniões e análises para a formatação com responsáveis

Etapa 1 - Levantamento de Necessidades da REDE/ Análise da Situação

O levantamento das necessidades se torna necessário para apontar, confirmar as principais áreas e departamentos que se farão o planejamento

Questionário/Reunião com Diretoria/Avaliação de Lojas/Análise SWOT

Areas em que haverá planejamento (a definir com diretoria)

a)   Marketing/ RH/ Gestão/ Comercial/ Convênio/ Técnico

Etapa 2 – Formulação de Objetivos

Definição dos Alvos, objetivos propostos para a Rede dentro do tempo nas áreas discutidas.

Etapa 3 - Formulação de Estratégias

Os objetivos dizem o que é que a empresa quer atingir; a estratégia indica como é que o poderá fazer.  

 

Etapa 2 – Implementação, Feedback, Controle

Após a Criação da Estratégia, faz-se necessário a implementação da mesma, o controle e o constante feedback, verificando se o mesmo está obtendo os resultados propostos.